/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

sexta-feira, dezembro 11, 2009

CRIATURAS DO ABISMO









Veja alguns dos mais estranhos seres vivos do planeta. São Monstros, fósseis vivos e seres fluorescentes, que Vivem no fundo do mar. Apresentamos alguns dos vários animais que foram fotografados e filmados pela cineasta francesa Claire Nouvian, que estão incluidos e não seu livro "Imagens do Fundo do Mar" (The Deep Book) A partir da esq. (1) - Peixe Fantasma; (2) - orelhudo Polvo; (3) - Polvo Telescópio; (4) - Marrus Orthocanna; e (5) Mestesia Wum; e (6) - Bethcondon.













Monstros marinhos, fósseis vivos e seres fluorescentes que Têm em comum o facto de habitarem as zonas mais recônditas d os oceanos. Todos pueden ser vistos pela primeira vez em imagens captadas pela jornalista e cineasta francesa Claire Nouvian, da BBC. Munida de Câmeras Digitais, um profissional conseguiu revelar com detalhe a aventura que empreendeu pelo escuro oceano, a uma profundidade que chegou a sete quilômetros. «Foi como se um véu tivesse Sido levantado, revelando pontos de vista inesperados, Vasto e mais promissores», referiu Nouvian.O da viagem resultado está no livro The Deep, lançado este mês não Reino Unido e nos Estados Unidos: 220 fotografias de seres vivos bizarros e surpreendentes, Acompanhadas por textos escritos pelos maiores especialistas mundiais em oceano profundo,. um dos maiores e mais desconhecidos habitats do planeta, estimando-se que Acolha entre dez e 30 milhões de espécies. Curioso é o fato de apenas cinco por cento do leito do oceano ser conhecido com detalhe. As próximas Gerações de exploradores Têm muito caminho para explorar.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Tempestades, tornados e aquecimento da Terra estão
aumentando ao longo deste século.
Estes e outros assuntos também relevantes começam a
a ser debatidos a partir de hoje na Cúpula do Clima, em
Copenhague na Dinamarca
Enquanto os Estados Unidos se isolam cada vez mais nas discussões sobre o aquecimento global, um novo estudo faz previsões catastróficas sobre os impactos das mudanças climáticas no país e no m,undo. O trabalho sugere que, com os cenários atuais de emissões de gases-estufa, a freqüência de condições que desencadeiam severas tempestades e tornados deve aumentar em mais de 100% só nos Estados Unidos, até o final deste século.Os autores, liderados por Robert Trapp, da Universidade Purdue, em Indiana, avaliaram duas condições típicas das tempestades: a energia dos raios e a variação na velocidade e na direção do vento. Normalmente grandes descargas energéticas e fortes variações no vento em uma área localizada promovem tempestades destrutivas. A equipe trabalhou com modelos climáticos que consideram a elevação de temperatura entre 2C e 6C-prevista no relatório divulgado neste ano pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática). Os pesquisadores norte-americanos descobriram que este aquecimento já deve ser suficiente para aumentar o número de dias com essas condições meteorológicas. O IPCC já havia apontado para este risco. O simples aumento do calor já deve incrementar o nível de precipitações. Mas as intrincadas condições atmosféricas que desencadeiam eventos mais extremos também podem ser afetadas, aumentando a chance de sua ocorrência e outras catástrofes que atingirão o planeta como um todo.

sábado, dezembro 05, 2009

Culturas antigas ansiaram pela imortalidade; hoje ajudam os cientistas. Da morte, ninguém escapa. Da decomposição, porém, alguns conseguem fugir, graças à obra dos embalsamadores. É o caso de Tutancâmon, Lênin, Evita Perón ou de Oetzi, o homem de 5.300 anos encontrado congelado na fronteira da Áustria com a Itália. Difícil mesmo é não se sentir fascinado pelas múmias, assunto que em 2001 ganhou um livro de destaque, que até hoje ainda faz sucesso: – The Mummy Congress (O congresso das múmias em português), da escritora e jornalista canadense especializada em arqueologia Heather Pringle. Quem tem lido, fica sabendo, entre outras coisas, que as múmias egípcias, apesar de serem as mais famosas, não são as mais antigas.
Cerca de 2.500 anos antes do processo ser adotado pelos egípcios, a mumificação já era prática entre os chinchorros, povo que vivia entre o atual norte do Chile e o sul do Peru..

