É o que procura mostrar este mapa depois de longas pesquisas científicas realizadas em todos os mares do mundo, onde tudo que foi compilado está traduzido nestes pontinhos, cuja legenda no canto baixo, lado esquerdo, explica usando estas três cores: 1-amarela: Dentro de um ano sem nenhuma vida marinha. 2-vermelha: Com vida por alguns períodos apenas, e 3-azul: Apenas vida ocasional.O PLANETA MAR
Se, em algum ponto do espaço um astrônomo extraterrestre se dispusesse a estudar o nosso sistema solar, provavelmente chamaria Mar a nosso planeta, e não Terra (que implica a idéia de chão ou solo). O que mais o impressionaria, distinguindo nosso planeta dos demais, seria a vasta e brilhante camada de água que cobre mais de 2/3 de sua superfície. Nenhum outro mundo ao alcance da visão humana possui um mar. Marte apresenta algum gelo e pouca umidade; Mercúrio parece não ter agua; Vênus esta oculto por nuvens que não contem oxigênio ou agua, ao contrário das que se formam na Terra. Por outro lado, os planetas mais afastados são frios demais: a temperatura de Júpiter situa-se em torno de 100ºC abaixo de zero e Saturno é ainda mais frio, com cerca de 115ºC negativos.
Os alimentos e as matérias-primas que podem ser fornecidos pelo mar revelam-se indispensáveis para assegurar o futuro da humanidade. A água do mar contem matéria viva: - algas, plâncton, moluscos, peixes etc. - em quantidade pelo menos quatro vezes superior ao total de vegetais cultivados e de animais domésticos existentes nas terras emersas. Por enquanto, apenas uma pequena parte desses recursos está sendo explorada, por meio da pesca e da coleta ou cultivo de algas, mas no futuro pode representar a solução para o problema da alimentação de um mundo superpovoado.
Anualmente, os rios descarregam nos mares e oceanos milhares de toneladas de substancias poluentes; além disso, navios cada vez maiores transportam fantásticas quantidades de petróleo em todas as direções, multiplicando os riscos de acidentes de navegação. Um exemplo desses ocorreu em marco de 1969 com o petroleiro Torrey Canyon, que se partiu ao meio no canal da Mancha e deixou vazar milhares de toneladas de petróleo: a mancha que se formou tinha 20 cm de espessura e estendia-se por centenas de quilômetros quadrados. Vinte anos mais tarde, também em março, o petroleiro Exxon Valdez se chocou contra uma rocha na entrada do canal Príncipe William, e produziu uma mancha de mais de 250 quilômetros quadrados. O derramamento agrediu um dos mais ricos ecossistemas de elevado número de peixes, aves e mamíferos.A poluição e particularmente grave em mares fechados e pouco profundos, onde a concentração de poluentes pode aos poucos ir diminundo a reserva de alimentos para os nossos descendentes.

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Esta é uma foto aérea da AFA tendo ao fundo à esquerda a pista de pouso principal com os hangares do T-27 (Tucano); à direita a pista de pouso auxiliar e hangares do T-25 (Universal); ao centro a praça de esporte do cadetes com ginásio, quadras de vôlei, basquete, tênis e futebol de salão, piscinas, estádio, campos de futebol e mais; abaixo à esquerda a Divisão de Ensino, Cinema e Comando; abaixo ao centro o Rancho e o hospital e abaixo à direita o Corpo de Cadetes com os três alojamentos e o prédio do comando do Corpo de Cadetes.



A Agência Espacial Européia divulgou recentemente, imagens do planeta Marte capturadas pela Câmera Estéreo de Alta Resolução da sonda Mars Express. Uma das áreas fotografadas apresenta uma depressão de aproximadamente 2.000m. de profundidade e 110 km de diâmetro. As imagens também mostram vales de cerca de 800 a 1.200m. Os cientistas acreditam que esses relevos tenham surgido em função do fluxo intenso de gelo derretido. As cenas flagradas pela câmera indicam diferentes estágios de degradação das áreas montanhosas da superfície de Marte. Assim como na Terra, paisagens são sempre indicativos do clima. Resta saber se ainda há restos de gelo escondidos nos poros do relevo marciano. Por sua vez a Nasa também anunciou outra forte evidência do passado úmido de Marte. Uma amostra do solo analisada pelo robô Spirit mostrou grandes quantidades de silício. Segundo os cientistas, tamanha concentração do elemento requer a presença de água. O equipamento finalizou sua missão principal em abril de 2004, mas continua funcionando, assim como sua "gêmea", a Opportunity. Várias amostras foram analisadas anteriormente, mas esta foi a primeira vez que os cientistas encontraram sinais desse elemento químico. 