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segunda-feira, outubro 16, 2017

AR-DIÁRIO: "EMBARQUE NESSA AVENTURA""

Viagem de 96 horas liga o Atlântico ao Pacífico
Uma viagem de 96 horas liga São Paulo ao Pacífico, na mais longa linha de ônibus da América do Sul. São 5.917 quilômetros do Terminal do Tietê a Lima Peru), cruzando a Amazônia e Andes.
Recentemente a reportagem do Estado, através dos seus competentes profissionais Pablo Pereira e Epitácio Pessoa, acompanhou a aventura de 18 passageiros que enfrentaram 96 horas de viagem a bordo de um ônibus da empresa peruana Expresso Ormeño. As paradas do veículo de dois andares, para 44 passageiros (mas viajou a meia-carga), ocorrem somente para abastecimento de combustível, alimentação e higiene - cada uma delas de no máximo 40 minutos. A partida para a capital do Peru acontece no boxe 31 do Tietê, às 8 horas, uma vez a cada 15 dias. A passagem custa R$ 468. A linha São Paulo-Lima é operada desde novembro pela Ormeño, empresa de transporte internacional rodoviário com rotas do Peru para Chile, Colômbia, Bolívia, Equador, Argentina e Venezuela.
Inspirado nessa palpitante matéria, convidei minha esposa para embarcarmos nessa aventura. Mesmo já maduros, enfrentamos o cansaço com galhardia e desfrutamos das muitas paisagens que se sucediam, a maioria fascinante e outras exóticas mas que deprimem um pouco. Ao chegarmos a Lima, duas coisas nos alentaram muito, a moderna linha urbana da cidade e a certeza de que essas quase 100 horas seriam bem reduzidas com o nosso retorno por via aérea. Em determinados momentos quando o cansaço quase nos nocauteava, vinha a minha lembrança um trecho da poesia
Mar Português do poeta Fernando Pessoa:
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."

sexta-feira, outubro 13, 2017

---AR---Aventura no Alasca

              MONTANHAS TOCAM O CÉU DO ALASCA (Alpinistas escalam picos gelados e íngremes do Parque Nacional Wrangler-St.Elias)                           É quase meia-noite de verão na baía Icy e as luzes do crepúsculo se misturam ao luar. As geleiras encolheram, mas continuam a esculpir as feições das montanhas Wrangler-St.Elias. Quem chega ao remoto Alasca tem a sensação de se sentir a última pessoa da Terra. Ou a primeira. Não há nenhum sinal humano até onde a vista alcança, somente picos nevados, rocha cinzenta e, lá em baixo, um extenso vale verde, serpenteado por um rio nascido de uma geleira. Em 1980, o Congresso dos Estados Unidos criou o Parque Nacional e Reserva Florestal de Wrangell-St.Elias e determinou que permanecesse intocado. O resultado é o maior parque nacional do país – mais de 5,3 milhões de hectates (mais de 3 mil parques Ibirapuera em São Paulo), habitado não só por ursos, mas também por lobos, carcajus, caribus, alces, cabritos monteses e o mais procurado pelos caçadores, o carneiro Dall, branco como a neve. Convém lembrar que a caça só é permitida em locais delimitados, e os guias têm uma quota de clientes que podem abater um número fixo de animais. Nesse profundo isolamento, não há instalações e infra-estrutura para acampar, as trilhas não têm indicação de caminhos. Há vales que nunca foram percorridos, picos nunca escalados. A lei determina que a administração do parque conserve o cenário de montanhas, vales, lagos e ribeirões – em seu estado natural. Apesar do terreno acidentado, a perícia dos pilotos de táxi aéreos do Alasca (foto) facilita o acesso ao parque. Aviões particulares podem descer em qualquer lugar que os pilotos considerem seguro. Ocasionalmente ocorre a queda estrondosa de um bloco de gelo na baía Icy. Nesses momentos, as pessoas ficam sem palavra, como se fossem as últimas criaturas sobre a Terra. Ou as primeiras.
 

quarta-feira, outubro 11, 2017

AR- "UMA DESCOBERTA!"


