/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

segunda-feira, junho 05, 2017

AR-DIÁRIO - "NATUREZA ESCULTURAL"

                        A GRANDE CRATERA AZUL DE BELIZE
O grande Buraco Azul está localizado em Light House Reef a meio caminho entre Long Cay Caulker e Sandbore. Fica a cerca de 60 quilômetros ao leste da cidade de Belize, um pequeno e belo país da América Central, banhado pelo mar do Caribe. Em 1997 foi designado Patrimônio da Humanidade. A noite o brilho das chamas podem ser vistas a quilômetros de distância. O calor é tão intenso que só é possível ficar perto da borda por alguns minutos.
As águas territoriais de Belize contém profundas cavidades circulares conhecidos como buracos azuis que muitas vezes são as entradas para redes de cavernas, algumas delas de até 14 km de comprimento. Mergulhadores relataram um vasto número de criaturas aquáticas, algumas das quais ainda são novas para a ciência. Além disso, eles filmaram as câmaras cheias de estalactites e estalagmites. Para os exploradores esta era a prova que ao mesmo tempo, cerca de 65.000 anos atrás, quando o mundo estava à beira da última grande era glacial, o nível do mar das Bahamas era de até 150 metros abaixo do que é hoje. Com o tempo o calcário das ilhas foi erodido por redes de água e então surgiu a vasta caverna. Quando as águas subiram novamente cerca de 10.000 anos atrás, algumas destas desmoronaram e os buracos azuis foram formados.

sexta-feira, junho 02, 2017

AR-DIÁRIO: "A morte salgada"

 MORTE NO MAR 

"Ano após ano, dezenas de milhares de somali anos e etíopes desesperados arriscam a vida cruzando o golfo de Adem em busca de segurança e uma vida melhor. Muitos morrem de maneira atroz, apunhalados, surrados, jogados ao mar, comidos por tubarões, afogados ou asfixiados (...) na perigosa rota entre Puntland, na Somália, e praias do Iêmen. Mas os números continuam subindo"

Dispara o número de somalianos e etíopes que perdem a vida (nesta região, cercada em vermelho conhecida como "Chifre da África"), que fazem a travessia do Mar Vermelho, à procura de recursos pela sobrevivência.
A morte é rotina no Golfo de Adem, porta de entrada do Mar Vermelho e principal rota de fuga para os africanos que tentam escapar da miséria e da fome em uma região destruída por guerras civis, rumo ao Oriente Médio. Contrabandistas realizam a travessia de maneira arriscada e precária. O mar é agitado. Os barquinhos, superlotados, enfrentam as ondas altas com dificuldade; os acidentes são comuns. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o número de mortes não para de subir. Na última viagem noticiada, no final de setembro, mais de 50 ficaram no mar. Não fosse o esforço dos dois que chegaram à praia nadando, a tragédia poderia ser ainda pior. O grupo embarcou em Marera, na Somália (África). No meio do caminho, o motor do barco quebrou. Os contrabandistas que cobraram valores equivalentes entre R$ 133 e R$ 190 pela viagem fugiram com a desculpa de buscar baterias novas. Não voltaram. Ao todo, 124 pessoas, incluindo crianças de 2 anos, ficaram à deriva, 18 dias sem água e sem comida. Os que morreram durante o percurso, foram jogados no mar. Dos 71 resgatados, dez tiveram que ser internados. Destes, quatro não resistiram. As vítimas entraram na sombria estatística oficial da ONU, que indica que, em 2016, mais de 500 pessoas morreram ou desapareceram tentando fugir pelo mar. Trata-se de uma estimativa. Em meio a rotas arriscadas dos contrabandistas, é impossível precisar o tamanho do desastre. As vítimas deste verdadeiro genocídio são somalianos e etíopes pobres e desesperados com a falta de perspectiva na área conhecida como Chifre da África. Cruzar o Golfo de Adem é a primeira etapa de uma jornada rumo a países mais ricos no Oriente Médio.
Ainda de acordo com a ONU, até setembro último, 31.192 fugiram para o Iêmen, sendo 21.201 somalianos e 9.854 etíopes. A região do Golfo de Adem tem sido apontada por associações navais como uma das mais perigosas do planeta devido à presença de piratas modernos. Sequestros e roubos são frequentes.. Recentemente, bandidos capturaram um navio ucraniano carregado com 33 tanques russos que seguia para o Quênia. O contexto político torna a situação ainda mais crítica. A Somália vive instabilidade extrema. É um país desgovernado e dividido, com intervenções constantes e desastradas de outros países. De acordo com relatório de 2007 da Anistia Internacional, as incursões militares dos Estados Unidos na região “sofreram falta de coordenação e coerência e falharam na proteção de vida de civis”.
DRAMA JÁ DURA DÉCADASO drama de somalianos tentando atravessar o Golfo de Adem para sobreviver não e novo. Há décadas, as mortes no mar são uma constante na região. Em 1992, a chegada de um barco com 3 mil somalianos famintos no Iêmen causou comoção mundial. Os viajantes fugiram do aumento da violência provocado pela guerra civil. Desde 1978, diferentes grupos brigam pelo poder em violentos combates. Os refugiados viajaram sem água, comida ou condições e passaram dias no mar até serem atendidos. A ONU coordena os campos de refugiados no Iêmen e ajuda a minimizar a tragédia. Este ano, 31 mil pessoas fugiram do Chifre da África em busca de abrigo no país vizinho

