/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

segunda-feira, dezembro 28, 2009

ANO NOVO, DESTINO NOVO
3 -QUE TAL NAVEGAR PELO RIO TIETÊ?
SOROCABA - Aos poucos, o Rio Tietê vai recuperando suas condições de navegabilidade mesmo nos trechos mais poluídos. Depois da inauguração do sistema hidroviário da Grande São Paulo, como parte do Projeto Tietê. O novo trecho navegável vai de Salto a Porto Feliz, na região de Sorocaba, recuperando antiga rota desbravada pelos bandeirantes.
O trânsito de barcos depende ainda de algumas obras de derrocagem - retirada de pedras - no leito do rio, mas estudos, realizados pela Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Jaú, concluíram que o projeto é viável. "Apesar de ainda ser poluído, o rio corta uma região de grande beleza cênica e rica em vegetação e fauna", disse o ex-prefeito de Salto, Geraldo Garcia, defensor entusiasta da navegação e idealizador do projeto. As prefeituras de Itu e Porto Feliz são parceiras.
Segundo Garcia, o trecho poderá ser percorrido em cerca de duas horas por embarcações de porte médio. O plano é integrar no passeio cerca de 40 antigas sedes de fazendas existentes na região, que serviriam como pousadas para os turistas. "A idéia é fazer do turismo no rio um novo ingrediente para a economia da região", disse Garcia. O problema da poluição logo já está superado, com o avanço do projeto de saneamento do rio na capital. O projeto, com assessoria do Sebrae, prevê a participação da iniciativa privada.
O prefeito acredita que o próximo passo será incorporar o trecho entre Porto Feliz e Conchas, integrando a navegação turística à Hidrovia Tietê-Paraná, que tem início nesse município. "Teremos, então, todo o Tietê navegável, a partir de São Paulo." Ele imagina ser possível, em futuro próximo, sair de barco da Marginal Tietê, na Capital, para um passeio até o Lago de Itaipu, no Paraná.
(Amanhã nova dica nesta série especial de fim de ano.

sábado, dezembro 26, 2009

ANO NOVO, DESTINO NOVO
4- MARAÚ: SURPRESA TRANQÜILA E PRESERVADA
A península do Maraú, na Bahia, surpreende logo de chegada. A grande extensão de terra, que começa nas proximidades de Itacaré, junto ao rio das Contas, é o início da Costa do Dendê para quem vem do sul. As águas são tão tranqüilas quanto o ritmo local. É um lugar para chegar, estirar na areia e não pensar em mais nada.
A beleza das praias, da vegetação e da sua culinária impressiona o visitante. É difícil encontrar pedaços de terra onde águas muito claras não se mesclam a uma vegetação preservada e areias branquinhas. A mais conhecida - e famosa, procurada e com infra-estrutura - das praias é a de Taipus de Fora. É lá que se formam as piscinas naturais verdinhas repletas de peixes e outros animais marinhos. Mas fique atento ao calendário lunar. A melhor época para mergulhar é na maré baixa três dias antes da lua cheia e da nova.
O mergulho nas piscinas de Taipus tem uma vantagem sobre outras praias. Com os pés na areia você coloca seu óculos e snorkel e já mergulha. Não é necessário ficar preso a barcos nem horários. A estrada que leva até Barra Grande e Taipus passa pelo pico da região. Ok, são só 51 metros de altura, mas a subida já vale pela vista. É de lá que você consegue ter a noção real de como o braço de terra invade o mar e forma a tranqüila baía de águas quentes. O morro do Taipu, como é chamado o pico, tem um diferencial: um Farol quadrado, coisa que poucos lugares no Brasil têm. Uma visita à península não é completa sem uma passagem pela ponta do Mutá e Barra Grande. A ponta do Mutá merece um dia todo. Não que a praia seja enorme e cheia de atrações. Mas a calma reina e passar correndo pela entrada da baía de Camumu é um verdadeiro sacrilégio.As águas são extremamente calmas, claras e mornas. É entrar e se sentir em um grande lago. A areia, clara e fina, é o melhor palco para assistir o pôr-do-sol na região.
Já Barra Grande é a maior vila da península - e mesmo assim sem o burburinho turístico de outros destinos baianos. Bares descolados, boas pousadas e uma vida noturna um pouco mais agitada se instalaram por ali.