Múmia de jovem egípcio de mais de 2 mil anos tinha uma grave lesão no crânio. Seria agressão?
A inglesa Joyce Filer já levou 15 múmias para sessões de tomografia computadorizada no hospital onde trabalha. “Os exames fornecem informações importantes sobre a saúde do “Egito antigo”, justifica Joyce, egiptóloga do Museu Britânico, de Londres, com especialização em patologia. Graças às imagens, sabe-se, por exemplo, que artrite e osteoporose eram males comuns entre os egípcios. Mais corriqueira ainda era a dor de dente. Enquanto que as análises realizadas nos tecidos mumificados revelam também muitos casos de malária, tuberculose e esquistossomose adquiridas em banhos no Rio Nilo. Com tantos problemas e poucos recursos, não é a toa que a expectativa de vida na época fosse de 35 e 40 anos. Essas tomografias computadorizadas também revelaram um fato curioso: Joyce descobriu uma grave lesão na cabeça de Artemidores, jovem egípcio de 2.100 anos. “Pancadas desse tipo, são geralmente resultado de agressões físicas” , diz, após analisar as imagens de múmia feitas pelo hospital da “Universidade de Londres.

A múmia mais famosa do mundo moderno está em um mausoléu na Praça Vermelha, em Moscou. O corpo do líder comunista Vladimir Lênin (foto), morto em 1924, foi preservado por uma equipe de embalsamadores que trabalhou durante cinco meses para criar a ilusão de que ele estava apenas dormindo. Seu rosto e mãos ainda estão à mostra, mas o resto do corpo está coberto por uma roupa preta, que impede a visão da decomposição.

terça-feira, dezembro 01, 2009

Impacto de sonda da Nasa confirma água na Lua
Os resultados do impacto que a Nasa (agência espacial norte-americana) realizou com uma sonda na Lua confirmaram quantidade significativa de água no satélite da Terra. A água representa um potencial recurso para sustentar uma futura exploração lunar. (Na foto abaixo, enviada pelo nosso colaborador Bruno Kirsten, de Houstou, TX, mostra região da Lua atingida por impacto da Nasa, cerca de 20 segundos depois, com destaque para o material ejetado da superfície).
Dados preliminares do LCross, indicam que a missão descobriu água com sucesso durante os impactos realizados em 9 de outubro, na região permanentemente coberta de sombras de Cabeus, no polo sul da Lua.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, cientista do LCross e principal pesquisador do Centro de Pesquisa em Moffet Field, da Nasa.
"Múltiplas linhas de evidência" mostram que a água estava presente nas duas partes do material expelido pela cratera Cabeus, o que torna "seguro dizer que ela possui água", completa ele. O grupo de pesquisa utilizou conhecidas "assinaturas" espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado pela LCross para a verificação. Cientistas especularam por muito tempo sobre a fonte de vastas quantidades de hidrogênio que foram observados nos polos lunares. As descobertas da LCross mostram que a água na Lua deve ser em maior quantidade e mais distribuída pelo astro do que suspeitado previamente.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro do LCross criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera, diz a Nasa. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e a segunda, de materiais mais pesados. "Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e por extensão do Sistema Solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.
As áreas permanentemente sombreadas "guardam uma chave" para a história e evolução do Sistema Solar", diz o comunicado da Nasa.

Fonte: FSP

sábado, novembro 28, 2009

--FS-- "Arquivos de um Repórter"

Cão não consegue dono por ser muito feio Um cãozinho chamado de ET e deixado por seu antigo dono em um canil do México, não consegue encontrar um novo lar porque é muito feio. No início, os funcionários do local acharam que o animal cheio de manchas estava sofrendo de uma infestação severa de pulgas, mas logo descobriram que ele era uma raça rara que valia centenas de libras, de acordo com reportagem do jornal britânico "The Sun".
Mas apesar de ser um dos 27 cães pelados mexicanos - que pessoas acreditam ter poderes de cura - na Inglarerra, o cãozinho ET não atraiu nenhum novo dono. "Quando o vi pela primeira vez, pensei 'Meu Deus, o que é isso?'", contou Dawn Fields, funcionária do canil, que acredita que o motivo da rejeição é puramente pela aparência de ET.
No próximo --FS-- têm mais novidades...

