/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

sexta-feira, agosto 23, 2013

CAIXAS-PRETAS REVELADORAS...

AJUDAM A ESCLARECER ACIDENTES AÉREOS
Citaremos apenas seis trágicos acontecimentos, entre centenas, em que as caixas-pretas elucidaram o enigma de acidentes ocorridos na aviação mundial A importância das caixas-pretas ganharam maior relevância depois que o Airbus da Air France caiu no oceano Atlântico em junho de 2009, em acidente que causou a morte de 228 pessoas deixando uma esteira de mistérios, que serão desvendados pelas caixas (da foto) depois de dois anos. Os dados da caixa-preta do voo JJ 3054 da TAM, que caiu em 2007 em São Paulo, mostraram que o maneta direito estava na posição 'climb' (de aceleração), quando deveria estar em 'idle' (ponto morto). Por conta disso, o computador interno recebeu o comando para acelerar, em vez da ordem para parar, quando o jato pousou na pista úmida do aeroporto. Recentemente se concluiu  que a falta de ranhuras na pista molhada, impediram a aeronave que estava com lotação máxima, de frenar.. Os dados das caixas-pretas das aeronaves envolvidas no acidente com o voo 1907 da Gol, em 2006, são usadas até hoje nos processos para determinar as causas da tragédia, que matou 154 pessoas. O diálogo interno no jato Legacy mostra que o piloto norte-americano Joseph Lepore usou a expressão "it's off" quando falava sobre o equipamento anti colisão, o que deu margem para suspeitas de que o item estava desligado. Segundo ele, no entanto, a frase indicava nenhum outro avião havia no censor.
Registrados em uma das caixas-pretas do avião, os últimos momentos do voo 93 da United Airlines deixaram claro que o acidente na Pensilvânia, EUA, em 11 de setembro de 2001 era um ato terrorista. Os sequestradores deram o recado: "Senhoras e senhores, aqui fala o capitão. Sentem-se por favor, permaneçam sentados. Nós temos uma bomba a bordo" Em vão. Também foram identificadas brigas entre os 44 passageiros que morreram no acidente, que produziu esta enorme clareira.Tido como o acidente que deixou o maior número de vítimas no mundo (583), o acidente com o Boeing 747 da extinta Pan Am, que se chocou com outro avião da holandesa KLM no aeroporto de Tenerife (Espanha), em 1977, também foi esclarecido com informações das caixas-pretas. As conversas entre os pilotos e a torre do aeroporto mostraram que houve um grande mal entendido e o comandante da KLM, achando que tinha liberação para subir, a acabou atropelando o avião da Pan Am.Em 2000, o acidente com o Concorde da Air France, que fazia o voo 4590 entre França e EUA e deixou 113 mortos, também teve a investigação auxiliada por caixas-pretas. Cruzando o diálogo dos pilotos com os dados técnicos sobre a viagem e com vistorias, os peritos descobriram que o estouro de um pneu iniciou uma sequência de ocorrências que derrubou o avião. As últimas palavras da tripulação foram: "Negativo, vamos tentar Le Bourget". O pouso no aeroporto de Le Bourget, na França, não foi possível. Foi o primeiro acidente com um avião Concorde, e o fim dos supersônicos comerciais.

terça-feira, agosto 13, 2013

Novidade nas estradas coreanas

                                                                                                                                                               
                     Coreia do Sul quer carrega ônibus elétricos sem precisar de fios 
                                                                       (fonte Olhar Digital)

A Coreia do Sul testa uma nova tecnologia para carregar ônibus elétricos sem a necessidade de fios. Batizados de Veículos Elétricos Online (OLEV, na sigla em inglês), os meios de transporte podem ser abastecidos por energia quando estão ou não em movimento.
Os ônibus recebem a carga de uma inovação conhecida como Campo Magnético Estruturado em Ressonância (SMFIR, na sigla original), desenvolvida pelo Instituto de Ciência e Tecnologia do país asiático.
A SMFIR funciona com cabos instalados abaixo do asfalto que criam um campo magnético para levar a energia até os veículos. Os testes começaram na última terça-feira, 6, na cidade de Gumi e os ônibus percorreram 24 km com uma carga de 100 kW na frequência de 20 kHZ.
Os cabos de força só precisam ser instalados em uma área relativa a 5% e 15% da rota percorrida. Além disso, são ativados apenas quando o meio de transporte passa por cima deles, reduzindo os custos. Vale ressaltar que o sistema promete aproveitar 85% da energia transmitida pelas linhas.
Os OLEVs prometem ser um grande passo rumo à popularização dos carros elétricos. No entanto, para a tecnologia se firmar, ainda é necessário vencer alguns obstáculos como preço, peso, volume, resistência para viajar longas viagens, etc.
O prefeito de Gumi quer aumentar a frota de OLEVs para até 12 veículos até 2015. Há planos de testar a tecnologia também na Malásia e em Utah, EUA.

segunda-feira, agosto 12, 2013

Avanços aeronáuticos

 NASA anuncia testes com asa voadora X-48C
Avião-asa, ou asa voadora, decolando para seu 1º  voo de testes. (imagem NASA)          O AVIÃO SILENCIOSO 
A NASA  anunciou  ter realizado com sucesso o primeiro voo da asa voadora X-48C.

O novo modelo é uma versão modificada do X-48B, compondo a família das aeronaves conhecidas como Blended Wing Body, em que asa e fuselagem são integradas - daí o nome asa voadora, ou avião asa. O X-48C foi projetado pela Boeing e fabricado pela Cranfield Aerospace, no Reino Unido. O voo, com o avião pilotado por controle remoto, ocorreu na Base Edwards, no deserto de Monjave, na Califórnia.