terça-feira, maio 30, 2017

AR-DIÁRIO - "A LUTA PELA VIDA"

 MALDIVAS SOB A AMEAÇA DO MAR
A elevação do nível do mar ameaça está ameaçando zonas costeiras em todo o mundo. Para as ilhas, o perigo ainda é maior. Nações inteiras estão ameaçadas de imergir literalmente.
Ilhas como a capital das Maldivas-Malé (foto), foi circundada por um muro de 3 m.   
O ALERTA atinge especialmente as chamadas ilhas baixas – ilhas planas, onde quase não há elevações. Nas Ilhas Maldivas, localizadas no Oceano Índico, a sudoeste do Sri Lanka, o ponto mais alto das quase 2.000 ilhas que compõem o arquipélago fica a apenas 2,4 metros acima do nível do mar. E se esse nível continuar subindo, como mostram as previsões, muitas ilhas vão se tornar inabitáveis.  
"As Ilhas Fiji [Pacífico Sul] têm terras altas para onde podem ser levados seus habitantes, caso a situação se torne crítica. Mas as Maldivas, ainda precisa encontrar uma solução", explica Ali Rilwan, cofundador da organização não governamental Bluepeace. Prognósticos das Nações Unidas e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) dão ao país de Rilwan cem anos até que todo o território seja submerso no Oceano Índico. SOLUÇÕES DE LONGO PRAZO SÃO CARAS - Os países atingidos reagem de forma diferente à ameaça crescente. Em Tuvalu, no Oceano Pacífico, muitos habitantes já emigraram para a Nova Zelândia. Os maldivos construíram um muro de três metros de altura (foto) ao redor de sua capital, Malé. O dinheiro para o projeto veio do Japão, o que torna mais caro mais esse problema: falta dinheiro para a maior parte das nações em ilhas baixas se protegerem contra o aumento do nível dos oceanos.

sexta-feira, maio 26, 2017

AR-DIÁRIO: A Perspicácia da Ciência"

 Sonda de Marte: Explore o planeta vermelho com o robô da Nasa

                             
A Curiosity (lançada há quatro anos) é a sonda mais sofisticada que a agência espacial americana já enviou ao planeta vermelho.O veículo de seis rodas tem 2,9 metros de comprimento e a altura de um homem. A sonda se desloca pela superfície e consegue vencer obstáculos de até 75 cm de altura.Equipada com instrumentos científicos, a sonda é capaz de coletar solo e perfurar rochas. Um braço robótico leva amostras a instrumentos da própria sonda que analisam a composição química das substâncias..

quinta-feira, maio 25, 2017

AR-DIÁRIO: "Que tal possuir um carro voador?"