quarta-feira, novembro 25, 2009

As cidades perdidas da AmazôniaA floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece
Kuhikugu, conhecida pelos arqueólogos como sítio X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu na Amazônia. Abrigava mil pessoas ou mais e servia como o eixo central de uma rede de aldeias menores.
Quando o Brasil criou o Parque Indígena do Xingu em 1961, a reserva estava longe da civilização moderna, aninhada bem no limite ao sul da enorme floresta amazônica. Em 1992, na primeira vez em que fui morar com os cuicuro, uma das principais tribos indígenas da reserva, as fronteiras do parque ainda ficavam dentro da mata densa, pouco mais que linhas sobre um mapa. Hoje o parque está cercado de retalhos de terras cultivadas, com as fronteiras frequentemente delimitadas por um muro de árvores. Para muitos forasteiros, essa barreira de torres verdes é um portal como os enormes portões do Parque Jurássico, separando o presente: o dinâmico mundo moderno de áreas cultivadas com soja, sistemas de irrigação e enormes caminhões de carga; do passado: um mundo atemporal da Natureza e de sociedade primordiais.Muito antes de se tornar o palco central na crise mundial do meio ambiente como a gigantesca joia verde da ecologia global, a Amazônia mantinha um lugar especial no imaginário ocidental. A mera menção de seu nome evoca imagens de selva repleta de vegetação respingando água, de vida silvestre misteriosa, colorida e com frequência perigosa, de um entremeado de rios com infinitos meandros e de tribos da Idade da Pedra. Para os ocidentais, os povos da Amazônia são sociedades extremamente simples, pequenas tribos que mal sobrevivem com o que a Natureza lhes oferece. Têm conhecimento complexo sobre o mundo natural, mas lhes faltam os atributos da civilização: o governo centralizado, os agrupamentos urbanos e a produção econômica além da subsistência. Em 1690, John Locke proclamou as famosas palavras: “No início todo o mundo era a América”. Mais de três séculos depois, a Amazônia ainda arrebata o imaginário popular como a Natureza em sua forma mais pura, e como lar de povos aborígines que, nas palavras de Sean Woods, editor da revista Rolling Stone, em outubro de 2007, preservam “um estilo de vida inalterado desde o primórdio dos tempos”.A aparência pode ser enganosa. Escondidos sob as copas das árvores da floresta estão os resquícios de uma complexa sociedade pré-colombiana. Trabalhando com os cuicuro, escavei uma rede de cidades, aldeias e estradas ancestrais que já sustentou uma população talvez 20 vezes maior em tamanho que a atual. Áreas enormes de floresta cobriam os povoados antigos, seus jardins, campos cultivados e pomares que caíram em desuso quando as epidemias trazidas pelos exploradores e colonizadores europeus dizimaram as populações nativas. A rica biodiversidade da região refl ete a intervenção humana do passado. Ao desenvolverem uma variedade de técnicas de uso da terra, de enriquecimento do solo e de longos ciclos de rotatividade de culturas, os ancestrais dos cuicuro proliferaram na Amazônia, apesar de seu solo natural infértil. Suas conquistas poderiam atestar esforços para reconciliar as metas ambientais e de desenvolvimento dessa região e de outras partes da Amazônia.

Michael J. Heckenberger vem fazendo pesquisas arqueológicas na região do Xingu e em outras partes da Amazônia brasileira desde 1992, mais recentemente como professor da Universidade da Florida

