/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

segunda-feira, junho 30, 2008

A ONU ADVERTE:
O MUNDO TERÁ 9 BILHÕES DE HABITANTES EM 2050!
O nosso planeta terá em 2050 cerca de 2,5 bilhões de habitantes a mais do que hoje, elevando o total de moradores do planeta a 9 bilhões, estima um relatório da Organização das Nações Unidas.
O crescimento da população mundial anunciado recentemente pela ONU, que deveria ser motivo de alegria, acaba se transformando num grande pesadelo para as populações mais jovens, levando as pessoas sensatas a uma reflexão realista sobre o prisma do mundo atual. Todos nós temos direito à vida, mas que ela possa ser plena e feliz,que possa oferecer aos que estão nascendo o direito de encontrar um mundo de esperança e de boas perspectivas. Infelizmente, não é este o cenário que espera os novos habitantes do nosso planeta, e sim um quadro de miséria e sem prespectivas. Hoje, grande maioria dos nossos mais de 6 bilhões de habitantes, já vivem abaixo da linha da pobresa, e com esses números que a ONU acaba de divulgar aumenta ainda mais a preocupação, com o futuro da humanidade. Que cenário espera por essas novas criaturas. Esse que estamos vivendo cheio de contrastes, preconceitos e hostililidades, onde o binômio, tecnologia e burocracia está diminundo os postos de empregos. Mas a preocupação não para por ai. Cadê a nossa segurança, a qualidade do ensino público e da saúde, cada vez mais degradados. Quando essas crianças começarem a entender, certamente nem os poucos bons exemplos terão para se inspirar. Ao contráro verão crescer diante de seus pequenos olhos, imagens estarrecedoras que a televisão vai mostrando, os maus exemplos permeados de tragédias, de verdadeiros bandidos travestido de mocinhos maquiados pela propina que corroe os nossos três poderes. Mais grave ainda é o alarmante número de lares promíscuos, que deveriam ser berço da nossa formação, mas que logo cedo vão encaminhando seus filhos adolecentes para a senda do crime, encaminhando-os para a escola, que vão se tranformando em depósiito de filhos rebeldes e desamparados. Por outro lado, a maioria das religiões combatem os anteconceptivos e produzindo mais gente em desigualdade com os mais abastados. Mas não movem uma palha para apresentar soluções para o o futuro desses jovens que eles ajudam a trazer para o mundo em total descompasso com a realidade. Sem um planejamento familiar sério e responsável nascem nesses lares desassistidos novos bandidos, menos por índole e mais pela própria sobrevivência, sem empregos, acabam na prostituição, no narcotráfico, e em todos os tipos de contravenção. Se tudo que falamos ainda é pouco, o resto fica por conta das nações mais poderosas, que preferem gastar fortunas incalculáveis em armamentos bélicos, enquanto em muitos países da África crianças morrem por inanição nos braços de suas mães.
Previsão sombria do relatório da ONU
Atualmente, um bilhão de pessoas vive em favelas, 90% das quais estão nos países em desenvolvimento e 40% na Índia ou na China."Na África Subsaariana, a urbanização tornou-se virtualmente sinônimo de crescimento das favelas; 72% da população urbana da região vive sob condições de favela, comparados a 56% no Sul da Ásia", disse o relatório. Para os brasileiros, as favelas viraram a maior ilustração das grandes cidades, com milhões de habitantes. Mas o relatório ressaltou que a maior parte do crescimento se dará em cidades de menos de 500 mil habitantes."É preciso concentrar a atenção onde o crescimento é maior", afirmou a diretora-executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid. Migração campo-cidade. O relatório disse que o crescimento urbano do futuro não se dará pela migração do campo para as cidades, e sim pelo próprio aumento das populações que já vivem nelas.
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quinta-feira, junho 26, 2008

Liberdade na terra de Buda
A Proclamação da República no Nepal deve fazer o turismo crescer
Registros: Na 1a. foto: o Monte Evereste, que também está na história do Nepal, por ser o mais alto do mundo. (8.848) e que em 1953, Edmund Hillary e Tenzing Norgay, foram os primeiros seres do planeta a alcançarem o seu topo; do Monte Everest, 2a: Lumbini, Patrimônio Mundial da Unesco, local onde Buda nasceu em 642 a.C., fica no Nepal, na base dos Himalaias.O sítio foi negligenciado por séculos. Só em 1895 foi redescoberto por um arqueólogo alemão e 3a.: Templos budistas e induistas (como o da foto), dão o tom das ruas de Katmandu.
Porém, o dia 28 de maio marcou a nova história do Nepal. O país asiático na fronteira com a Índia viu cair a monarquia de uma dinastia que durava nada menos do que 240 anos para ser instaurada a República. A decisão do Parlamento derrubou o Rei Gyanendra por esmagadores 560 votos contra quatro. Conhecido dos viajantes por abrigar Lumbini, a terra natal de Buda, e o Monte Everest, ponto mais alto do planeta, agora o país promete se abrir mais ainda para o turismo.O palácio que o rei está deixando pacificamente em Katmandu, deve ser transformado em museu ou centro cultural, se tornando assim mais um ponto turístico da capital. Não bastasse isso, a cidade tem sete sítios considerados Patrimônios da Humanidade pela Unesco, entre ruas estreitas e vários templos budistas e hinduístas. O principal patrimônio é a Praça Durbar, ponto central da cidade. Ainda na capital, a Praça Indrachowk, batizada assim pelos hinduístas, é imperdível. Serviu de cenário para o primeiro filme de Indiana Jones, mais precisamente para o começo do romance entre o protagonista (Harrison Ford) e Marion Ravenwood (Karen Allen). Nesta praça funciona o principal mercado da cidade.
A área de maior concentração de turistas na cidade é o Thamel, a 15 minutos a pé do centro, com os melhores hotéis, restaurantes e bares. A Torre Dharahara é um grande monumento construído em 1832. Com 50 metros de altura, é possível ter uma visão panorâmica do Vale de Katmandu. A Budhanilkantha, estátua hindu que representa o Deus Vishnu deitado em uma cama de cobras, é um ponto de peregrinação para os hinduístas. Para os budistas, a peregrinação é feita ao Mausoléu Swayambunath.
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quarta-feira, junho 25, 2008