 THE TRANSITION, RÁPIDO, PRATICO e CARO
Para atingir seu objetivo, de colocar no mercado o The Transition, os fabricantes trabalham desde 2006 para colocar no mercado o veículo que é conhecido simplesmente como The Transition. O automóvel é uma espécie de avião pequeno, com uma velocidade de cruzeiro de 160 km/h e movido à gasolina, tornando-se até 30% mais barato de ser abastecido do que aeronaves normais de pequeno porte.
A diferença para os aviões regulares, por assim dizer, é que o The Transition conta com quatro rodas e pode recolher as suas asas sempre que necessário, em questão de minutos. Dessa maneira, quando a pessoa pousa depois do voo, basta apertar um botão e depois ir dirigindo da maneira “normal” até a sua própria casa.
Contudo, transitar entre o céu e a terra não é algo tão fácil assim. Como o veículo é considerado uma espécie de híbrido entre aeronave e um carro, é necessário que você tenha a licença para pilotar nas duas modalidades. Além disso, o preço da novidade não é acessível para maioria, já que, na “pré-compra”, ele custa US$ 279 mil (cerca de R$ 558 mil mil reais), sem impostos.

terça-feira, maio 23, 2017

AR-DIÁRIO - "Um carro revolucionário"

UM CARRO PARA O MOTORISTA VIAJAR DORMINDO
Você se senta no banco da frente, coloca o cinto de segurança, define uma rota e reclina o banco para puxar um cochilo enquanto espera o fim do trajeto. Parece cena de filme, não é? Mas estamos cada dia mais próximos de ver isso acontecer.
As integrações entre carros e inteligências artificiais vêm sendo testadas por fabricantes de veículos e empresas de tecnologia e são muitas as possibilidades. Não se trata apenas do modo autônomo da condução do automóvel, mas da interação, responsável por uma verdadeira revolução na relação que
Você se senta no banco da frente, coloca o cinto de segurança, define uma rota e reclina o banco para puxar um cochilo enquanto espera o fim do trajeto. Parece cena de filme, não é? Mas estamos cada dia mais próximos de ver isso acontecer.
As integrações entre carros e inteligências artificiais vêm sendo testadas por fabricantes de veículos e empresas de tecnologia e são muitas as possibilidades. Não se trata apenas do modo autônomo da condução do automóvel, mas da interação, responsável por uma verdadeira revolução na relação homem-máquina

segunda-feira, maio 22, 2017

AR-DIÁRIO: "Nosso Universo"

 Estamos no Começo do Fim do Mundo?                      O Universo poderia estar prestes a entrar em colapso, e tudo dentro dele – inclusive nós – seria comprimido ao tamanho de uma pequena bola rígida.  De acordo com físicos teóricos, o processo já pode ter começado em algum lugar de nosso cosmos e estar ‘comendo’ o resto do Universo.
O Universo poderia estar prestes a entrar em colapso, e tudo dentro dele – inclusive nós – seria comprimido ao tamanho de uma pequena bola rígida.  De acordo com físicos teóricos, o processo já pode ter começado em algum lugar de nosso cosmos e estar ‘comendo’ o resto do Universo. Este conceito desconcertante foi proposto já há algum tempo, mas agora os pesquisadores na Dinamarca alegam ter provado esta possibilidade, através de equações matemáticas.

A base da teoria é a de que, mais cedo ou mais tarde, uma mudança radical nas forças do Universo irá causar com que cada partícula dentro dele fique extremamente pesada.  Tudo – mesmo um grão de areia, todos os planetas e todas as galáxias – se tornará bilhões de vezes mais pesado do que é agora. A teoria sugere que o novo peso irá esmagar toda a matéria, tornando-a em uma pequena, pesada e super quente bola, fazendo com que o Universo, tal qual o conhecemos, não exista mais.  Este violento processo é chamado de ‘transição de fase’ e é similar ao que acontece, por exemplo, quando a água se transforma em vapor, ou um ímã se aquece, perdendo sua força.

De acordo com a teoria de Higgs, uma transição de fase como esta ocorreu há um décimo de bilionésimo de segundo após o Big Bang, causando uma mudança no tecido do espaço-tempo.  Durante esta transição, o espaço vazio fica repleto de uma substância invisível que agora conhecemos como o campo Higgs.  Algumas partículas elementares interagem com este campo, ganhando energia no processo, e esta energia intrínseca é conhecida como a massa de uma partícula.