segunda-feira, novembro 23, 2009

MÁQUINA DO TEMPO começa a operar na sua segunda tentativa.
Conheça um pouco desta máquina que pode esclarecer vários enígmas.
O acelerador de partículas do Laboratório Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) deve ter sido acionada pela segunda vez neste final de semana. Apesar de um pequeno incidente causado semana passada, conforme informação de uma porta-voz do CERN para Agência Efe. "É que na terça-feira passada, "um pedaço de pão, que achamos que era levado por um pássaro, caiu sobre o transformador elétrico do acelerador".Isso provocou um curto-circuito no equipamento, que fica na superfície - ao contrário do acelerador em si, que está situado em um túnel circular de 27 quilômetros sob a fronteira entre França e Suíça -, causando o aquecimento de dois de seus setores. Além disso, o incidente provocou uma interrupção do sistema de resfriamento do acelerador de partículas, acrescentou a porta-voz, o qual destacou que os dois setores afetados já foram resfriados até sua temperatura operacional. Segundo porta-vozes do CERN, o incidente não alterou os planos para poder ser iniciado no último fim de semana, ou por volta da próxima semana, quando o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), o maior acelerador de partículas já construído. O LHC ficou mais de um ano parado devido a uma grave avaria ocorrida dez dias depois de começar seus trabalhos em setembro de 2008. Após o vazamento do incidente do pedaço de pão, o CERN quis minimizar o ocorrido e lidou com a situação com bom humor.
Vamos saber mais sobre os objetivos da chamada máquina do tempo:
1º) Qual a origem da matéria? 2º) Do que é feito o universo? Para muitos cientistas, tentar decifrar inúmeras questões como estas pode ter uma resposta inusitada: "viajar no tempo"! Mas vamos explicar melhor. Na verdade, com um projeto de tamanho estratosférico, digno das pesquisas envolvidas, o CERN (Organização Européia de Pesquisa Nuclear, construiu o LHC (Large Hadron Collider) ou o mais poderoso acelerador de partículas do mundo. Ou quem sabe, a máquina do tempo! Claro, não como vemos em filmes de ficção. A idéia é tentar recriar o que aconteceu no universo, uma fração de segundo após o Big Bang. Para tanto, chama-se este projeto de "A coisa mais complicada já construída pelo ser humano". Afinal, mesmo tendo sido iniciado em 1993 algo parecido no estado do Texas, foram escavados mais de 14 quilômetros de túneis, mas os americanos desistiram de encarar tamanha tarefa sozinhos.
Afinal, o que é essa máquina do tempo? De forma simplista, trata-se de uma impressionante estrutura embaixo da fronteira franco-suíça, perto de Genebra, e que é o maior e mais complexo instrumento científico do mundo. São 27 quilômetros de túneis (fotos 3 e 4), que visam colidir dois feixes de prótons a 99,9% da velocidade da luz. Esperam então os cientistas que se recrie situações que não existem desde o Big Bang, conseguindo assim um melhor entendimento do Universo. As forças liberadas serão capazes não só de distorcer o espaço (assim como a gravidade distorce o espaço ao redor da terra), mas também o tempo! Por isso, é comparada a uma máquina do tempo
Como cita a pesquisa publicada por Irina Arefieva e Igor Volovich: "...na relatividade geral, uma curva no espaço/tempo irá correr do passado para o futuro. Mas, em alguns espaços as curvas podem se encontrar gerando uma curva mais fechada, o que é interpretado como uma máquina do tempo - o que sugere a possibilidade de viagens no tempo". Dois prótons viajarão em direções opostas e colidirão em quatro pontos ao longo do caminho - replicando as condições do Big Bang " do plasma cósmico", um misterioso estado, quase líquido, que ocorreu antes dos quarks esfriarem suficientemente para permitir que átomos se formassem. O acelerador de partículas irá forçar os quarks a se separar e recriar o "plasma cósmico" original e reconstruir as condições do Big Bang. Será possível?! No gigantesco túnel, estão localizados 4 detectores do tamanho de edifícios (nas duas primeiras fotos).