CRUELDADE SELVAGEM: COBRAS (via Sedex) O Brasil é campeão de tráfico interno de animais silvestres. Vítimas de maus-tratos e da venda ilegal, eles encontram abrigos em ONGs."Já econtramos jibóias despachadas por Sedex e filhotes de vários pássaros em caixas. Poucos sobrevivem" ATENÇÃO: A informação é do Ibama, e noticiada por alguns jornais.
JORNAL DA REGIÃO - (São José do Rio Preto) - O envio de cobras via Sedex pode soar estranho em um primeiro momento, mas se explica diante da forma como os correios analisam esse tipo de correspondência. Nem todas são submetidas aos exames de raio-X e outos recursos. Isso permite que uma parte das correspôndencias com conteúdos ilegais e exóticos passe sem problemas pelo crivo do serviço e chegue até o destinatário. O motivo alegado é a grande quantidade de correspondências, o que inviabiliza a análise de encomenda por encomenda. Para Odir Adelino Batista, chefe de fiscalização do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), em Goiás, o orgão está atento para autuar quadrilhas especializadas e que as fiscalizações vêm sendo intensidficadas. Já está sendo mapeada, em detalhes, a rota que coloca Rio Preto no mapa do tráfico internacional de animais silvestres."Rota até pouco tempo desconhecida, diz. A jibóia-papagaio (foto), chama a atenção de colecionadores europeus pela sua beleza. A estimativa é que só no Brasil, sejam movimentados cerca de US$ 1 milhão por ano com o tráfico de animais silvestres. Esta notícia transcrita do Diário da Região é antiga, mas apesar da ação adotada pelo Ibama, se o objetivo não foi atingido totalmente, pelo menos, parece que tem chamado a atenção dos correios para o problema, já que ousados traficantes continuam operando da mesma maneira, como revela esta noticia recentemente publicada pelo DIÁRIO DO NOROESTE - (Paranavaí, norte do PR), com esta manchete: "Correios descobre cobras e outros animais silvestres em caixas de Sedex" - Os Correios apreenderam no Estado do Paraná uma carga significativa de animais silvestres que havia sido despachada em três caixas de SEDEX envoltos em tecidos. Havia cobras de várias espécies (jibóia, sucuri, coral, jararaca, entre outras), vários tipos de escorpiões, aranhas, tartarugas, iguanas, camaleões e sapos, que ainda estavam vivos graças à ação rápida dos empregados dos Correios, que detectaram a presença dos animais no aparelho de raio X e imediatamente acionaram a Receita Federal e a Polícia Federal.
Para quem pensa que o assunto se encerra nas notícias exóticas acima, veja o que mais diz o Ibama: o Brasil é o país com maior volume de tráfico interno de animais silvestres no mundo. Por ano são apreendidos de 45 mil animais alguns em condições precárias e desumanas, como bebês de onças pardas que perderam a mãe na queimada de cana; macacos com depressão e abusados sexualmente po humanos; veados atropelados, bicho-preguiça eletrecutado; papagaios sem o movimento dos pés; tucanos, corujas e outras aves sem asas; jaguatiricas estressadas, recolhidas do ninho para venda especial; leões queimados, sem garras e sem dentes, e vai por ai. Não é necessário ser sensível para sentir-se triste. São maltratos que podem ser constatados em organizações não-governamentais (ONGs) que abrigam e conseguem com muito amor recuperar alguns animais silvestres.
Ao seu lado o link da Revista-AR

sexta-feira, junho 20, 2008

RODOVIA PANAMERICANA
Ligando os países do Continente Americano
A Rodovia Panamericana é uma rede de estradas que se estende de norte a sul no contimente americano totalizando cerca de quarenta e oito mil quilômetros (o eqüivalente de mais ou menos vinte e nove mil milhas). Exceto a uma pequena brecha ou lacuna de oitenta e sete quilômetros em uma zona de matas tropicais na América Central, alternativamente podendo-se circuncidar esse trecho terrestre por via marítima, a rodovia conecta vários dos territórios das nações continentais americanas em um sistema de transporte terrestre de dimenções verdadeiramente continentais.
Em algumas trechos, por exemplo, em Máncora, no
Perú, a Rodovia Panamericana funciona como estrada principal da localidade. Já no Canadá e nos Estados Unidos não existe uma designação oficial no sistema rodoviário que identifique a Rodovia Pananamericana como tal. Quase completa em sua construção, ela se extende desde a cidade de Fairbanks, no estado do Alasca, Estados Unidos, à localidade de Quellón, no Chile, América do Sul.
A Rodovia Panamericana ultrapassa várias regiões
climáticas distintas e diversos tipos de terrenos e de sistemas ecológicos, como desertos, florestas tropicais, montanhas frias, etc. Ao passar por tantos países distintos, logicamente, esta rodovia não apresenta uniformidade, muito ao contrário. Certos trechos da rodovia sómente são passáveis durante períodos de seca, já outros segmentos são deveras perigosos em qualquer estação do ano. Jake Silverstein escreveu em 2006 uma descrição da Rodovia Panamericana dizendo que ela é "... um sistema tão vasto, tão incompleto, e tão incompreensível que ela nem é tanto uma estrada, mas um conceito assim como o é a própria idéia do panamericanismo"