Como chegar>>> É necessário fazer a travessia do povoado de Barra Grande, que dispões de três saídas diárias de barco para Maraú. Por terra, a partida é da cidade de Ubaitaba, na BR 0-30 e prossegue pela BR-101 até a Ponta do Mutá, extremidade da Península. O aeroporto mais próximo fica em Ilhéus, sendo que é possível chegar em pequenos aviões que ligam Morro de São Paulo, Salvador e Barra Grande
(Amanhã têm mais sugestões)

quinta-feira, dezembro 24, 2009

ÔÔÔ! BOM NATAL A UM BILHÃO DE FAMINTOS
Pela primeira vez na história, o número de subnutridos passou de 1 bilhão. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, da sigla em inglês), já são 1 bilhão e 20 milhões de famintos. Em outras palavras, uma em cada seis pessoas não tem o que comer no planeta. A quantidade absurda de gente passando fome não se deve à falta de alimentos. Segundo a FAO, o que se produz é suficiente para todos. O problema é que muitos não têm dinheiro para comprar arroz, feijão ou qualquer comida. O aumento do número de subnutridos está diretamente ligado à crise econômica. Além de perderem empregos, muitos viram pacotes de ajuda de países ricos minguarem. E apesar de os preços de alimentos terem caído, em algumas áreas itens básicos como milho continuam custando o dobro do que há 1 ano. A situação é agravada pela negociação de safras futuras nas bolsas de valores e a ação de especuladores, além do fato de, em países sem mecanismos de proteção e incentivo para pequenos agricultores, muitas famílias desistirem de plantar por não terem como competir com alimentos importados cuja produção foi subsidiada por governos mais ricos.
Segundo a ONU, quantidade de comida produzida daria para todos. Problema é acesso e didtribuição
Foi o que aconteceu no Haiti, só para citar um exemplo. Em meio a reformas neoliberais feitas com a ideia de que o livre mercado tornaria a economia do país mais forte, a taxa de importação de arroz caiu de 50% para 3% e programas de subsídios e apoio para os camponeses foram cancelados. Os agricultores não conseguiram concorrer com o arroz importado dos Estados Unidos e desistiram dos plantios. Hoje, o Haiti é um dos destacados em vermelho no Mapa da Fome da FAO, ou seja, em que mais de 35% do povo sofre desnutrição.
No Brasil, Haiti e África, a subnutrição não respeita fronteiras. A estimativa é que, a cada 6 segundos uma criança morra de fome ou de doenças relacionadas: subnutridos estão mais sujeitos a diarreia e malária, por exemplo. Mesmo entre os países desenvolvidos há famintos. Proporcionalmente, foi nas regiões mais endinheiradas que o número mais cresceu no último ano – uma alta de 15,4%. Isso, apesar de a maior parte dos subnutridos estar na Ásia e em áreas próximas ao Oceano Pacífico – onde são cerca de 642 milhões.
O MAPA DA FOME :

PAÍSES DESENVOLVIDOS: Mesmo os mais ricos do planeta ainda sofrem com a crise. A estimativa é que o número de subnutridos cresceu 15,4% . AMÉRICA: Haiti e Honduras, estão entre os países que têm a situação mais grave. Além de sofrerem instabilidade política. AFRICA ORIENTAL: O preço dos alimentos básicos como arroz e outros ítens que são importados continuam muito altos. - Somália: O país atravessa a pior crise humanitária dos últimos 18 anos. Metade da população (3,6 milhões) estão em situação de emergência. Uganda e Quênia: o preço da comida diminuiu no leste da África, mas continua muito alto. Nos dois países, o preço do milho em 2009 ainda era o dobro do que em 2008. Zimbábue: O país conta com 5,1 milhões de desnutridos e é um dos lugares do mundo onde mais se passa fome. O custo da comida e a variação de preços conforme as safras afetam milhares de família. ÁSIA - A exemplo de Nyanmar, áreas extensas da Ásia foram atingidas por secas, com colheitas comprometidas e camponeses em situação crítica. Em Nyanmar, campos atingidos pelo ciclone Nargis ainda não voltaram a produzir.
SOS - 70%, é o que a produção de alimentos precisa aumentar até 2050 para poder suprir a demanda mundial. Se hoje, que a produção mundial é sufuciente, há um milhão de pessoas passando fome, no futuro, com 2,3 bilhões de bocas a mais para alimentar, o mundo pode entrar em colapso com guerras por comida.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Farmácias abandonadas