terça-feira, novembro 17, 2009

População é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte 210 milhões de metros cúbicos de terra e rocha precisam ser retirados para a construção da hidrelétrica. Na obra do Canal do Panamá, foram retirados 203 milhões de metros cúbicos. Fotos: (1) O Rio Xingu; (2) Local determinado para a construção da usina Belo Monte. Antes do recente apagão, vinha ganhando força a discussão sobre a necessidade e a viabilidade da instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, Região Norte do Brasil. O polêmico projeto é o maior do setor desde a construção de Itaipu, a usina binacional gigante, construída na fronteira entre Brasil e Paraguai nas, décadas de 1970 e 1980, durante a Ditadura Militar. O investimento necessário e as dificuldades técnicas para a construção de três pontos de represamento do rio são tão grandes que a obra tem sido comparada à abertura do Canal do Panamá, empreitada executada no começo do século passado que possibilitou a ligação do Oceano Pacífico com o Oceano Atlântico. Um trabalho colossal que demorou 10 anos para ser concluído e no qual morreram 25 mil operários de doenças tropicais como febre amarela e em acidentes. O projeto de Belo Monte conta com amplo apoio do Governo Federal e é considerado estratégico pelo Ministério de Minas e Energia para garantir energia suficiente para o crescimento do País e para manter afastado o fantasma de outros apagões energéticos no futuro. Em 29 de setembro último, durante o 6º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, o ministro da pasta, Edison Lobão, reafirmou que o Governo pretende concluir até o fim do ano o leilão para construção da obra e lamentou a resistência e as críticas à instalação da usina. Entre os opositores estão desde procuradores do Ministério Público Federal até integrantes de movimentos sociais; desde acadêmicos e especialistas da área, índios que vivem em regiões próximas e que serão afetados pelas barragens. A principal reclamação é a maneira como foram conduzidas as audiências públicas e a velocidade com que foram emitidas as licenças ambientais. Os procuradores do Pará, Ubiratan Cazetta e Daniel Avelino, ajuizaram, em setembro, ação civil pública pedindo que sejam feitas novas consultas antes que o projeto seja encaminhado. Eles alegam que a população não teve como participar e que os debates realizados foram insuficientes considerada a dimensão da obra. Como as discussões foram concentradas nas cidades-sedes, milhares de pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas acabaram excluídas. Além disso, aconteceram problemas nas audiências. Na de Belém, realizada em 15 de setembro, o teatro com capacidade para 480 lugares ficou lotado e dezenas de interessados acabaram impedidos de entrar pela Força Nacional de Segurança.
>>>Amanhã: O mais profundo mergulho da história...
Fonte: "FU"

sexta-feira, outubro 23, 2009

O herói anônimo da camisa branca
Um cidadão anônimo enfrenta sozinho os "Urutu" chineses, desafia os assassinos
do povo e avança a História
O homem do tanque de Tiananmen, também ficou conhecido como o "Rebelde Desconhecido". Esta foi uma das alcunhas atribuídas a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso, quando há 20 anos foi gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen (em 14 de junho de 1989), na República Popular Chinesa. Esta (foto) foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois), interpôs as linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar. Na China, como em outros países, o velho costume, da versão da imentira oficial. Esta imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular (a mentira de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão.Um homem sozinho, com uma jaqueta numa das mãos e um embrulho na outra, com um ar de quem tanto podia ter saído de uma manifestação como estar a caminho do trabalho ou das compras. Um homem de camisa branca e calças pretas. Um chinês num oceano de 1,1 bilhão de chineses. Um desconhecido. Sobre a montanha de cadáveres com a qual o regime chinês reafirmou a sua tirania diante de protestos dos 60 anos da Revolução Comunista, ao reprimir com punho impiedoso os estudantes reunidos na Praça da Paz Celestial, esse cidadão anônimo fixou uma imagem poderosa. Durante seis minutos, numa manhã de 2a.feira, o homem da camisa branca brincou de dançar com a morte. Sozinho, em plena Avenida da Paz Eterna, ao enfrentar uma coluna de tanques.
Quem, numa situação semelhante, teria coragem de fazer a mesma coisa? O que move essas pessoas? Pode ser raiva, desespero, pode ser uma idéia. Sabe-se, no entanto, o que essas pessoas movem. Lá, em seu anonimato, elas movem a História. Perdem ou ganham. Às vezes, mesmo perdendo, ganham. Foram massas anônimas que tomaram a Bastilha, fizeram as revoluções na Rússia, encheram as fileiras da Longa Marcha - o movimento que culminou com a instauração do regime comunista na China. Deng Xiaoping, o tirano travestido de reformista, é um veterano da Longa Marcha que não aprendeu a lição.