Viajamos de de carro, em direção ao árido norte do Chile, percorrendo cerca de 2.000 km (só na ida) pela bem conservada Rodovia Panamericana, que corta o País Sulamericano, de Norte a Sul. Iniciamos nossa viagem a partir de Santiago (foto à dir.), com destino a Antofagasta e depois por uma variante até Atacama. (Na foto à esq.) além da conservação da estrada, você ainda pode-se observar, um dos trechos mais estreitos do território chileno. (À esq.), o Oceano Pacífico, ladeado de perto pelas pré-cordilheiras dos Andes.
Leia a Revista-AR, que em breve estará apresentando todos os 18 mundiais de futebol.

quarta-feira, junho 18, 2008

CORAIS NA LISTA DE ESPÉCIES AMEAÇADAS
A Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção de 2008, divulgada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), aponta 16.306 espécies criticamente ameaçadas, 188 a mais do que no ano passado. Pela primeira vez, os corais foram incluídos no relatório: dez espécies das ilhas Galápagos (Equador) correm risco. Duas delas – o coral Floreana e o coral de Wellington – estão criticamente ameaçadas e outra, a Polycyathus isabela, foi considerada vulnerável. O relatório, que inclui também gorilas, golfinhos e abutres, entre outros, cita ainda74 espécies de algas marinhas de Galápagos, dez delas criticamente ameaçadas. As principipais causas da biodiversidade marinha no arqupélago foram atribuidas à alta temperatura d ooceano Pacífico, provocada pelo El Niño, e à pesca predatória. A lista completa da IUCN reúne 41.415 espécies, um aumento de 785 em relação à edição anterior, e mostra que um em cada quatro mamíferos, um em cada oito pássaros, um terço de todos os anfíbios e 70% das espécies vegetais estão em perigo.
Fotos: (1)- Uma formação do coral Floreana; (2)- Peixe da espécie "Paracheilinus"; (3)- Peixe "Pterocaesio pode ser visto em imensos cardumes nos corais mais profundos, (4)- Peixe "Pterocaesio" pode ser visto também em imensos cardumes nos corais mais profundo. Fonte: "Ciência Hoje"
Link a Revista-AR

segunda-feira, junho 16, 2008

O GRITO VERDE DA AMAZÔNIA
Para muitos, há pessoas que se utizam do anonimato e da Internet para espalhar boatos sobre internacionalização da floresta amazônica. Um spam, ou seja (uma mensagem não solicitada), estaria entupindo as caixas de entrada dos e-mails (com esta notícia), alertando sobre um plano para transformar a Amazônia em uma reserva internacional, citando como prova um suposto livro "An Introduction to Geography", de David Norman, adotado em escolas dos Estados Unidos, no qual a Amazônia já aparece separada do Brasil. (como mostra a foto ao lado), também incluida nesse spam, segundo o qual, desde meados dos anos 80 a mais importante floresta do mundo passou a ser responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas", já que os países que a controlavam eram "reinos da violência, do tráfego [sic] de drogas, da ignorância, e de um povo sem inteligência e primitivo".
Pois bem, todos sabem que na Internet são plantadas notícias sérias, mas há aquelas que são forjadas e acobertadas pelo anonimato. Porém, ainda que desconsideremos a notícia acima, não podemos defenestrar de fontes de credibililade como alguns jornais, de brasileiros sérios que embrenham na floresta a procura da complexidade da maior floresta do mundo. E que trazem a luz, a exuberante riqueza, mas principalmente, as inúmeras irregularidades cometidas contra ela e a impassividade dos países que integram à Amazônia Legal, a começar pelo Brasil, que não faz o mais leve aceno para cobater pelo menos parte de seus probemas e fazer jusa ao pedaço continental que lhe pertence, e poder dizer ao mundo sem titubear: "A Amazônia é nossa de fato e de direito!" Nos artigos subseqüentes, o leitor poderá ter uma ligeira idéia deste material resumido, que acima de tudo reuniu opiniões divergentes, porém com inteiro espirito de justiça. De quem é Amazônia, afinal?
A manchete acima, foi publicada no New York Times, na sua edição dominical do dia 18 do mês passado, cujo o resumo da matéria é o seguinte: Uma sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil. No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós"."Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos." O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros."Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços (do presidente Lula) de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais - um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade"."Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las.""É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."
A ocupação não é para a Amazônia, é para o Brasil, se quizermos tê-la.
Na visão do Cel. Gélio Fregapani, conhecedor da região, o problema crucial da Amazônia é que ela ainda não foi ocupada. Ledo engano é supor que a região pertence de fato ao Brasil. Será, sim, do Brasil, quando for desenvolvida por nós e devidamente guardada. Daí porque às potências estrangeiras não têm interesse no desenvolvimento da Amazônia. Por enquanto, Estados Unidos, Inglaterra e França, principalmente, lançam mão, com esse objetivo, da grita ambientalista. Com a região intocada, matam dois coelhos com uma cajadada: mantêm os cartéis agrícolas e de minerais e metais. Dois exemplos: a soja da fronteira agrícola já ameaça a soja americana; e a exploração dos fabulosos veios auríferos da Amazônia poriam em cheque as reservas similares americanas e poderia mergulhar o gigante em recessão. O outro coelho é que, despovoada, inexplorada e subdesenvolvida, não haverá grandes problemas para a ocupação militar da região. Aliás tudo já está preparado para isso. A reserva Ianomâmi - etnia forjada pelos ingleses -, é do tamanho de Portugal e na tríplice fronteira em litígio entre Brasil, Venezuela e Guiana, é a maior e mais rica província mineral do planeta. As Forças Armadas e a Polícia Federal não podem nela entrar, por força de lei. Aproveitando essa brecha, já há manifestação na Organização das Nações Unidas (ONU) de torná-la nação independente do Brasil, por força de armas, se necessário.
É impossível impor regras na Amazônia' Jornal britânico chama ministro Minc de 'hiperativo' e culpa produção de carne e soja pelo desmatamento.
Mais um importante veículo internacional resolveu dar 'palpite' sobre a gestão da floresta amazônica. Dessa vez foi a o renomado jornal britânico The Independente. Segundo uma reportagem publicada nesta sexta-feira é quase impossível para o governo brasileiro controlar o desmatamento e a exploração da floresta, porque não há controle sobre a propriedade de terras na região. A matéria lembra dos índios encontrados recentemente em uma área nunca antese explorada, que também não reconheceriam a soberania brasileira. "Na prática é quase impossível para o governo impor sua vontade nos limites de seu império, mesmo se quisesse. Os membros da tribo fotografada recentemente não são os únicos que não reconhecem a soberania do Brasil na Amazônia", diz a reportagem intitulada "Bem-vindo à nossa selva que encolhe".