Farmácias abandonadas
Muitas drogarias do País, até mesmo as públicas, não contam com a presença de um farmacêutico para orientar a população
Segundo a lei federal 5.991/73, toda farmácia ou drogaria deve contar com um farmacêutico, durante todo o horário de funcionamento. Mas essa é outra lei que não é seguida à risca no Brasil. Em São Paulo, cerca de 14,5% das drogarias privadas não contam com a presença integral desse profissional. O índice é preocupante, mas vem melhorando nos últimos anos. No início da década de 90, 80% dos estabelecimentos paulistas cometiam a irregularidade. Já no setor público a situação é alarmante. Apenas 33% drogarias do Estado contam com a assistência farmacêutica. Representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF) afirmam que, com algumas exceções, o descumprimento da lei por quem deveria fiscalizá-la – vigilâncias sanitárias municipais ou secretarias de saúde municipais – se repete em todo País, com índices ainda piores.Segundo o presidente da Comissão de Saúde Pública do CFF, Vladimir de Santi, a presença do farmacêutico é fundamental para complementar o atendimento médico, principalmente nos estabelecimentos públicos, onde as consultas são precárias. Com isso, os pacientes ficam sem informações básicas. “Hoje, mais de 70% da população busca remédios na rede pública. O acesso aumentou muito. Mas só acesso não garante qualidade do serviço. A população toma remédios de maneira errada. O farmacêutico deveria estar lá para orientar sobre se é para tomar antes ou depois das refeições, com água ou com leite”, explica de Santi. Segundo ele, além de prejudicar a saúde das pessoas, a falta desses profissionais gera prejuízo nas contas públicas. Isso porque o farmacêutico cuida de toda a parte logística, compras e armazenamento. “Está comprovado que cidades que passaram a cumprir a lei tiveram diminuição das perdas econômicas e aumento do acesso aos remédios por parte da população. Foi assim em Fortaleza, Ceará e Pará”, diz.

sexta-feira, dezembro 11, 2009

CRIATURAS DO ABISMO









Veja alguns dos mais estranhos seres vivos do planeta. São Monstros, fósseis vivos e seres fluorescentes, que Vivem no fundo do mar. Apresentamos alguns dos vários animais que foram fotografados e filmados pela cineasta francesa Claire Nouvian, que estão incluidos e não seu livro "Imagens do Fundo do Mar" (The Deep Book) A partir da esq. (1) - Peixe Fantasma; (2) - orelhudo Polvo; (3) - Polvo Telescópio; (4) - Marrus Orthocanna; e (5) Mestesia Wum; e (6) - Bethcondon.













Monstros marinhos, fósseis vivos e seres fluorescentes que Têm em comum o facto de habitarem as zonas mais recônditas d os oceanos. Todos pueden ser vistos pela primeira vez em imagens captadas pela jornalista e cineasta francesa Claire Nouvian, da BBC. Munida de Câmeras Digitais, um profissional conseguiu revelar com detalhe a aventura que empreendeu pelo escuro oceano, a uma profundidade que chegou a sete quilômetros. «Foi como se um véu tivesse Sido levantado, revelando pontos de vista inesperados, Vasto e mais promissores», referiu Nouvian.O da viagem resultado está no livro The Deep, lançado este mês não Reino Unido e nos Estados Unidos: 220 fotografias de seres vivos bizarros e surpreendentes, Acompanhadas por textos escritos pelos maiores especialistas mundiais em oceano profundo,. um dos maiores e mais desconhecidos habitats do planeta, estimando-se que Acolha entre dez e 30 milhões de espécies. Curioso é o fato de apenas cinco por cento do leito do oceano ser conhecido com detalhe. As próximas Gerações de exploradores Têm muito caminho para explorar.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Tempestades, tornados e aquecimento da Terra estão
aumentando ao longo deste século.
Estes e outros assuntos também relevantes começam a
a ser debatidos a partir de hoje na Cúpula do Clima, em
Copenhague na Dinamarca
Enquanto os Estados Unidos se isolam cada vez mais nas discussões sobre o aquecimento global, um novo estudo faz previsões catastróficas sobre os impactos das mudanças climáticas no país e no m,undo. O trabalho sugere que, com os cenários atuais de emissões de gases-estufa, a freqüência de condições que desencadeiam severas tempestades e tornados deve aumentar em mais de 100% só nos Estados Unidos, até o final deste século.Os autores, liderados por Robert Trapp, da Universidade Purdue, em Indiana, avaliaram duas condições típicas das tempestades: a energia dos raios e a variação na velocidade e na direção do vento. Normalmente grandes descargas energéticas e fortes variações no vento em uma área localizada promovem tempestades destrutivas. A equipe trabalhou com modelos climáticos que consideram a elevação de temperatura entre 2C e 6C-prevista no relatório divulgado neste ano pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática). Os pesquisadores norte-americanos descobriram que este aquecimento já deve ser suficiente para aumentar o número de dias com essas condições meteorológicas. O IPCC já havia apontado para este risco. O simples aumento do calor já deve incrementar o nível de precipitações. Mas as intrincadas condições atmosféricas que desencadeiam eventos mais extremos também podem ser afetadas, aumentando a chance de sua ocorrência e outras catástrofes que atingirão o planeta como um todo.