ROCHAS INDICAM "ATLÂNTIDA" EM NOSSO LITORAL
Granito retirado de 4 mil metros de profundidade aponta "lasca" de continente perdido durante a separação da África e da América.
Pesquisadores brasileiros e japoneses apresentaram,os primeiros resultados dos mergulhos mais profundos já feitos no Atlântico Sul. A bordo do minissubmarino Shinkai 6500, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec) (Infogáfico Estadão), eles desceram a mais de 4 mil metros de profundidade em dois pontos distantes da costa brasileira, trazendo imagens inéditas para a Biologia e da Geologia. E até brincaram, dizendo terem descoberto a "Atlântida brasileira", em referência ao continente mitológico no fundo do mar.
Na Geologia, a descoberta mais interessante é que a Elevação do Rio Grande tem uma base de rocha granítica, o que sugere fortemente que essa formação esteve conectada ao continente no passado. "A expedição foi um sucesso", comemorou o biólogo brasileiro Paulo Sumida, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), um dos quatro brasileiros que tiveram o privilégio de mergulhar com o Shinkai.

segunda-feira, outubro 09, 2017

AR-DIÁRIO- "TREM DOS BEBUNS"

                                O trem da Tequila
Procurando emoção? Embarque numa aventura de primeira classe para a terra da Tequila e redescubra a tradicional bebida mexicana. Mas sem exagero...

Todos os sábados de manhã, um trem de luxo sai de Guadalajara, e viaja até Tequila, a meca da produção da bebida de mesmo nome da cidade localizada na região oeste do México. Por lei, a verdadeira tequila só pode ser produzida em cinco estados mexicanos que circundam a cidade de Tequila, com 60 mil habitantes em Jalisco.
O trem parte sempre lotado de Jalisco, cidade de 60 mil habitantes, com muita gente animada e muito Mariachi, tequila e cerveja a bordo— além de churros fritos feitos na hora! A qualquer momento, guias e especialistas estão prontos para explicar o roteiro e conversar sobre a fazenda San Josel Refugio, onde a Tequila Herradura é fabricada há quase 150 anos.

sexta-feira, outubro 06, 2017

AR-DIÁRIO- "Pequeno monstro dos nossos rios"

  SAIBA MAIS SOBRE A PIRANHA
Para você avaliar a ferocidade desse animal é bom saber que os bebês piranha já saem dos ovos cravando os dentes afiados em pequenos crustáceos e plantas aquáticas que encontram pela frente. E podem ser devorados pelos próprios pais, já que na hora da fome as piranhas avançam em tudo o que se mexer ao redor. Elas vivem em rios, represas e lagoas da América do Sul e costumam caçar em cardumes de até 100 peixes. Seu olfato apurado é capaz de perceber, numa fração de segundo, quando um animal machucado entra na água. Se estiverem com fome, as piranhas começam então a devorar o bicho ainda vivo, num espetáculo tenebroso em que a água, tingida de sangue, parece borbulhar. Em pouco minutos, sobram apenas os ossos. Nos tempos de seca, porém, a situação se inverte. Quando o leito dos rios amazônicos encolhe, deixando as dentuças encurraladas em lagoas rasas, elas se tornam presas fáceis para seus inimigos jacarés.
A Piranha é um peixe muito voraz, predador e com mandíbulas fortíssimas. A maioria das piranhas são rápidas, mas geralmente atacam quando estão estimuladas para isso. Dentro das inúmeras espécies de piranhas, algumas são canibais e outras não, mas todas possuem comportamentos agressivos. Piranhas pertencem a cinco gêneros da subfamília Serrasalminae (que também inclui peixes como pacus e dourados).

quinta-feira, outubro 05, 2017

AR-DIÁRIO - "E FICOU O MISTÉRIO"

 