Através do uso de equações matemáticas, os pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca descobriram que o campo Higgs poderia existir em dois estados, bem como a matéria pode existir no estado líquido ou no sólido.  No segundo estado, o campo Higgs é bilhões de vezes mais denso do que os cientistas já observaram.  Se este campo Higgs ultra denso existir, então uma ‘bolha’ deste estado poderia aparecer repentinamente em um certo lugar do Universo, a qualquer momento, similarmente como ocorre quando você ferve a água.  A bolha então expandiria à velocidade da luz, penetrando por todo o espaço, e mudando o campo Higgs do estado que se encontra agora, para um novo estado.  Todas as partículas elementares alcançarão uma massa muito mais pesada do que as que estão fora da bolha, e se atrairiam mutuamente para formar centros de super massa.

quarta-feira, maio 17, 2017

AR-DIÁRIO: "O TERMÔMETRO DO MUNDO"

 ILHA SIGNY, O TERMÔMETRO DO MUNDO
 Na verdade poucos a conhecem, a rigor, ninguém, exceto cientistas interessados no aquecimento global. Ela fica situada próxima à Antártida, e está sendo considerada  um termômetro nas mudanças ambientais. O segredo está nos lagos, cobertos por uma fina calota de gelo, que derrete com facilidade. Assim, percebe-se rapidamente as mudanças do clima. Nos últimos 30 anos, a temperatura média subiu 1,8°C. "O degelo deixou mais luz solar atingir o fundo dos lagos", explica o biólogo Wendy Quayle, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Isso provocou uma explosão na população das algas- um claro indício do desequilibro causado pelo homem.
A Estação de Pesquisa Signy
Signy foi primeiro ocupada em 1947 quando uma estação meteorológica foi estabelecida na Enseada Factory acima da velha estação baleeira. Foi a segunda base de pesquisa nas Ilhas Órcades do Sul (depois da Base Orcadas argentina em 1903). Em 1955, uma nova cabana, a Casa Tønsberg foi construída no terreno da estação baleeira. Em 1963, foi transformada em um laboratório para pesquisa biológica. Inicialmente operava durante todo o ano e desde 1995/6 a estação tem estado aberta de novembro a abril a cada ano (no verão do hemisfério Sul).

segunda-feira, maio 08, 2017

BRASIL SEM CONTROLE DO DESMATAMENTO
Revista "The Economist:" governo não sabe quem é dono de quê, na AMAZÔNIA
Fotos: (1) - Fogo na mata: O ritmo atual de destruição da Amazônia, é um dos maiores registrados em todos os tempos; (2) - Esta foto ainda percorre o mundo - Índios isolados apontam flexas para o avião, onde se encontra o cinegrafista. Enquanto isso, no Congresso Nacional a prioridade é blindar os maus feitos de políticos inescrupulosos. E, há raros bem intencionados nacionalistas que ainda acreditam que a Amazônia é nossa!
Recente reportagem da revista britânica "The Economist" afirma que é quase impossível para o governo brasileiro controlar o desmatamento e a exploração da Floresta Amazônica. De acordo com a publicação, que apresentou um panorama dos problemas da região, praticamente não há controle sobre a propriedade de terras da Amazônia. "Uma vez que o governo não sabe quem é dono de quê, reforçar qualquer norma é impossível".
Com o título, "Bem-vindo à nossa selva que encolhe" uma revista de Manaus, tenta explicar os motivos que levaram a senadora Marina Silva a deixar o Ministério do meio ambiente e chama seu substituto, Carlos MinC de "hiperativo".
A reportagem termina dizendo que "na prática é quase impossível para o governo impor sua vontade nos limites de seu império, mesmo que quisesse. Há algum tempo,membros de uma tribo foi fotografada recentemente (os índios na foto, encontrados na fronteira com o Peru, depois de 500 anos do descobrimento do Brasil (nunca tiveram contato com a civilização) não são os únicos que não reconhecem a soberania do Brasil na Amazônia".