sábado, dezembro 05, 2009

Culturas antigas ansiaram pela imortalidade; hoje ajudam os cientistas. Da morte, ninguém escapa. Da decomposição, porém, alguns conseguem fugir, graças à obra dos embalsamadores. É o caso de Tutancâmon, Lênin, Evita Perón ou de Oetzi, o homem de 5.300 anos encontrado congelado na fronteira da Áustria com a Itália. Difícil mesmo é não se sentir fascinado pelas múmias, assunto que em 2001 ganhou um livro de destaque, que até hoje ainda faz sucesso: – The Mummy Congress (O congresso das múmias em português), da escritora e jornalista canadense especializada em arqueologia Heather Pringle. Quem tem lido, fica sabendo, entre outras coisas, que as múmias egípcias, apesar de serem as mais famosas, não são as mais antigas.
Cerca de 2.500 anos antes do processo ser adotado pelos egípcios, a mumificação já era prática entre os chinchorros, povo que vivia entre o atual norte do Chile e o sul do Peru..

Múmia de jovem egípcio de mais de 2 mil anos tinha uma grave lesão no crânio. Seria agressão?
A inglesa Joyce Filer já levou 15 múmias para sessões de tomografia computadorizada no hospital onde trabalha. “Os exames fornecem informações importantes sobre a saúde do “Egito antigo”, justifica Joyce, egiptóloga do Museu Britânico, de Londres, com especialização em patologia. Graças às imagens, sabe-se, por exemplo, que artrite e osteoporose eram males comuns entre os egípcios. Mais corriqueira ainda era a dor de dente. Enquanto que as análises realizadas nos tecidos mumificados revelam também muitos casos de malária, tuberculose e esquistossomose adquiridas em banhos no Rio Nilo. Com tantos problemas e poucos recursos, não é a toa que a expectativa de vida na época fosse de 35 e 40 anos. Essas tomografias computadorizadas também revelaram um fato curioso: Joyce descobriu uma grave lesão na cabeça de Artemidores, jovem egípcio de 2.100 anos. “Pancadas desse tipo, são geralmente resultado de agressões físicas” , diz, após analisar as imagens de múmia feitas pelo hospital da “Universidade de Londres.

A múmia mais famosa do mundo moderno está em um mausoléu na Praça Vermelha, em Moscou. O corpo do líder comunista Vladimir Lênin (foto), morto em 1924, foi preservado por uma equipe de embalsamadores que trabalhou durante cinco meses para criar a ilusão de que ele estava apenas dormindo. Seu rosto e mãos ainda estão à mostra, mas o resto do corpo está coberto por uma roupa preta, que impede a visão da decomposição.