quinta-feira, outubro 22, 2009

Blog-TUR

No Chile, a bela e radical, PUCÓN na Região das Araucárias
Vista do centro de La Poza,localizada numa baía cercada de águas azuladas.H abitat de cisnes de pescoço negro . Uma visita a Pucón, cidade chilena localizada em uma área de transição entre araucárias e o chuvoso bosque valdiviano, não só faz bem para os olhos, mas também para todo o resto do corpo.A intensa programação começa às margens do Lago Villarrica, ainda em área urbana, e vai aumentando o nível de adrenalina da viagem de acordo com a disposição dos viajantes que escolhem um dos mais novos destinos turísticos do Chile, a 785 km de Santiago (como mostra o mapa à dir.).Caminhadas em dois parques nacionais, descidas em botes por corredeiras de nível 4, quedas livres nas águas agitadas dos Saltos de Marimán, pistas nevadas para a prática de esqui e snowboard, e uma forte escalada ao topo do vulcão (última foto), símbolo da região, com quase três mil metros de altura e dono de uma cratera vulcânica que até hoje não se cansa de trabalhar. Haja fôlego para dar conta de tantas opções radicais. Mas para os corpos cansados, a paisagem natural do destino reserva também águas quentes que correm entre rochas e alimentam piscinas das diversas termas espalhadas nos arredores de um dos centros turísticos chilenos mais importantes. Não é fácil acompanhar a velocidade de Pucón. Não só pelo ritmo alucinante dos principais atrativos, mas também pela rapidez com que os serviços se renovam, anualmente. Engana-se quem acredita que Pucón funciona apenas durante os meses de verão. O cenário natural da região das Araucanías, a 570 km de Santiago, tem uma superfície de mais de 30 mil km² e é formada por uma geografia abundante em araucárias, lagos e montanhas. Esse setor turístico compreende centros urbanos famosos como Lican Ray, Villarrica e Pucón. Essa última, cujas origens começam com o assentamento de militares no local, no final do século 19, surgiu como opção turística, na década de 1940, com a inauguração do clássico Gran Hotel Pucón. Porém, só assumiu a forma atual, em 2004, quando agências de turismo se instalaram na região para explorar atrativos como o vulcão Villarrica, águas termais abundantes e atividades em águas brancas, como os rios locais. E não parou até hoje. No entanto, a variedade e a concorrência acirrada entre agências de turismo ainda não conseguiram evitar um dos principais obstáculos para os bolsos mais apertados: os altos preços praticados, sobretudo, nos hotéis e restaurantes das ruas centrais da cidade que acabam afastando os visitantes menos dispostos a pagar até três vezes mais por serviços básicos como transporte.

terça-feira, outubro 20, 2009

O ditado popular ensina que o trabalho enobrece o homem. Mas, para muitos trabalhadores, o ambiente que deveria garantir dignidade, torna-se o cenário de humilhações tão constantes e avassaladoras que alguns desenvolvem doenças, distúrbios, e acabam se tornando agressivos com a própria família e chegam até a tentar o suicídio. Apenas no estado do Rio de Janeiro, entre 2004 e 2008, o número de investigações por assédio moral – a exposição repetitiva e prolongada do trabalhador a constrangimentos e humilhações por parte de seus superiores – passou de 17 para 117. Até o mês de agosto deste ano, já são 90 investigações. Em São Paulo, são outras 128. Esses números apenas refletem aqueles trabalhadores que superaram o medo e levaram seus casos à Justiça. A realidade em escritórios, lojas e fábricas, ocultada pelo temor da perda do emprego, é ainda pior. Insultos, desqualificação das competências do funcionário, colocar em dúvida a veracidade de atestados médicos, controle de idas ao banheiro são as formas mais comuns do assédio. “O assédio é uma perseguição. É normal que o chefe peça para o funcionário repetir um trabalho que não ficou bem feito, mas fazer isso 10, 20, 30 vezes caracteriza a perseguição”, explica o Procurador do Ministério Público do Trabalho, Wilson Prudente. não é um fenômeno novo, mas com as reestruturações econômicas que levaram as empresas a diminuir os quadros de funcionários, sobrecarregando os empregados que ficam, o problema se intensificou. A médica Margarida Barreto foi uma das primeiras a pesquisar o assunto, em 2000. De lá para cá a exposição do tema na mídia tem sido um dos principais motivos para que os trabalhadores busquem ajuda. “A primeira coisa para se resolver esse problema é saber que não é natural ser humilhado no ambiente de trabalho”, aponta a médica, que já atendeu mais de 1,5 mil pacientes. O despreparo de funcionários em cargos de chefia e a tentativa de induzir o trabalhador a pedir demissão são os principais motivos que levam ao assédio. “Há também toda uma política de gestão, que faz com que as coisas tenham que ser feitas a qualquer custo. O medo acaba sendo uma ferramenta de terror”, explica a médica.
Amanhã matéria especial: "Acidentes aéreos que tiveram um só sobrevivente".