"Estamos entusiasmados em voltar para o ar para começar a coletar dados nesta configuração de baixo ruído," disse Heather Maliska, gerente do projeto.

As principais mudanças do modelo C em relação ao modelo B, que realizou 92 voos entre 2007 e 2010, tiveram como objetivo inserir modificações no corpo do avião para torná-lo menos barulhento, tanto interna, quanto externamente.

Turbinas móveis. As modificações externas incluíram a realocação das winglets internas para junto dos motores, efetivamente transformando-as em caudas gêmeas, e a extensão do corpo da aeronave em cerca de 60 centímetros.

Mas a modificação mais marcante foi substituição das três turbinas por duas individualmente maiores e mais potentes, e com uma configuração inédita: ambas são móveis, podendo ter sua posição alterada em tempo de voo.

sexta-feira, agosto 09, 2013

Tudo pela saúde...

AREIAS MONAZÍTICAS CURAM ARTRITE E REUMATISMO?
Nenhuma pesquisa científica confirmou os efeitos curativos desse tipo de areia até hoje. Mas é inegável que elas são ricas principalmente em três minerais: monazita, granada e ilemita. Isso afeta sua cor, tornando-a preta (com ilemita) ou amarelada (com monazita). A presença do trio mineral gerou a hipótese de que o contato com a pele curaria artrite e o reumatismo. Só que isso não tem o uma comprovação científica até o presente. Não se sabe exatamente como nem quando essa crença começou, mas mas na década de 40, o barão Santon Retschek, embaixador da Áustria, visitou Guarapari, no Espírito Santo -- a principal reserva de areias monazíticas no Brasil--, e relatou uma melhora no seu estado de saúde depois de oito dias empanando-se na praias capixabas. Nos anos 70, o hábito voltou à moda. Centenas de reumáticos procuravam a cidade de Guarapari e saiam de lá se dizendo curados. "Passar alguns dias longe de fatores estressantes, em um lugar paradisíaco, pode diminuir os sintomas de doenças crônicas", explica a reumatologista Emília Sato, da Universidade de São Paulo. "Mas isso não quer dizer que as areias monazíticas tenham alguma participação no alívio."

quinta-feira, agosto 08, 2013

EXTRA /// Quanto vale a mentira?...

QUE VERGONHA!  Seis  anos depois, testemunha diz que: "ANAC usou  documento sem validade que afirmava segurança em Congonhas" Se fosse um documento honesto, não evitado a maior tragédia da história da nossa aviação!!!
  Teve início na tarde de ontem (7) o julgamento dos acusados do acidente com um Airbus da TAM no Aeroporto de Congonhas, em julho de 2007. A desembargadora Cecília Marcondes, primeira testemunha de acusação a depor no julgamento dos três réus acusados de atentado contra a segurança aérea no caso do acidente com o voo JJ 3054 da TAM, que matou 199 pessoas no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no dia 17 de julho de 2007, afirmou que a Anac encaminhou um estudo interno, sem validade de norma, como fosse um certificado internacional que atestava a segurança na pista de Congonhas. 
O acidente com o Airbus A320 da TAM, vôo 3054, ocorrido em em julho de 2007, foi o pior da história da nossa aviação, e foi também, o mais grave acidente mundial daquele ano.
Não é preciso ser um perito em assuntos aviatórios para avaliar pelo menos alguns dos motivos que levaram o Brasil a resgistrar o maior acidente de sua história, que causou a morte de 199 pessoas de extrema utilidade para o país. Essas vítimas, certamente nunca usaram a desfaçatez, como fazem os nossos poderosos políticos que têm grande parcela de culpa nesse trágico acidente. Como 2014 é o ano da Copa, as autoridades já estão se movimentando, mas até hoje não se tem um laudo justo que permita aos familiares das vítimas receberem pelo menos a justa indenização.
Análise obviamente não conclusiva mas dentro de uma lógica bem racional que desde ontem está sendo avaliada e que este blog apresentou no dia seguinte ao acidente com esta pergunte: "REVERSO É PEÇA DE ADORNO?" acompanhado das indagações: (1)- Pouso sob forte chuva é recomendado numa pista inacabada, sem "grooing" (ranhuras). (2)- Numa pista relativamente curta para uma uma aeronave com lotação total. (3)- A TAM se justifica dizendo que seu avião estava voando sem um dos reversos, mas que isso não oferecia risco, "baseando-se" no manual do fabricante. (4)- Como sempre a irresponsabilidade transforma o morto em vilão. Há os que afirmam que a falha foi do Comandante, que na hora do pouso inverteu as manetas, ao não reverter a que funcionava, acionando a desativada: 
Resposta afirmativa:: REVERSO NÃO É PEÇA DE ADORNO! Depois do item (4), seria desnecessária esta avaliação: Quem voa sabe que ao aterrissar é notório o uso do reverso. Nos tempos dos Electra na Ponte-Aérea, logo que ele tocava a pista, as quatro turbinas davam o passo reverso, e o passageiro sentia a pressão. Morei muitos anos pertinho do xadrez da pista de Congonhas. Para provar a minha tese, durante alguns anos, fui "vizinho" de muitas aeronaves que foram famosas, como o Caravelle, primeiro jato puro a integrar as frotas da Varig, Cruzeiro do Sul e Panair do Brasil. E o que isso tem a ver? Muito. Como naquela época a tecnologia não era tão avançada, o citado avião (foto) não possuía reverso, mas nem por isso, a frenagem era menos segura. Sabe por que? Em dias de chuva, vi várias vezes o Caravelle na hora do pouso abrir um enorme paraquedas que saia da calda para assegurar pouso tranquilo e seguro. A imagem acima vale por mil palavras. