O país reúne 5% de todas as espécies vivas do planeta e têm mais de cinco vulcões at




ESTE BLOG FOI CRIADO NO TEXAS - (EUA)EM 2006, PELO MEU FILHO ROBERTO JR., COM A PROPOSTA DE DESTACAR SÓ ASSUNTOS RELEVANTES, COMO: CIÊNCIA, HISTÓRIA,AVIAÇÃO, TURISMO, ESPORTE, ACONECIMENTOS INSÓLITOS E ATUAIS...DEI-LHE O NOME DO MEU 1º LIVRO: "ARQUIVOS DE UM REPÓRTER", QUE FOI LANÇADO EM 2004, E QUE OS CEDI GRACIOSAMENTE,À UNIVESIDADES E BIBLIOTECAS PÚBLICAS DO BRASIL E DOS EUA.
Cinqüenta anos de vôos espaciais levaram pessoas até a Lua e enviaram veículos não tripulados para os limites do sistema solar. O que os próximos 50 anos poderiam trazer? Muito mais, ou potencialmente não muito mais. A viagem espacial financiada pelo governo poderá estagnar diante da crescente aversão dos Estados Unidos ao risco e uma espécie de enfado orbital. Afinal, a Nasa tentou por mais de uma década desenvolver veículos substitutos aos falhos ônibus espaciais e está no processo de tentar novamente.O setor privado está aumentando sua participação, mas o setor ainda é frágil. Michael D. Griffin, administrador da Nasa, disse estar confiante de uma coisa no futuro previsível: "Nós teremos um programa espacial". Fora isto, nada se sabe.
A única coisa da qual estamos certos", escreveu Griffin em um recente ensaio para o site da revista "Aviation Week and Space Technology", "é que se tentarmos prever o mundo de 2057, duas gerações à frente, nós erraremos". Mas especialistas em governo, indústria e ciência concordam que estas três tendências mais amplas moldarão as próximas décadas no espaço:-A Nasa embarcou em um programa para retorno à Lua em 2020, não apenas para o que alguns críticos chamam de "bandeiras e pegadas", mas sim para uma presença duradoura, com pesquisa científica e preparação para expedições a asteróides e, eventualmente, a Marte. O programa do ônibus espacial será encerrado em 2010 para a criação da próxima geração de novos veículos.-(Como o da foto?). Outros países, notadamente a Rússia e a China, têm planos ambiciosos e poderão estimular uma corrida espacial como a que enviou os americanos à Lua. "Foi necessário o Sputnik para reconhecermos do que a União Soviética era capaz", disse Harrison H. Schmitt, que voou na última missão para a Lua, em 1972. "Eu não sei o que será necessário desta vez."-O empreendimento privado está dando passos à frente, começando pelo turismo espacial e, posteriormente, serviços de transporte para a Nasa e outros governos até postos avançados como a Estação Espacial Internacional. Além disto, empreendimentos poderiam incluir mineração em asteróides e produção de medicamentos no espaço.
Nas fotos: Esquimós na região do Ártico construindo um iglu (habitação temporária); e um casal de esquimós (povo da Groenlândia, da Sibéria e do norte da América).
O FUTURO DO URSO POLAR - O futuro desse belo animal polar está diretamente ligado a preserveção da flora e da fauna ártica. Até não muito tempo atrás, antes que o homem branco chegasse aquelas paragens frias e desérticas, os animais que ali viviam não corriam nenhum perigo de extinção. Os esquimós e o urso polar principal predador local, caçavam apenas o necessário à sua sbrevivência. Essa situação demorou muito para ser alterada. O rigoroso clima da região impediu por muito tempo a exploração nesta parte da Terra, que ficou sendo a última fronteira intacta do mundo. Aos poucos o ártico vai sendo ocupado.
Atualmente existem cerca de 20 milhões de ursos que habitam a região ártica. Esse mamífero aquático, sofre dois tipos de ameaças por parte do homem: são freqüentemente vítimas do óleo que os navios despejam no oceano ártico e todos os anos milhares deles morrem a pauladas, desfechadas por caçadores em busca de sua pele (para o vestuário de senhoras exigentes e inconsequentes). Para que isso não ocorra também com o urso polar, os países cujos territórios se estentem até o ártico estão fazendo um esforço conjunto no sentido de preserva-lo da extinção.
A sonda espacial Mars Odyssey, da Nasa, encontrou evidências do que parecem ser sete cavernas na encosta de um vulcão marciano.
A sonda espacial Mars Odyssey encontrou evidências do que parecem ser sete cavernas na encosta de um vulcão marciano, disse a agência espacial Nasa no decorer desta semana. A sonda enviou imagens do que aparentemente são aberturas muito escuras e quase circulares, que parecem levar para espaços subterrâneos."Elas são mais frias que a superfície em volta, durante o dia e mais quentes à noite", disse Glen Cushing, da equipe de astrogeologia da Pesquisa Geológica dos EUA e da Universidade do Norte do Arizona."Seu comportamento térmico não é tão constante quanto o das grandes cavernas da Terra, que muitas vezes mantêm uma temperatura estável permanentemente, mas é consistente com a possibilidade de se tratar de buracos profundos na superfície."Os buracos, que foram apelidados pelos pesquisadores de "sete irmãs", estão numa das maiores altitudes de Marte, num vulcão chamado Arsia Mons, próximo à montanha mais alta do planeta, explicaram os pesquisadores na revista Geophysical Research Letters."Sejam apenas fossas verticais profundas ou aberturas para cavernas espaçosas, são entradas para o subterrâneo de Marte", disse Tim Titus, pesquisador da USGS. "Em algum lugar de Marte, cavernas podem proporcionar um nicho protegido para a vida, no passado ou na atualidade, ou abrigo para seres humanos no futuro."Mas não essas cavernas."Elas estão numa altitude tão grande que são péssimas candidatas seja para o uso como habitação humana seja para ter vida microbiana", afirmou Cushing. "Mesmo que a vida já tenha existido em Marte, ela não deve ter migrado até aquela altitude."
Para satisfazer aos interessados e também os curiosos, o nosso Blog, manteve contato com a Escola de Boituva na nossa região, por ser uma escola de paraquedismo de qualidade, autorizada a ministrar o curso pela USPA, um método moderno e avançado na formação de para-quedistas
Fique por dentro: O curso é composto por 10 horas de aula teórica, um salto duplo de instrução e mais 8 saltos livres. Em sua formação o aluno será cadastrado à entidade, que tem mais de 30.000 membros e receberá a carteirinha USPA que dará direito a ele, saltar em qualquer lugar do mundo.
Ao final do curso o aluno passará por um “equipamento suspenso” que irá simular todas as condições do salto e assim será possivel aquilatar se o aluno está preparado para o salto.
Quanto melhor preparado o aluno estiver, melhor será seu desempenho em queda livre. Por isso, acreditamos que com uma boa didática e treinamentos exaustivos no solo, o aluno apresentará um bom desempenho em queda livre e assim não precisará repetir nenhum salto.
Após a aula teórica o aluno estará pronto para começar a saltar. Nos 3 primeiros saltos, ele será acompanhado por 2 instrutores com a função de mantê-lo estável na queda-livre. Os saltos serão feitos a 12.000 pés com uma queda livre de aproximadamente 50 segundos. Eles serão acompanhados durante toda queda livre até o momento da abertura do pára-quedas.
Quando o pára-quedas abrir o aluno manterá contato através de rádio com um instrutor no solo para auxiliar sua navegação e fazer com que ele pouse no alvo.
No terceiro salto os instrutores soltam o aluno, que vai demonstrar se consegue ficar equilibrado. Se cumprir os objetivos pré estipulados do salto, a partir do quarto salto até o sétimo, o aluno saltará acompanhado de apenas um instrutor.
No oitavo salto, (se o aluno não repetir nenhum nível), ele poderá saltar sozinho. A cada nível (salto) o aluno deve realizar algumas tarefas e desta forma é avaliado e aprovado para o próximo nível (salto).
Indicamos: (19)3246.0455, ou reservas@azuldovento.com.br