sábado, maio 06, 2017

AR-FIM DE SEMANA - "Nada como um bom Mergulho"

        Um brasileiro que mergulhou em vários mares do mundo "Silêncio. Trevas. O facho da lanterna de mergulho trespassa a água negra, tateando o caminho ao longo dos recifes. Moluscos e conchas em movimento surgem na luz. Com um som gotejante abafado, bolhas de ar forçam o caminho até a superfície" (Depoimentos do mergulhador amador Lincoln Kirsten  - (foto)
Aproveitando o lado bom de sua profissão, "analista de sistema" Lincoln já viajou muito, e ao preparar a sua mala, pode até se esquecer da sua escova de dente, mas nunca do material de mergulho. Por esse motivo, já realizou inúmeros mergulhos nos mais diversos e exóticos oceanos. E costuma dizer: "Se não tiver mar, mergulho até numa poça dágua. No Brasil já, realizou mergulhos em Paraty, Cabo Frio e no arquipélago de Fernando de Noronha. No exterior: Mediterrâneo, Golfo pérsico (pouco profundo) e no Mar vermelho, onde ja se deparou com um tímido ´squirrelfish`. Neste momento ele já deve estar mergulhando nas águas frias e escuras do Oceano Pacífico. Muito para um mergulhador amador, vidrado em esportes radicais. "Sinto-me em casa embaixo d´água. Gosto da tranquilidade e da ausência de agressividade -- Tenho muito respeito pelo perigo" diz ele, "e só assumo riscos calculados". Os aquários de golfinhos são alvos constantes dos seus descontentamentos. "Qualquer um que tenha visto golfinhos em seu ambiente natural só pode se sentir horrorizado diante de um desses aquários" afirma Lincoln:                                                                                                                                                                                   " O lugar desses animais é na natureza, como nesta foto, que tirei em Fernando de Noronha".É como dizia Chico Anysio na "Escolinha do Professor Raymundo: "Ah! se eu tivesse um filho como esse..."

quarta-feira, maio 03, 2017

AR-DIÁRIO: "A IMPORTÂNCIA DA NOVA ENERGIA"

Motocicleta movida inteiramente por energia solar
                                                
A empresa espanhola Sunred apresentou o projeto completo de uma nova motocicleta elétrica movida inteiramente por energia solar. O desenho impressiona, ficando entre o inovador e o bizarro - quando todas as placas solares estão expostas, a moto fica parecida com um tatuzinho de jardim.
Motor elétrico nas rodas
Para um menor consumo de energia, o motor elétrico da moto solar foi colocado na roda, uma solução que já está sendo adotada nos projetos dos carros elétricos (veja Carros do futuro terão rodas inteligentes). A eliminação do sistema de transmissão, seja por corrente ou por cardã, aumenta a eficiência do conjunto de motorização e diminui o consumo de energia.
Para maximizar a energia capturada, as placas solares formam uma espécie de casulo retrátil. Os painéis solares só podem ser totalmente expostas com o veículo parado, atingindo uma área total de coleta da energia solar de 3,1 metros quadrados.
Moto solar
Os painéis solares totalmente expostos são capazes de capturar energia suficiente para oferecer uma autonomia para a moto solar de 20 km, a uma velocidade de 50 km/h. A empresa não informou a velocidade que a moto consegue atingir captando diretamente a energia solar, já que, para que o piloto se sente, é necessário retrair pelo menos uma das placas.
O controle de energia mereceu um destaque todo especial, com um sistema computadorizado gerando uma multiplicidade de informações. O piloto pode acompanhar tudo, da velocidade à energia disponível nas baterias, por meio de uma tela LCD de 6,4 polegadas, instalada no painel da moto solar.

domingo, abril 30, 2017

---FS---"Automoblismo brasileiro inova"


Chegou a vez do Brasil fabricar um carro elétrico?
        