terça-feira, dezembro 01, 2009

Impacto de sonda da Nasa confirma água na Lua
Os resultados do impacto que a Nasa (agência espacial norte-americana) realizou com uma sonda na Lua confirmaram quantidade significativa de água no satélite da Terra. A água representa um potencial recurso para sustentar uma futura exploração lunar. (Na foto abaixo, enviada pelo nosso colaborador Bruno Kirsten, de Houstou, TX, mostra região da Lua atingida por impacto da Nasa, cerca de 20 segundos depois, com destaque para o material ejetado da superfície).
Dados preliminares do LCross, indicam que a missão descobriu água com sucesso durante os impactos realizados em 9 de outubro, na região permanentemente coberta de sombras de Cabeus, no polo sul da Lua.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, cientista do LCross e principal pesquisador do Centro de Pesquisa em Moffet Field, da Nasa.
"Múltiplas linhas de evidência" mostram que a água estava presente nas duas partes do material expelido pela cratera Cabeus, o que torna "seguro dizer que ela possui água", completa ele. O grupo de pesquisa utilizou conhecidas "assinaturas" espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado pela LCross para a verificação. Cientistas especularam por muito tempo sobre a fonte de vastas quantidades de hidrogênio que foram observados nos polos lunares. As descobertas da LCross mostram que a água na Lua deve ser em maior quantidade e mais distribuída pelo astro do que suspeitado previamente.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro do LCross criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera, diz a Nasa. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e a segunda, de materiais mais pesados. "Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e por extensão do Sistema Solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.
As áreas permanentemente sombreadas "guardam uma chave" para a história e evolução do Sistema Solar", diz o comunicado da Nasa.

Fonte: FSP

sábado, novembro 28, 2009

--FS-- "Arquivos de um Repórter"

Cão não consegue dono por ser muito feio Um cãozinho chamado de ET e deixado por seu antigo dono em um canil do México, não consegue encontrar um novo lar porque é muito feio. No início, os funcionários do local acharam que o animal cheio de manchas estava sofrendo de uma infestação severa de pulgas, mas logo descobriram que ele era uma raça rara que valia centenas de libras, de acordo com reportagem do jornal britânico "The Sun".
Mas apesar de ser um dos 27 cães pelados mexicanos - que pessoas acreditam ter poderes de cura - na Inglarerra, o cãozinho ET não atraiu nenhum novo dono. "Quando o vi pela primeira vez, pensei 'Meu Deus, o que é isso?'", contou Dawn Fields, funcionária do canil, que acredita que o motivo da rejeição é puramente pela aparência de ET.
No próximo --FS-- têm mais novidades...

quarta-feira, novembro 25, 2009

As cidades perdidas da Amazônia
A floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece
Kuhikugu, conhecida pelos arqueólogos como sítio X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu na Amazônia. Abrigava mil pessoas ou mais e servia como o eixo central de uma rede de aldeias menores.
Quando o Brasil criou o Parque Indígena do Xingu em 1961, a reserva estava longe da civilização moderna, aninhada bem no limite ao sul da enorme floresta amazônica. Em 1992, na primeira vez em que fui morar com os cuicuro, uma das principais tribos indígenas da reserva, as fronteiras do parque ainda ficavam dentro da mata densa, pouco mais que linhas sobre um mapa. Hoje o parque está cercado de retalhos de terras cultivadas, com as fronteiras frequentemente delimitadas por um muro de árvores. Para muitos forasteiros, essa barreira de torres verdes é um portal como os enormes portões do Parque Jurássico, separando o presente: o dinâmico mundo moderno de áreas cultivadas com soja, sistemas de irrigação e enormes caminhões de carga; do passado: um mundo atemporal da Natureza e de sociedade primordiais.Muito antes de se tornar o palco central na crise mundial do meio ambiente como a gigantesca joia verde da ecologia global, a Amazônia mantinha um lugar especial no imaginário ocidental. A mera menção de seu nome evoca imagens de selva repleta de vegetação respingando água, de vida silvestre misteriosa, colorida e com frequência perigosa, de um entremeado de rios com infinitos meandros e de tribos da Idade da Pedra. Para os ocidentais, os povos da Amazônia são sociedades extremamente simples, pequenas tribos que mal sobrevivem com o que a Natureza lhes oferece. Têm conhecimento complexo sobre o mundo natural, mas lhes faltam os atributos da civilização: o governo centralizado, os agrupamentos urbanos e a produção econômica além da subsistência. Em 1690, John Locke proclamou as famosas palavras: “No início todo o mundo era a América”. Mais de três séculos depois, a Amazônia ainda arrebata o imaginário popular como a Natureza em sua forma mais pura, e como lar de povos aborígines que, nas palavras de Sean Woods, editor da revista Rolling Stone, em outubro de 2007, preservam “um estilo de vida inalterado desde o primórdio dos tempos”.A aparência pode ser enganosa. Escondidos sob as copas das árvores da floresta estão os resquícios de uma complexa sociedade pré-colombiana. Trabalhando com os cuicuro, escavei uma rede de cidades, aldeias e estradas ancestrais que já sustentou uma população talvez 20 vezes maior em tamanho que a atual. Áreas enormes de floresta cobriam os povoados antigos, seus jardins, campos cultivados e pomares que caíram em desuso quando as epidemias trazidas pelos exploradores e colonizadores europeus dizimaram as populações nativas. A rica biodiversidade da região refl ete a intervenção humana do passado. Ao desenvolverem uma variedade de técnicas de uso da terra, de enriquecimento do solo e de longos ciclos de rotatividade de culturas, os ancestrais dos cuicuro proliferaram na Amazônia, apesar de seu solo natural infértil. Suas conquistas poderiam atestar esforços para reconciliar as metas ambientais e de desenvolvimento dessa região e de outras partes da Amazônia.

