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quarta-feira, abril 29, 2009

Stress, o mal do século
Considerado uma epidemia mundial, o estresse afeta mais de 90% da população do planeta, segundo levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS). Estima-se que os Estados Unidos, que possuem índice da doença semelhante ao do Brasil, gastem cerca de US$ 300 bilhões (R$ 687 bilhões) com os prejuízos anuais causados pelos problemas decorrentes do estresse, como tratamentos e faltas ao trabalho. A International Stress Management Association, que tem o objetivo de divulgar e discutir soluções para a tensão, revela, no site da entidade, que 70% dos brasileiros sofrem de estresse, sendo que 30% apresentam nível crítico. Quando alguém passa por uma situação indesejável, o corpo libera o hormônio adrenalina. Então, o fígado eleva a quantidade de açúcar no sangue, o coração bate mais rápido, a pressão sanguínea aumenta e o fluxo é desviado para o cérebro e músculos maiores. Se os momentos de estresse ocorrerem repetidas vezes, os efeitos no corpo vão ficando mais intensos. “O estresse é a doença do século e facilita o surgimento de problemas cardíacos e cerebrais”, diz a cardiologista Margarete Oliveira Henriques. Além disso, a pessoa que sofre de estresse crônico fica mais suscetível a enfermidades infecciosas e pode desenvolver hipertensão arterial, diabetes, ausência de menstruação, infertilidade, perda da libido, dores musculares, gastrite e úlcera, entre outras. Podem ocorrer ainda dor no peito, batimentos cardíacos irregulares e, em casos graves, enfarte ou derrame. Do ponto de vista emocional, o estresse crônico pode causar ansiedade, depressão, medo exagerado, hiperatividade, irritabilidade, insônia, dificuldade de concentração, distúrbios de memória, emagrecimento ou ganho de peso excessivo, suor, perda de apetite ou apetite exagerado, sensação de que está sendo perseguido e até síndrome do pânico. O estresse pode acontecer de forma leve – em situações do dia-a-dia, como perder o ônibus, ficar na fila de banco ou no engarrafamento –, ou em um nível mais severo, causado por problemas de relacionamentos, morte de um ente querido, preocupações financeiras e problemas no trabalho, etc.
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