sexta-feira, junho 13, 2008

O que salta à primeira vista na fotografia superior do Palácio de Luxemburgo, é a linda curva de balaustres.
Olha-se para ela e tende-se a sorrir, quase como quem agradece o prazer que proporciona essa curva forte e amável.A pena que traçou a tal curva é a de um homem que entende o que é a calma. Um neurastênico não conseguiria desenhá-la. Um espirito sem sutileza também não. este faria uma balaustrada reta. E a linha reta, muitas vezes, aflige o homem, porque gostamos da verdade apresentada com uma pitadinha de fantasia e de poesia.
No palácio, as curvas convivem bem, não se ignoram as regras de transição e de harmonia. Ao contrário do chamado "minhocão" (passagem elevada, em São Paulo), que as ignora. O "minhocão" é um tabuleiro monótono e violento, para ser percorido numa velocidade brutal. Os moradores dos prédios vizinhos estremecem...No Palácio de Luxemburgo, os vasos são bonitos e atendem bem à finalidade de elevar nossa natureza, que tem horror àquilo que é achatado. Entre um leito e outro do jardim, há como que um ponto intermediário, a balaustrada; em seguida, a rampa delicada; e no fim as estátuas. As transições estão perfeitamente bem observadas.
O lindo palácio compõe-se de três partes: uma mais alta, com um teto de ardósia meio azulada e chaminés; um andar intermediário; e por fim uma parte mais baixa. No centro do edifício, onde se encontra a parte mais vigorosa, destacam-se altas colunas. Mas tudo é simétrico como um rosto humano, em que um lado repete o outro. Olhando os dois lados iguais do edifício, a pessoa sente no fundo da alma uma harmonia, que vem do fato de o corpo humano ser também composto de duas partes iguais . Uma repete a outra, e assim nos sentimos agradavelmente em casa vendo os dois lados do edifício.Imaginemos que a parte da fachada de cima, construída com um certo recuo, estivesse alinhada com o resto da construção, e que todo o edifício fosse plano como um paredão. Perderia muito, assemelhar-se-ia a uma carranca enorme diante da qual ficaríamos meio acachapados. Não tornaria agradável o convívio do homem com o palácio.
O Palácio de Luxemburgo grande atração de Paris, abriga a tualmente o Senado da França.
Os mais sensacionais esquadrãoes aéreos estão na Revist@-do-@R. É so lincar na "orelha" deste blog.

quinta-feira, junho 12, 2008

<FERNANDO DE NORONHA>
Com uma beleza natural incomparável e formado por várias ilhas e ilhotas espalhadas no profundo azul do mar do Atlântico, o arquipélago de Fernando de Noronha (nordeste do Brasil), é um dos melhores pontos do País para a prática de mergulho. Pode-se nadar ao lado de golfinhos, tubarões e tartarugas e cercar-se de diversas aves, sempre sob o olhar atento dos agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e do projeto Tamar, que cuida da preservação das tartarugas marinhas. Em meio a esse conjunto de ilhas que somam 26 km2, distantes 345 km de Natal (RN) e 561 km de Recife (PE), tem fauna subaquática comparável à de arquipélagos como Maldivas e Maurício, no Índico, ou à das Ilhas Salmoa, na Polinésia, por exemplo. Espetáculo estonteante, às vistas de qualquer turista, é a diversidade animal e vegetal existente. Com sorte, quando o navio passa ao largo do mar de dentro e deixa para trás a ponta da sapata, os visitantes podem apreciar golfinhos rotadores acompanhando a embarcação.
O morro do Pico, imponente, logo desponta no horizonte (foto) com seus 321 metros, atrás da ilha Dois Irmãos. No entorno do arquipélago, permanece intacto o Parque Nacional Marinho (Parnamar), cuja área de 112,7 km2 é controlada pelo Ibama que, para garantir a manutenção do ecossistema, cobra dos visitantes, em caráter turístico, uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA).
À sua direita, tudo sobre aviação espaço. Link a Revista-AR