Michael J. Heckenberger vem fazendo pesquisas arqueológicas na região do Xingu e em outras partes da Amazônia brasileira desde 1992, mais recentemente como professor da Universidade da Florida

terça-feira, novembro 24, 2009

TEORIA DA EVOLUÇÃO EM XEQUE
A Teoria da Evolução, apresentada por Charles Darwin, no século 19, segundo a qual a espécie humana teria evoluído dos macacos, corre o risco de cair por terra. Foi identificada recentemente uma evolução paralela entre homens e primatas. O estudo foi apresentado por pesquisadores coordenados pelo cientista norte-americano Tim White, do Centro de Pesquisa Sobre Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, e publicado na edição de 2 de outubro último, da revista “Science”. Segundo informações divulgadas pelas agências de notícias internacionais “AP” e “AFP”, ao estudar o fóssil de uma fêmea da espécie Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos, batizada pelos cientistas de “Ardi”, a equipe de White identificou características que não correspondem nem a humanos nem a macacos. Ele esclareceu que “a mão de
Ardi, inclusive, é mais primitiva que a de um chimpanzé”.
Cientistas concluem, em recente estudo, que homens e macacos podem ter evoluido paralelamente
O fóssil foi encontrado na Etiópia, no início dos anos 90. Durante cerca de 15 anos, os pesquisadores analisaram crânio, dentes, pélvis, mãos, pés e outros ossos. Darwin acreditava que ao ser encontrada uma espécie que fosse o elo perdido entre primatas e humanos, sua tese evolucionista seria comprovada. Desde então, cientistas buscam avidamente encontrar qualquer vestígio arqueológico que possa comprovar a teoria dele. A revelação deste estudo não chega a comprovar que Darwin estava errado, mas pode demonstrar que é pouco provável que ele estivesse certo.