          O "Seed Green City Car" deverá ter uma autonomia de 100 km.
Bem na hora
Já existem mais marcas de automóveis sendo fabricadas no Brasil do que nos Estados Unidos. Infelizmente, nenhuma delas é nacional.
Mas será que chegou a vez do Brasil produzir um carro não apenas brasileiro, mas também elétrico? Esta é a proposta de uma empresa que parece ter escolhido caprichosamente seu nome: VEZ do Brasil.
A empresa emergente está procurando investidores para colocar em prática o projeto de um carro 100% elétrico.
Elétricos e híbridos
Hoje, apenas China, Japão, Índia e Itália produzem um automóvel 100% elétrico a custos razoáveis.
A proposta de um carro 100% elétrico se diferencia de um automóvel híbrido, que combina um motor de combustão interna com um gerador, um conjunto de baterias e um ou mais motores elétricos.
Já os carros puramente elétricos não possuem um motor a combustão e são integralmente movidos à energia elétrica, geralmente fornecida por baterias ou por células a combustível.

A plataforma Seed será usada para fabricar diversos modelos.
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sexta-feira, abril 28, 2017

AR-DIÁRIO :"NOVIDADES NO AR"

  Avião supersônico de passageiros
"O desenvolvimento, construção e teste de voo de um X- avião supersônico silencioso será o próximo passo lógico em nosso caminho projetado pela NASA deverá permitir que a indústria decida a abrir as viagens supersônicas para o público," disse Jaiwon Shin, administrador do projeto.
A Lockheed Martin terá 17 meses para terminar o projeto da aeronave com tecnologia QueSST, incluindo o desenho propriamente dito do avião, as exigências de voo e todas as especificações, incluindo validações em túnel de vento, para que o programa possa caminhar para uma fase de protótipo.
A expectativa é que o modelo de teste pilotado possa voar por volta de 2020.

quinta-feira, abril 27, 2017

AR-DIÁRIO:" Record no Espaço"

Peggy Whitson bateu o recorde que era do astronauta Jeff Williams
Uma mulher tornou-se a americana a passar mais tempo no espaço. Na madrugada desta segunda-feira (24), a astronauta Peggy Whitson, de 57 anos, completou 534 dias no espaço ao longo de três missões a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Ela bateu o recorde que era do astronauta Jeff Williams.
Peggy não possui apenas esse recorde. A astronauta já detinha as marcas de mulher que passou mais tempo no espaço e a mulher que passou mais tempo fazendo caminhadas no espaço. Peggy Whitson foi ainda, em 2008, a primeira mulher a ser comandante da ISS. No dia 09 de abril, ela passou a ser a primeira mulher a comandar a estação espacial por duas vezes.
Em seu retorno à Terra, Peggy Whitson terá passado mais de 650 dias no espaço. Atualmente ela está nas Expedições 50/51, que começou no dia 17 de novembro do ano passado e segue até o mês de setembro. A primeira vez da astronauta no espaço foi em 2002, quando fez parte da Expedição 5 e participou de 21 pesquisas científicas. Foram 184 dias no espaço.
Em 2008, Peggy participou de sua segunda viagem espacial. Depois ela retornou como comandante da Expedição 16 e ficou no espaço por mais 194 dias.
Apesar de deter o recorde americano de permanência no espaço, a marca mundial é do russo Gennady Ivanovich Padalka, que ficou, ao todo, 879 dias em missões na estação espacial MIR e na Estação Espacial Internacional.
Peggy Whitson recebeu a ligação do presidente norte-americano, Donald Trump, e foi cumprimentada pelo feito. A ligação foi transmitida ao vivo pela Nasa.

segunda-feira, abril 17, 2017

AR-DIÁRIO - "RAIOS X AVIAÇÃO"

O que acontece se uma aeronave receber um raio em pleno vôo?