quarta-feira, junho 11, 2008

TREM BALA A GRANDE SOLUÇÃOGoverno federal prometeu durante o apagão aéreo, tirar do papel até dezembro projeto debatido há anos. Após anos avançando ao ritmo de uma maria-fumaça, o governo federal finalmente decidiu acelerar o projeto do trem-bala entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Pressionado pelo recente caos aéreo que tomou conta do país desde a queda de um avião da Gol em setembro do ano passado e que se agravou com a explosão do avião da TAM, o Executivo agora corre para lançar o edital de concessão da linha ferroviária até o final do ano ou, no máximo, no início de 2009. O projeto é apontado pelos especialistas como uma das melhores soluções para desafogar a rota entre as duas maiores metrópoles brasileiras, pois atrairá passageiros que hoje se deslocam tanto de avião quanto de ônibus e carro, inclusive para ligar os principais aeroportos paulistas.
Lobby aberto pelo trem-bala Rio-SP e o projeto da nova ferrovia As obras para a implantação do trem-bala que vai ligar Rio e São Paulo vão durar cerca de oito anos e deverão custar R$ 16 bilhões. Para os especialistas no assunto, a implantação do trem uma alternativa aos aviões para o transporte de passageiros entre as duas maiores cidades do país. Em agosto do ano passado, o Jornal do Brasil mostrou que o projeto de trem-bala dormitava no Ministério dos Transportes. Durante um ano, José Francisco das Neves, presidente da Valec, estatal responsável pela construção de ferrovias, analisou três propostas. À época, a Italplan encheu os olhos dos técnicos ao prometer o trem de alta velocidade sem que o governo gastasse nada.
O sistema de transporte aéreo está saturado, por isso está sendo feito um lobby aberto, transparente, para a implantação desse trem afirmou Quintella.
O secretário de Transportes do Rio, Julio Lopes, também defendeu a implantação do trem-bala como forma de desafogar os aeroportos de todo país. Segundo Lopes, as viagens nos trens rápidos durariam pouco mais do que as viagens da ponte aérea, serviriam também para o transporte de cargas e ajudariam a reduzir o fluxo no aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do país. Achamos que a construção de um terceiro aeroporto em São Paulo é um erro. "Precisamos de alternativas na parte de infra-estrutura de transportes."
Um novo aeroporto em São Paulo demandaria investimentos de R$ 3 bilhões. Segundo estimativas os passageiros do trem-bala teriam de pagar cerca de R$ 130 para cada um dos trechos viajado.
De acordo com informações do Ministério dos Transportes, responsável pelos estudos de viabilidade da obra, todo o projeto de infra-estrutura de implantação do trem custará cerca de R$ 16 bilhões e são estimados sete anos para ele ser concluído. O trem bala terá uma velocidade entre 200 km/h a 300 km/h e deverá transportar cerca de 30 milhões de passageiros por ano.
Entre as empresas interessadas em levar o projeto do trem bala adiante estão a Alstom, Siemens, Mitsui, entre outras
Aviação? Espaço? Revista-AR, link à direita deste blog.

segunda-feira, junho 09, 2008

MATO, GROSSO ATÉ QUANDO? (Imagem da porção centro-norte da América do Sul com o arco do desmatamento – indicado em vermelho – na Amazônia Legal brasileira (fonte: D. Ferreira, com dados do Prodes / Inpe e SRTM / Nasa).
Em agosto de 2005, quando os astronautas do ônibus espacial Discovery retornaram à Terra, a comandante Eileen Collins chamou a atenção para o ritmo acelerado do desmatamento no planeta, facilmente observado do espaço. Ao longo de sua existência, e principalmente nas últimas três décadas, o homem consumiu cerca de metade do recurso florestal existente no mundo e as taxas de desmatamento não param de crescer. O Brasil destaca-se nesse cenário tanto por ter a maior floresta tropical do mundo quanto por ser líder mundial em desmatamento. O agronegócio, a exploração madeireira irracional e a especulação fundiária são as causas desse processo. Entre os estados, o Mato Grosso responde por quase 50% do desmatamento anual na Amazônia brasileira. A julgar pelo que ocorre no presente, as projeções futuras apontam para um cenário ambientalmente catastrófico para esse estado, que chegará a 2020 com menos de 23% da sua cobertura florestal original.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até 2005 foi desmatada uma área de 699,2 mil km 2 . Isso equivale a 17,5% da Amazônia brasileira ou 1,3 vezes o território da França. Somente em 2004 foram devastados 23.750 km 2 de florestas na região amazônica – o que equivale, em média, a 4,51 campos de futebol por minuto. A derrubada da floresta na Amazônia brasileira ocorre principalmente no norte de Mato Grosso, no sudeste do Pará e em Rondônia como um todo, em uma imensa região conhecida como arco do desmatamento (ver mapa). Isso é confirmado pelo histórico do desmatamento na última década: Rondônia, Mato Grosso e Pará respondem por mais de 80% do total para a região. Diante desses índices alarmantes, surgem muitas perguntas. Que futuro nos espera? Como estarão as nossas florestas daqui a 10, 15, 20 anos? Que diferentes caminhos podem ser trilhados para a reversão desse quadro? Que postura podemos adotar diante dessa realidade?
SINAL VERMELHO: "O pior está por vir", afirma Minc, sobre desmatamento na Amazônia. Ao comentar os dados divulgados nesta segunda-feira (02) pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que apontam que o desmatamento da Floresta Amazônica no mês de abril atingiu uma área de 1.123 Km², o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o "pior está por vir".Em entrevista coletiva em Brasília, Minc disse que há uma tendência histórica de aumento do desmatamento entre os meses de junho e setembro, meses de estiagem na região e que também é feita a preparação da terra.
Créditos: Daniel Assumpção Costa Ferreira, Santiago Palácios Noguera, Arnaldo Carneiro Filho - Laboratório de Sistemas de Informações Geográficas (Siglab), Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, Britado Soares-Filho Centro de Sensoriamento Remoto (CSR), Universidade Federal de Minas Gerais.
Acesse o link da Revista-AR, e fique por dentro das exibições de Esquadrilha neste mês de junho.