segunda-feira, novembro 23, 2009

MÁQUINA DO TEMPO começa a operar na sua segunda tentativa.
Conheça um pouco desta máquina que pode esclarecer vários enígmas.
O acelerador de partículas do Laboratório Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) deve ter sido acionada pela segunda vez neste final de semana. Apesar de um pequeno incidente causado semana passada, conforme informação de uma porta-voz do CERN para Agência Efe. "É que na terça-feira passada, "um pedaço de pão, que achamos que era levado por um pássaro, caiu sobre o transformador elétrico do acelerador".Isso provocou um curto-circuito no equipamento, que fica na superfície - ao contrário do acelerador em si, que está situado em um túnel circular de 27 quilômetros sob a fronteira entre França e Suíça -, causando o aquecimento de dois de seus setores. Além disso, o incidente provocou uma interrupção do sistema de resfriamento do acelerador de partículas, acrescentou a porta-voz, o qual destacou que os dois setores afetados já foram resfriados até sua temperatura operacional. Segundo porta-vozes do CERN, o incidente não alterou os planos para poder ser iniciado no último fim de semana, ou por volta da próxima semana, quando o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), o maior acelerador de partículas já construído. O LHC ficou mais de um ano parado devido a uma grave avaria ocorrida dez dias depois de começar seus trabalhos em setembro de 2008. Após o vazamento do incidente do pedaço de pão, o CERN quis minimizar o ocorrido e lidou com a situação com bom humor.
Vamos saber mais sobre os objetivos da chamada máquina do tempo:
1º) Qual a origem da matéria? 2º) Do que é feito o universo? Para muitos cientistas, tentar decifrar inúmeras questões como estas pode ter uma resposta inusitada: "viajar no tempo"! Mas vamos explicar melhor. Na verdade, com um projeto de tamanho estratosférico, digno das pesquisas envolvidas, o CERN (Organização Européia de Pesquisa Nuclear, construiu o LHC (Large Hadron Collider) ou o mais poderoso acelerador de partículas do mundo. Ou quem sabe, a máquina do tempo! Claro, não como vemos em filmes de ficção. A idéia é tentar recriar o que aconteceu no universo, uma fração de segundo após o Big Bang. Para tanto, chama-se este projeto de "A coisa mais complicada já construída pelo ser humano". Afinal, mesmo tendo sido iniciado em 1993 algo parecido no estado do Texas, foram escavados mais de 14 quilômetros de túneis, mas os americanos desistiram de encarar tamanha tarefa sozinhos.
Afinal, o que é essa máquina do tempo? De forma simplista, trata-se de uma impressionante estrutura embaixo da fronteira franco-suíça, perto de Genebra, e que é o maior e mais complexo instrumento científico do mundo. São 27 quilômetros de túneis (fotos 3 e 4), que visam colidir dois feixes de prótons a 99,9% da velocidade da luz. Esperam então os cientistas que se recrie situações que não existem desde o Big Bang, conseguindo assim um melhor entendimento do Universo. As forças liberadas serão capazes não só de distorcer o espaço (assim como a gravidade distorce o espaço ao redor da terra), mas também o tempo! Por isso, é comparada a uma máquina do tempo
Como cita a pesquisa publicada por Irina Arefieva e Igor Volovich: "...na relatividade geral, uma curva no espaço/tempo irá correr do passado para o futuro. Mas, em alguns espaços as curvas podem se encontrar gerando uma curva mais fechada, o que é interpretado como uma máquina do tempo - o que sugere a possibilidade de viagens no tempo". Dois prótons viajarão em direções opostas e colidirão em quatro pontos ao longo do caminho - replicando as condições do Big Bang " do plasma cósmico", um misterioso estado, quase líquido, que ocorreu antes dos quarks esfriarem suficientemente para permitir que átomos se formassem. O acelerador de partículas irá forçar os quarks a se separar e recriar o "plasma cósmico" original e reconstruir as condições do Big Bang. Será possível?! No gigantesco túnel, estão localizados 4 detectores do tamanho de edifícios (nas duas primeiras fotos).

terça-feira, novembro 17, 2009

População é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte 210 milhões de metros cúbicos de terra e rocha precisam ser retirados para a construção da hidrelétrica. Na obra do Canal do Panamá, foram retirados 203 milhões de metros cúbicos. Fotos: (1) O Rio Xingu; (2) Local determinado para a construção da usina Belo Monte. Antes do recente apagão, vinha ganhando força a discussão sobre a necessidade e a viabilidade da instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, Região Norte do Brasil. O polêmico projeto é o maior do setor desde a construção de Itaipu, a usina binacional gigante, construída na fronteira entre Brasil e Paraguai nas, décadas de 1970 e 1980, durante a Ditadura Militar. O investimento necessário e as dificuldades técnicas para a construção de três pontos de represamento do rio são tão grandes que a obra tem sido comparada à abertura do Canal do Panamá, empreitada executada no começo do século passado que possibilitou a ligação do Oceano Pacífico com o Oceano Atlântico. Um trabalho colossal que demorou 10 anos para ser concluído e no qual morreram 25 mil operários de doenças tropicais como febre amarela e em acidentes. O projeto de Belo Monte conta com amplo apoio do Governo Federal e é considerado estratégico pelo Ministério de Minas e Energia para garantir energia suficiente para o crescimento do País e para manter afastado o fantasma de outros apagões energéticos no futuro. Em 29 de setembro último, durante o 6º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, o ministro da pasta, Edison Lobão, reafirmou que o Governo pretende concluir até o fim do ano o leilão para construção da obra e lamentou a resistência e as críticas à instalação da usina. Entre os opositores estão desde procuradores do Ministério Público Federal até integrantes de movimentos sociais; desde acadêmicos e especialistas da área, índios que vivem em regiões próximas e que serão afetados pelas barragens. A principal reclamação é a maneira como foram conduzidas as audiências públicas e a velocidade com que foram emitidas as licenças ambientais. Os procuradores do Pará, Ubiratan Cazetta e Daniel Avelino, ajuizaram, em setembro, ação civil pública pedindo que sejam feitas novas consultas antes que o projeto seja encaminhado. Eles alegam que a população não teve como participar e que os debates realizados foram insuficientes considerada a dimensão da obra. Como as discussões foram concentradas nas cidades-sedes, milhares de pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas acabaram excluídas. Além disso, aconteceram problemas nas audiências. Na de Belém, realizada em 15 de setembro, o teatro com capacidade para 480 lugares ficou lotado e dezenas de interessados acabaram impedidos de entrar pela Força Nacional de Segurança.
>>>Amanhã: O mais profundo mergulho da história...
Fonte: "FU"