segunda-feira, outubro 19, 2009

PLANO NACIONAL DE DEFESA
A descoberta das jazidas de petróleo do pré-sal trouxe à Marinha a um protagonismo nas discussões do Plano Nacional de Defesa que antes era reservado à Aeronáutica. Mas tal importância até aqui não se traduziu em coerência estratégica. Tudo passa pelo fetiche maior dos almirantes brasileiros hoje, o submarino nuclear, um projeto que começou em 1979. Para o Ministério da Defesa, o submarino ganha nova prioridade e é encaixado na ainda incerta parceria a ser definida com a França. Assim, a primeira vítima foi um acordo vigente desde 1982 entre Brasil e estaleiros alemães, que capacitou o país a construir a duras penas seus próprios submarinos convencionais. Em 2006, a Marinha definiu que sua nova geração de submarinos convencionais teria base no sucessor do modelo atual, o Tipo-209, o Tipo-214. Agora, segundo a Defesa, a escolha deverá recair sobre o Scorpène francês (foto) -derrotado na competição de 2006. Os alemães dominam 80% do mercado de submarinos do Ocidente em unidades vendidas desde 1985, e o Scorpène não é usado pela França nem por nenhuma Marinha da Otan (aliança militar ocidental). O Chile tem duas unidades -que, segundo a imprensa local, enfrentam problemas técnicos-, a Malásia tem outros dois e a Índia contratou a fabricação local de seis unidades -mas vem criticando a França por atrasos na transferência tecnológica. Em nota, a Marinha dá o motivo da escolha: o submarino nuclear. Informa que a idéia é associar-se a quem detenha tecnologia de construção de aparelhos convencionais e nucleares, caso dos franceses, mas não dos alemães. Mas aí entra uma questão conceitual: todo o discurso político até aqui é o de que o submarino nuclear é necessário para proteger as riquezas sob as águas territoriais do Brasil. Isso não é correto. Problemas:Um submarino nuclear é muito maior, deslocando em média 7.000 toneladas, contra entre 1.500 e 2.000 toneladas de um convencional. Logo, é mais visível a sonares. É muito mais barulhento devido a seu intrincado mecanismo de dispersão de calor do reator. E esse calor, 80% da energia do submarino, é jogado para fora, facilitando sua detecção.Quando opera em grandes profundidades, tudo bem: isso tudo é compensado pela maior velocidade e capacidade de ficar longe de sua base por meses. Mas num ambiente costeiro, de águas não tão profundas, a vantagem se dissipa. O maior problema apontado pela Marinha é a menor velocidade e a necessidade que os modelos convencionais (de motor diesel-elétrico) têm de subir à superfície para "respirar", acionar seus motores e recarregar as baterias, o que os deixam vulneráveis. E o diesel acaba, ao contrário da energia nuclear. Mas com a costa ali ao lado, e inúmeros portos à disposição, o argumento perde força. E os modelos diesel-elétricos mais modernos (o Tipo-214 e o Scorpène) podem ser equipados com uma unidade de propulsão baseada em hidrogênio líquido, que aumenta seu período submerso. Mas é algo caro (US$ 40 por milha náutica viajada, contra US$ 6 no caso das baterias).Segundo o almirante da reserva Mario Cesar Flores, uma das maiores autoridades em assuntos militares do país, o submarino nuclear é defensável. "Será útil para a defesa distante do Brasil, caso venhamos a ter problema com potências navais poderosas, improvável no horizonte de tempo hoje imaginável, mas não decididamente impossível no longo prazo. É claro que o submarino nuclear tem potencial ofensivo, mas não visualizo razão de uso desse potencial ofensivo pelo Brasil, visualizo-o sim na defesa distante, basicamente como fator de dissuasão e até na defesa efetiva, se a dissuasão não funcionar."

segunda-feira, outubro 12, 2009

UM DIA MUITO ESPECIAL !