sábado, junho 07, 2008

MONTE RORAIMAFotos: (1) O Monte Roraima está localizado no extremo norte do país, na fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Com mais de 2.800 metros de altura, é possível atingir o cume andando. Lá está a cachoeira mais alta do mundo!; (2)- O Monte Roraima entre nuvens; (3) E um lindo arco-íris o ornamenta.
Para chegar ao topo do Monte Roraima você não precisa ser alpinista e nem mesmo ter noções de escalada. É necessário apenas vontade e preparo físico. O monte faz parte dos Tepuyes, cadeia de montanhas localizada na tríplice fronteira entre Brasil (estado de Roraima), Venezuela e Guiana. Porém, para se chegar andando ao topo do monte de 2.875 metros de altura, o acesso é possível apenas pelo lado venezuelano. O topo é plano, com cerca de 90 km de extensão. Pode-se atingir o cume em apenas dois dias, saindo pela cidade venezuelana Santa Elena de Uairén, mas a visita para aproveitar as belezas do local costuma levar de cinco a sete dias, pois são cerca de 22 km de caminhada, fazendo paradas para descansar no meio do caminho. Deve-se levar todo os equipamentos necessários para acampar, além de alimentos. A distância entre Boa Vista, capital de Roraima,
é Santa Elena de Uairén é de 250 km, feitos de ônibus. O ponto de partida para subir a montanha é a aldeia indígena de Paraitepuy, onde é obrigatório solicitar um guia antes de iniciar a aventura. Os índios da região, da etnia Pemón, cobram cerca de US$ 25,00 pelo percurso (as agências já incluem o valor no pacote). Atrações Há muitas cachoeiras, sendo a maior e mais famosa delas o Salto Angel, com 979 metros de altura, o que a torna a maior do mundo. Na Venezuela, é chamada de "madre de las águas" (mãe das águas). Quando se chega a uma altitude de 2.500 metros, atinge-se o Ponto Triplo, pequena pirâmide de concreto que estabelece a fronteira entre os três, demarcada em 1931. Outras atrações são o Vale dos Cristais, que como o próprio nome diz, é cheio de cristais de quartzo. Este, aliás, era o principal motivo das expedições de europeus para explorar a região no século XVIII. Subindo mais ainda, é possível chegar até o Lago Gladys e ao ponto mais alto do Monte Roraima, a Pedra Maverick, com 2.875 m, que tem esse nome por seu formato ser parecido com o carro. Para se observar outros montes, como o Kukenán e o Chimata, só se a sorte tiver ao seu lado, pois na maioria das vezes as névoas impedem sua visualização. Preservação Em 1989, no governo José Sarney, foi criado o Parque Nacional do Monte Roraima. Porém, a Venezuela já havia criado em 1962 o Parque Nacional Canaima, englobando todos os Tepuyes, inclusive o Monte Roraima. É considerado o maior parque nacional da América Latina, com 3 milhões de hectares (ampliação feita em 1975). O governo do parque (venezuelano) considera especificamente o território do Monte Roraima como sendo 85% da Venezuela, 10% da Guiana e 5% do Brasil.
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sexta-feira, junho 06, 2008

ISRAELENSES CRIAM A MENOR BÍBLIA DO MUNDOCientistas do Instituto Technion, em Haifa (Israel) acabam de bater o recorde de menor Bíblia do mundo – ou, pelo menos, do menor Velho Testamento já impresso. A equipe, liderada por Uri Sivan, diretor do Instituto de Nanotecnologia do Technion, e Alex Lahav, ex-chefe do Instituto de Pesquisas em Microeletrônica, conseguiu “escrever” as 308.428 palavras da primeira parte da Bíblia sobre uma superfície de 0.5mm² de silício, coberta por uma camada de ouro de 20 nanometros. A nanobíblia foi escrita com a técnica de Feixe de Íons em Foco (FIB, na sigla em inglês). Ao se direcionar um feixe de partículas para um ponto sobre a superfície, os átomos de ouro saem desse ponto, expondo assim a camada de silício que estava por baixo. O diâmetro do ponto exposto tem cerca de 40 nanometros. Ao observar as palavras escritas sob um microscópio eletrônico de varredura (SEM, em inglês), os pontos expostos de silício ficam mais escuros que o ouro em sua volta, facilitando a leitura. Ao direcionar um feixe de partículas para vários pontos sobre o substrato, é possível gravar qualquer padrão de pontos, especialmente aquele que represente um texto. Agora, os cientistas estão tentando fotografar a nanobíblia com o SEM. Assim, eles poderão ampliar a fotografia em 10.000 vezes e exibi-la em uma parede gigante na Faculdade de Física do Instituto. Assim, o texto ficará visível a olho nu em um painel de 7m x 7m.
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quinta-feira, junho 05, 2008