sexta-feira, novembro 06, 2009

LIMITES DA PACIFICAÇÃO
Muros e muralhas fazem parte da história da humanidade construídos para separarem nações em conflito. Algumas destas construções incluem armadilhas para tanques, cercadas de campos minados e cercas de arame farpado. Também são guardadas por grupos militares e uma parte enterrada para evitar fugas através de buracos.
Muralha de Jericó: A mais antiga muralha na Palestina. Impedia o exército israelita de entrar em Canaã; Muro das Lamentações: o que sobrou do segundo templo reconstruído de Salomão depois que os judeus foram definitivamente expulsos pelos romanos da Palestina; Grande Muralha da China: (foto à dir.), começou a ser construída pelo imperador Qin durante a sua dinastia, para defender seu reino contra a pilhagem de tribos nômades; Muro de Berlim: durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas, viu a cidade ser dividida por um imenso muro de 162 km de extensão; Muro de Marrocos: assim como as terras da Cisjordânia, o Saara Ocidental, no oeste africano, também é uma região em disputa. Com o fim da colonização espanhola, a região foi repartida entre Marrocos e Mauritânia. O exército marroquino avançou e construiu um muro de 1.500 km e 4 metros de altura, concluído em 1987; Muro da Cisjordânia: (foto à dir.), os israelenses começaram a construir, recentemente em 2002, entre Israel e Cisjordânia, um “muro de proteção” destinado a impedir ataques palestinos. Em torno de 360 km com mais de 4 metros de altura e feito de concreto dos mais resistentes, para impedir atentados com armas de médio porte (tanques e pequenos blindados); Muro dos Estados Unidos com o México: para tentar impedir a entrada ilegal no país, o governo norte-americano construiu um primeiro muro que isola a Califórnia do território mexicano; Muro Iraque-Arábia Saudita: a primeira fase da construção de um muro de 900 km ao longo da fronteira entre a Arábia Saudita e o Iraque ficará pronta este ano, segundo o Ministério do Interior saudita. O Iraque tem fronteiras com a Arábia Saudita, Kwait, Turquia, Irã, Jordânia e Síria; Muro de Belfat: Construído para separar a classe católica da protestante em Torrens, bairro de Belfast, capital da Irlanda do Norte.PERSEGUIÇÕES RELIGIOSASA intolerância religiosa tem originado, no seu estado mais extremo, perseguições, prisões ilegais, espancamentos, torturas, execução injustificada, negação de benefícios de direitos e liberdades civis e até guerras. Na Somália, cristãos vivem fugindo para não serem mortos por militantes do grupo Al Shabab (que luta por um governo de transições). Muitos já foram decapitados tendo como motivo a conversão do islamismo para o cristianismo. Há notícias anônimas de que cristãos encontrado com bíblias foram executados. No caso da Somália, sem que alguém consiga justificar tanta barbárie, há e não deveria jamais tal fato acontecer. Afinal, os islâmicos têm um líder: Maomé. Ao passo que Jesus Cristo é o guia espiritual da maioria das religiões ocidentais. Citamos a pouco, o Muro de Belfast, construído para separar católicos, de protestantes, mesmo havendo entre as facções um ponto em comum: ambas, são Cristãs.
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