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS***
Nosos netos: Marina, Rafaela e Bruno
No Brasil, no dia de hoje, 12 de outubro, se comemora o Dia da Criança. Deveria ser o dia de todos nós, que um dia fomos crianças também, e de forma muito especial para quem já é avó ou avô. Penso que amar e curtir os netos, é algo da mais alta pureza, lealdade e sentimento sincero, bem diferente de outras comemorações, nas quais, via de regra, há sempre espaço para recalques e pouco se lembra do homenageado. Resumindo, é o momento mais sublime de todos (ou deveria ser...). A criança é a própria pureza, qualidade que infelizmente vai acabando, por que nós adultos, precipitamos os fatos, ao ensiná-las a trocar a sua pureza pelo lado cruel do mundo. Geralmente, não fazemos por mal, mas por conta desse tempo sempre apressado, que não dá trégua, que muda tudo muito rápido, a nós e a todos que vivem ao nosso redor. Mesmo assim, sentimos desejo, nem que seja por alguns instantes, de invertermos os papéis: "Neto querido, eu quero te passar o que a vida me ensinou, e em troca, você me envolve com a sua pureza para que eu possa senti-la e respirá-la. Nesta data, eu e Maria Alice, enviamos abraços ao nossos queridos netos: Bruno, Marina e Rafaela. Gostariamos de ter todos os braços e abraços do mundo, para alcançar todas as crianças com o mesmo calor, especialmente aquelas que certamente não receberão hoje, nem carinho e nem um pedaço de pão. Mesmo em intenção, tentamos (sem demagogia) chegar até elas também, e que a nossa amargura não transforme o nosso carinho em tristeza e desesperança. Neste dia só a alegria deveria reinar, mas infelizmemente, a ganância, as guerras e crianças que nem conhecem os pais, transformaram o "DIA DA CRIANÇA", no "DIA, de apenas algumas CRIANÇAS!"
>>>Sempre procuro observar o comportamento de cada neto, e para homenageá-los no dia de hoje, vou fazer uma brincadeira, ou seja, uma "previsão" sobre" sobre o "futuro" profissional de cada um deles:



BRUNO, nosso primeiro neto. Ele poderá ser um grande cientista, ou um naturalista, pelo seu interesse em pesquizar a natureza à procura de tesouros que ela guarda, como plantas raras e animais exóticos (como na segunda foto).






MARINA, também é muito inteligente, atenciosa e ativa. Penso que ela poderá ser uma grande bailarina. A dúvida é, se ela vai mostrar essa habilidades nos gramados de futebol, ou em palcos de grandes teatros... RAFAELA, é a caçulinha dos três netos. Pikuca, para os íntimos. Com apenas dois anos de idade, surpreende a todos pela sua simpatia e inteligência rara. É muito cedo para qualquer prognóstico sobre a sua profissão. Porém, esta foto, já revela uma tendência: "interesse por jornais". Será que ela vai ser colega do vovô?
>> Amanhã, em AR, a crueldade que se pratica contra nossos golfinhos.

sábado, outubro 10, 2009

--FS-- "Arquivos de um Repórter"


Estou quase trocando o nome do blog de "Mundo Insólito" para "Mundo Bizarro". Imagine que para ser diferente, o advogado Eduardo José Lima decidiu aproveitar um terreno que possui em Ribeirão das Neves (MG), e para inovar, construiu esta casa que tem o telhado para baixo e, pregados no "teto", bicicletas, plantas ornamentais, luminárias e um cachorro de plástico. Tudo de ponta cabeça. "Sempre vi telhados de todos os jeitos e tive essa idéia. Agora alguns me chamam de louco, outros acham que eu devia estar bêbado (A sorte é que ainda tem gente educada!). --a verdade é que tem gente visitando a casa o dia inteiro. Minha intenção era de fazer apenas algo diferente para dar a um dos meus filhos, mas a casa se tornou uma atração da cidade", revela Lima. Ao lado da casa há um anexo com duas suítes que é a primeira construção "de lado" do Brasil.
Fonte: "Jornal-FU"
No próximo --FS--mais curiosidades em nosso MUNDO INSÓLITO...

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