INDIOS ISOLADOS TENTAM FLEXAR AVIÃO NO ACRE Índios isolados tentam flechar monomotor durante sobrevôo promovido pela Funai
Fotos: Gleilson Miranda (Agência de Notícias do Acre)
Fotos: (1) - Malocas dos Índios isolados ou arredios na fronteira Acre-Peru; (2)- Guerreiros atiram flexas contra o avião monomotor.
Sim, o Brasil produtor de aviões a jato ainda tem os seus povos das cavernas! Ou melhor, das malocas bem escondidas dentro da grande floresta amazônica, com vestígios de civilização antiga. Eles são os chamados índios isolados, que acabam de ser fotografados de um avião monomotor, em sobrevôos pela floresta densa entre a fronteira do Estado do Acre com o Peru.
Pintados de urucu e jenipapo, alguns guerreiros, ao lado de suas malocas primitivas, aparecem atirando flechas contra o avião e a presença de brancos intrusos, com os quais a maioria deles não teve até hoje qualquer contato. A não ser quando, há alguns anos, alguns flecharam na boca justamente um dos ocupantes do monomotor, o sertanista José Carlos dos Reis Meirelles Júnior, coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental da Funai no Acre, o principal responsável pelo cerco de proteção às áreas em que eles habitam naquela região amazônica.
Pertencentes a quatro etnias ainda não estudadas, os índios isolados ou arredios, como também costumam ser chamados na linguagem antropológica, vivem na região do Vale do Juruá do Acre e também transitam pelo território peruano, onde estariam sendo perseguidos por madeireiros, garimpeiros e narcotraficantes que avançam por sobre a floresta atrás das muitas riquezas que ela oferece, particularmente as chamadas madeiras de lei.
Além dos conflitos com os peruanos, que também exploram ilegalmente madeira em território brasileiro, entrando em constantes conflitos com outros grupos indígenas acreanos, como os Ashaninka, do rio Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo (AC), os isolados também já se conflitaram várias vezes com índios contatados dos altos rios acreanos. Segundo o antropólogo Terri Aquino, que trabalha há 34 anos com os índios do estado, os isolados costumam atacar as casas dos índios contatados para roubar-lhes comida e utensílios domésticos, além de espingardas e facões, que eles também usam como instrumentos de caça e de pesca. Recentemente, alguns deles tentaram flechar a filha do sertanista José Carlos Meirelles, Paula, que trabalha para a Funai em outra frente de proteção etnoambiental no estado.
Pintados de urucu e jenipapo, alguns guerreiros, ao lado de suas malocas primitivas, aparecem atirando flechas contra o avião e a presença de brancos intrusos, com os quais a maioria deles não teve até hoje qualquer contato. A não ser quando, há alguns anos, alguns flecharam na boca justamente um dos ocupantes do monomotor, o sertanista José Carlos dos Reis Meirelles Júnior, coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental da Funai no Acre, o principal responsável pelo cerco de proteção às áreas em que eles habitam naquela região amazônica.
Pertencentes a quatro etnias ainda não estudadas, os índios isolados ou arredios, como também costumam ser chamados na linguagem antropológica, vivem na região do Vale do Juruá do Acre e também transitam pelo território peruano, onde estariam sendo perseguidos por madeireiros, garimpeiros e narcotraficantes que avançam por sobre a floresta atrás das muitas riquezas que ela oferece, particularmente as chamadas madeiras de lei.
Além dos conflitos com os peruanos, que também exploram ilegalmente madeira em território brasileiro, entrando em constantes conflitos com outros grupos indígenas acreanos, como os Ashaninka, do rio Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo (AC), os isolados também já se conflitaram várias vezes com índios contatados dos altos rios acreanos.
Em seu blog, onde foram postadas várias fotos tiradas pelo fotógrafo Gleison Miranda durante o sobrevôo a uma aldeia dos isolados, o presidente da Assembléia Legislativa do Acre, deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), revela que o sertanista Meirelles lhe contou que, após a viagem, já se considerava vencedor ao ver aqueles índios "parrudos", com roçados lotados de banana e macaxeira e dispostos a derrubar avião de flechada.
Segundo o parlamentar, isso só está sendo possível devido ao trabalho de intensa dedicação desenvolvido por José Carlos Meirelles durante muitos anos, evitando que a invasão branca colocasse em risco a sobrevivência destes povos.

quarta-feira, junho 04, 2008

DUAS QUESTÕES:
QUAL É O SER QUE VIVE MAIS TEMPO, E QUAL É O MAIOR DE TODOS?