Buscas pelo avião da Malasya, que sumiu há 3 anos, são suspensas                                      Austrália, China e Malásia bancaram buscas que custaram R$ 480 milhões.Sumiço do Boeing é um dos maiores mistérios da aviação    

As buscas pelo avião MH370 da Malásia desaparecido em 8 de março de 2014 com 239 pessoas a bordo foram encerradas na última  terça-feira, segundo comunicado conjunto emitido pelos ministérios dos transportes da Austrália, Malásia e China. O último navio deixou a região onde se realizava o rastreamento definitivamente depois de mais de dois anos de trabalho, durante os quais se examinou uma área submarina de 120.000 quilômetros quadrados, ao sul do oceano Índico. O mistério do desaparecimento do avião, que viajava da capital da Malásia, Kuala Kumpur, em direção a Pequim, fica, assim, sem uma solução.
As famílias das vítimas soltaram uma nota em que criticam a decisão das autoridades, classificando-a de “irresponsável”. A associação que reúne os parentes dos passageiros do voo, chamada Voice370, lembra que a Austrália, país encarregado de coordenar as buscas, havia recomendado em dezembro passado que as operações deveriam prosseguir em uma área de 25.000 quilômetros quadrados mais para o norte da região rastreada até o momento –sugestão que, no entanto, foi desconsiderada. “Ampliar as buscas para a nova área definida pelos especialistas é uma obrigação inescapável que se deve ter para com o público em geral e com os interesses da segurança aérea. Não se pode admitir que aviões comerciais desapareçam sem deixar rastro algum”, afirma a nota da associação.
“Apesar de todos os esforços feitos com a utilização da mais avançada tecnologia disponível, uma tecnologia de vanguarda, bem como técnicas de simulação, além da assessoria de profissionais altamente qualificados, os melhores em seu campo de atuação, infelizmente as buscas não conseguiram chegar à localização do avião”, diz o comunicado da companhia aérea, divulgado pela CNN. “

terça-feira, outubro 03, 2017

ARQUIVOS DE UM REPÓTER

 
 O jatinho CIRRUS virá ao Brasil pela primeira vez na próxima semana. Com preço de venda a partir de US$ 1,9 milhão (R$ 6 milhões), o modelo custa menos da metade do jato mais barato da Embraer, o Phenon 100, avaliado em US$ 4,5 milhões (R$ 14,2 milhões).
Além do preço mais baixo, o modelo também chama atenção pelas diversas inovações. O Cirrus SF50 Vision Jet é o único jato executivo monomotor do mundo e o único a contar com um sistema que aciona um paraquedas de emergência para o avião em caso de alguma falha do motor.
O jatinho estará no país entre os dias 6 e 8 de outubro para fazer demonstrações a clientes do avião no Hotel Portobello Resort, em Mangaratiba (RJ). Antes mesmo de voar no país, o modelo já tem feito sucesso entre o público brasileiro.
Segundo a Plane Aviation, representante da Cirrus no Brasil, o Vision Jet já tem 600 encomendas em todo o mundo, sendo que o Brasil representa 10% das vendas. A expectativa da empresa é de que os primeiros aviões sejam entregues no país a partir do próximo ano.
A Cirrus, no entanto, ainda aguarda a certificação do modelo no Brasil pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Nos Estados Unidos, onde o modelo é fabricado, o Cirrus SF50 Vision Jet recebeu a certificação da FAA, autoridade norte-americana de aviação, no final do ano passado.
Monomotor e com paraquedas de emergência

 O único motor do avião está instalado em cima da cabine de passageiros. Por conta disso, o jato ganhou uma cauda em V, o que deixa seu design mais curioso. Em caso de falha do motor e sem um local adequado para o pouso, o piloto pode acionar o sistema de emergência que abre um paraquedas para o avião.
É um esquema para o avião, e não para os passageiros. Ou seja, o paraquedas segura a aeronave, azendo com que ela pouse mais lentamente numa situação de emergência.
 
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