Para começar, as chances de um helicóptero – ou de um avião – virar churrasquinho aéreo são muito pequenas. Vá lá, são um pouquinho maiores que o azar de um relâmpago tostar um de nós em terra firme, mas, mesmo assim, ainda muito raras. Em todo caso, se essa tremenda zica acontecer, provavelmente a aeronave vai escapar ilesa. Isso porque a fuselagem de helicópteros e aviões fica protegida por um revestimento de metal – normalmente, o alumínio -, que funciona como uma blindagem para a cabine da aeronave. Como o metal é um bom condutor de eletricidade, a corrente elétrica irá contornar a fuselagem, dando a volta por fora antes de chegar ao chão. Como o relâmpago sofre esse desvio, a aeronave continua firme e forte e os passageiros ficam em segurança. Essa técnica de proteção é conhecida como “gaiola de Faraday”, em homenagem ao físico inglês Michael Faraday. “Dizem que, para demonstrá-la, ele colocou o filho recém-nascido numa gaiola metálica, mas sem contato com ela. Depois, submeteu a jaula a uma descarga elétrica de milhares de volts. O menino saiu são e salvo”, diz o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo (USP). A coisa fica complicada quando a descarga atinge partes que não fazem parte da tal gaiola de proteção, como turbinas ou tanques de combustível. Aí, podem ocorrer explosões e incêndios. Por sorte, hoje essas partes são bem protegidas e isoladas por por uma dupla camada de metal, que cria uma espécie de “minigaiola”. Outro fator que pode aumentar um pouco o risco de tomar um relâmpago é voar em altitudes abaixo de 1 800 metros, como fazem os helicópteros. Nessa área, a incidência de raios geralmente é maior. Pelo mesmo motivo, a hora da aterrissagem ou da decolagem é a mais perigosa para os aviões. Por isso, os aeroportos costumam ficar fechados durante as tempestades elétricas.
viões são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e ... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a luz gerados pelo raio pode causar apreensão nos passageiros. Embora pareça algo extremamente crítico pa... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
viões são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e ... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
s são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a lu... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
O que acontece se uma aeronave receber um raio em pleno voo?
s são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a lu... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
s são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a lu... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a luz gerados pelo raio pode causar apreensão nos passageiros. Embora pareça algo extremamente crítico pa... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
viões são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e ... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecola
s são desenvolvidos para suportar a descarga de um raio (Foto: iStock) Por Vinícius Casagrande Ao sobrevoar uma região com tempestade, o avião corre o risco de ser atingido por um raio. Quando isso acontece, a barulho e a lu... - Veja mais em http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/o-que-acontece-quando-o-aviao-e-atingido-por-um-raio-durante-o-voo/?cmpid=copiaecol

As chances de um helicóptero – ou de um avião – virar churrasquinho aéreo são muito pequenas. Vá lá, são um pouquinho maiores que o azar de um relâmpago tostar um de nós em terra firme, mas, mesmo assim, ainda muito raras. Em todo caso, se essa tremenda zica acontecer, provavelmente a aeronave vai escapar ilesa. Isso porque a fuselagem de helicópteros e aviões fica protegida por um revestimento de metal – normalmente, o alumínio -, que funciona como uma blindagem para a cabine da aeronave. Como o metal é um bom condutor de eletricidade, a corrente elétrica irá contornar a fuselagem, dando a volta por fora antes de chegar ao chão. Como o relâmpago sofre esse desvio, a aeronave continua firme e forte e os passageiros ficam em segurança. Essa técnica de proteção é conhecida como “gaiola de Faraday”, em homenagem ao físico inglês Michael Faraday. “Dizem que, para demonstrá-la, ele colocou o filho recém-nascido numa gaiola metálica, mas sem contato com ela. Depois, submeteu a jaula a uma descarga elétrica de milhares de volts. O menino saiu são e salvo”, diz o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo (USP). A coisa fica complicada quando a descarga atinge partes que não fazem parte da tal gaiola de proteção, como turbinas ou tanques de combustível. Aí, podem ocorrer explosões e incêndios. Por sorte, hoje essas partes são bem protegidas e isoladas por por uma dupla camada de metal, que cria uma espécie de “mini gaiola”. Outro fator que pode aumentar um pouco o risco de tomar um relâmpago é voar em altitudes abaixo de 1 800 metros, como fazem os helicópteros. Nessa área, a incidência de raios geralmente é maior. Pelo mesmo motivo, a hora da aterrissagem ou da decolagem é a mais perigosa para os aviões. Por isso, os aeroportos costumam ficar fechados durante as tempestades elétricas.
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