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terça-feira, agosto 30, 2016

AR-DIÁRIO: "Objeto de Cobiça".

Alfa Romeo prepara retorno ao Brasil
Ausente desde 2006, marca do Grupo Fiat pode utilizar a rede Chrysler no país

Os fãs da marca Alfa Romeo, prepararem! A marca italiana está voltando ao Brasil, segundo aponta o website Autos Segredos, que flagrou unidades dos modelos Alfa MiTo (foto) e Giulietta sendo testadas por estradas no estado de Minas Gerais, onde fica a base do Grupo Fiat no Brasil. A Fiat, todavia, não comenta o assunto, mas passa a bola para a agora divisão Chrysler, que foi comprada pelos italianos. Em contato com o iG Carros, a subsidiária norte-americana confirma que a Alfa Romeo voltará sim ao país “um dia”, mas ainda não há nada definido (ou que possa.ser.divulgado).  
Ainda de acordo com o site, a parte “norte-americana” do grupo será responsável pelos produtos Alfa Romeo no país, que dividirão espaço nas lojas com carros da Dodge, Jeep e ChryslerAlém dos hatches MiTo (compacto) e Giulietta (médio), outro Alfa Romeo que pode pintar no mercado brasileiro, ainda de acordo com informações, é o sedã 159.
Entretanto, conforme apurou o iG Carros, não espere ver os carros da marca do quadrifólio expostos no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro próximo. Comenta-se nos bastidores da Fiat que o relançamento da Alfa Romeo no país deve ocorrer somente em meados de 2013. Idas e vindas da Alfa Romeo ao Brasil          A Alfa Romeo chegou ao Brasil, com produção nacional pela FNM, em 1960 e assim continuou até 1986 com o então sedã JK, a versão brasileiro do Alfa 2300. As vendas da marca, porém, sofreram queda brusca nos anos 1980, forçando a Fiat a cancelar a operação no país.

segunda-feira, agosto 29, 2016

AR-DIARIO: "POSSIBILIDADE DE NOVAS VIDAS NO ESPAÇO"

 PLANETA HABITÁVEL PRÓXIMO DA TERRA
Pesquisa acha gêmeo do nosso planeta com possíveis condições de vida, como água líquida e atmosfera
Concepção artística do planeta "Proxima b" orbitando a estrela Proxima Centauro.
Cientistas anunciaram nesta quarta-feira (24) a descoberta de um planeta habitável orbitando a estrela mais próxima do nosso Sol, abrindo a tentadora perspectiva de uma exploração futura com sondas espaciais robóticas. O recém-batizado 'Próxima b' tem aproximadamente a mesma massa da Terra e está em uma zona temperada compatível com a presença de água em estado líquido, um ingrediente essencial para a vida. Os resultados, baseados em dados recolhidos ao longo de 16 anos, foram relatados na revista científica Nature (na última quarta feira.24)
 Concepção artística de como seria a superfície do planeta Proxima b, de acordo com cientistas
"Finalmente, conseguimos mostrar que um planeta com pouca massa, provavelmente rochoso, está orbitando a estrela mais próxima do nosso sistema solar", declarou Julien Morin, um astrofísico da Universidade de Montpellier, no sul da França, e coautor do estudo. "'Proxima b' provavelmente será o primeiro exoplaneta visitado por uma sonda feita por seres humanos", disse à AFP. Um exoplaneta é qualquer planeta localizado fora do nosso Sistema Solar.
O principal autor e coordenador do projeto, Guillem Anglada-Escude, um astrônomo da Universidade Queen Mary de Londres, descreveu a descoberta como a "experiência de toda uma vida". Trabalhando com telescópios do Observatório Europeu do Sul no deserto chileno do norte, sua equipe utilizou o chamado método Doppler para detectar 'Proxima b' e descrever suas propriedades. 
Sabendo que um planeta - se houvesse um - seria muito pequeno para ser visto diretamente, os profissionais observadores de estrelas passaram 60 dias consecutivos à procura de sinais de força gravitacional sobre sua estrela hospedeira, a anã vermelha 'Proxima Centauro'. Descoberta em 1915, é uma das três estrelas no sistema Alpha Centauro, uma constelação visível principalmente a partir do hemisfério sul.

sábado, agosto 27, 2016

AR-FIM DE SEMANA: "O Hotel mais alto do Mundo"

 Para ser visitado só de helicóptero ou a pé
Recordista do Guinness Book como o hotel de maior altitude do mundo, o Everest View fica a 3.880 metros de altura na cordilheira do Himalaia, em Namche, no Nepal.

Por conta do difícil acesso, o local só pode ser visitado de helicóptero, ou se você estiver em boa forma física, poderá chegar a pé, em uma caminhada que dura cerca de 45 minutos. O voo de Katmandu, capital do Nepal, até a pista de pouso mais próxima, em Shyangboche, leva aproximadamente 50 minutos.
Guias locais, chamados de 'sherpas' podem ser contratados para levar os turistas até templos, vilas e trilhas diurnas nas alturas. Outro diferencial do hotel é a bela vista que se tem dos quartos, que contam com sacada para facilitar a visualização do Everest.

sexta-feira, agosto 26, 2016

AR-DIÁRIO: "A Esquina da América do Sul"


"Ponto mais ao sul da América tem ventos que ultrapassam os 200 km/h"
Em 1978, como mostra o roteiro ao lado, participamos, eu e minha família, num Cruzeiro da Agaxtur Turismo. Foram quase 30 dias de uma viagem deslumbrante a bordo de um dos mais requisitados navios da Linha "C": o Eugênio. Depois de passarmos  por todo o canal da terra do Fogo. Vimos fogo mesmo, quando cruzamos o Cabo Horn, aparentemente calmo na foto acima, mas na última, os ventos fortes jogavam água até a altura da cabine de comando como mostra a foto que consegui tirar, por volta da hora do almoço, ao qual poucos compareceram, inclusive garçons. Calculo que uns 70% entre passageiros e tripulantes estavam mareados e recolhidos  ao seus camarotes, inclusive minha mulher e meu filho  Lincoln. Alguns até baixaram a enfermaria. Entre  os poucos que estavam almoçando, incluo eu e meu filho Roberto Jr.
Os ventos em condições mais amenas podem ultrapassar os 100 km/h e dão as boas-vindas aos que se aventuram a cruzar o local, assim como faziam com os navegadores na época dos grandes descobrimentos. Estima-se que, entre os séculos XVI e XX, mais de 800 embarcações se perderam nestas águas, tendo a bordo cerca de 10 mil homens. Ao chegar a um ambiente tão inóspito, é difícil acreditar que haja vida humana no local. O mais inusitado é que no "fim do mundo" vive uma família feliz, que está sempre disposta a receber os turistas de braços abertos.
TRÁFEGO COMEÇOU EM 1616.
Além dos grandes navios,  visitas ao Cabo Horn são possíveis por meio de botes, mas o acesso só é possível se as condições meteorológicas permitirem. Não raro, os turistas são recebidos por uma rápida mas intensa chuva de granizo – Desde a época da navegação à vela, é difícil imaginar um lugar onde o homem se sinta mais vulnerável.
Já se conhecia o Estreito de Magalhães desde 1520, mas foi em 1616 que começou o tráfego de navios entre Ásia e Europa, transportando especiarias", explica Cristóbal Fierro. "Hoje muitos marinheiros gostam de fazer essa travessia por ser um local histórico, comemorando aquela época". 
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