A vida média de uma mosca doméstica é de apenas 30 dias. O Homem que oficialmente viveu mais tempo (foto), tendo morrido aos 112 anos, foi Antonio Todde, um camponês italiano, citado no livro Guinnes de Recordes, como o homem mais velho do mundo. Seus hábitos: trabalhou durante toda a sua vida, gostava de longas caminhadas e até no dia de sua morte (súbita) não deixou de tomar o seu vinho tinto. Uma mulher segundo dados extra-oficiais é campeão de longevidade entre os seres humanos. Viveu 129 anos. Mas mesmo com essas marcas incomuns, um conhecido réptil vence de mamíferos a insetos:

Em 1776, o explorador francês Marion de Fresne recolheu cinco jabutís Geochelone Sumerei (como o da foto), no seu habitatnatural - as ilhas Seychelles, no Oceano Índico. Dos cinco o que viveu mais tempo morreu em 1928, com 152 anos. A espécie ficou conhecida como tartarugas Marion. "Isso não significa que todos os quelônios - como é chamada a família das tartarugas - cheguem aos 150 anos, mas nos dá uma boa estimativa de seu longevidade", afirma o biólogo Flávio de Barros Molina, chefe do Departamento de Répteis da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. A média de longevidade dos jabutis é de 60 a 80 anos, com grande potencial para chegar aos 100" diz Flávio. Ao contrário dos mamíferos, os quelônios continuam crescendo a vida toda e, quanto mais velhos, mais fortes e mais saudáveis se tornam. As fêmeas mais velhas põem mais ovos e têm filhotes com saúde.
Com referência ao maior ser vivo do mundo (como mostra a foto ao lado), parece não deixar qualquer dúvida, mas não é bem assim: Sem sombra de dúvida, a baleia azul é o maior animal da Terra: chega a medir em média 30 metros de comprimento (o mesmo que um Boeing-737), e seu peso médio é de 135 toneladas, ao passo que o elefante é maior dos animais terrestres, com 3,50 m de altura e peso de até 6.400 kg, enquanto o homem mais alto do mundo mede 2,72 m. Pois é bom lembrar que as plantas também são seres vivos. Por isso, ao nos depararmos com a (foto abaixo) que mostra um fungo chamado Armillaria Ostaoyae, vamos ter uma gramde surpresa:

A maior criatura do planeta foi descoberta apenas em 1996: É um fungo que cresce sob o solo da Floresta Nacional de Malheur, no Estado do Oregon, Estados Unidos. Esse Armillaria Ostoyae, popularmente conhecido com "cogumelo do mel", nasceu como uma partícula minúscula, impossível de ser vista a olho nu, e foi estendendo seus filamentos durante um período estimado em 2.400 anos. Da superfície, dá para ver apenas suas extremidades junto aos troncos das árvores, mas debaixo da terra ele ocupa 880 hectares - o equivalente a 1.220 campos de futebol. "Ele ainda cresce de 70 centímetros a 1,20 metro por ano", diz o engenheiro agrônomo João Lúcio de Azevedo, da USP. Antes de sua descoberta, o maior ser vivo do mundo era outro fungo da mesma espécie, encontrado em 1992. Até os anos 90, o título pertencia a uma árvore sequóia da Califórnia (EUA).
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segunda-feira, junho 02, 2008

Geleira peruana desaparece
“Em 1970 quando observei a Cordilheira Blanca, via um suas encostas os cerros cobertas de neve e gelo. Agora 37 anos depois, o que se pode apreciar ao longo dos 870 kilômetros de Cordilheira é uma franja aonde já não existem glaciares. Em algumas regiões tem desaparecido e em outras estão quase nos cumes". A frase acima, retrata a imprensão exata do conceituado cientísta Mário Zapata, diretor da Universidade de Glaciologia do Instituto Nacional de Recursos Naturais (Inrema), sobre o aquecimento, responsável pelo desaparecimento da geleira Broggi, que fica na Cordilheira Blanca peruana. A geleira Broggi teria desaparecido em 2005, apesar de ter contado com uma superfície superior a 1,8 quilômetro quadrados em 1995, segundo a agência oficial Andina.O Broggi ficava a leste da cidade de Yungay, na província de Huaraz, e a aproximadamente 400 quilômetros ao nordeste de Lima. Além disso, Zapata informou que a geleira Pastoruri também está retrocedendo rapidamente e já não é considerada um nevado (montanha com neves permanentes), mas uma simples cobertura de gelo por causa da perda de 700 quilômetros quadrados de geleira."Vemos também o que era apenas uma massa de gelo que se dividiu em dois e que continua o processo de retrocesso e diminuição da geleira" declarou o cientista. Zapata afirmou que a superfície da Cordilheira Blanca, a cadeia montanhosa coberta de gelo que atravessa o centro do Peru, é de 535 quilômetros quadrados, o que representa uma diminuição de 25% em relação à existente em 1970.O cientista lembrou que entre 1948 e 1977 a média de retrocesso anual das geleiras na cordilheira era de entre oito e nove metros por ano, mas desde 1977 até o momento o retrocesso é da ordem de 20 metros."Há 30 anos começou a acontecer um retrocesso bastante acelerado das geleiras, o que é indubitavelmente conseqüência do aumento de temperatura global do ambiente. São muitos os fatores, mas todos conseqüência da mudança climática", declarou. Além disso, Zapata lembrou que com relação às geleiras não há formas ou técnicas para possibilitar sua recuperação.Teria que começar "a aplicar medidas que permitam diminuir o aumento da temperatura global que origina a mudança climática, mas é uma questão de esforço em nível de todos os países do mundo", concluiu. >Os melhores esquadrões aéreos do mundo, viagens espaciais, etc. Você encontra na nova Revist@-do-@R. É só lincar na orelha deste blog!
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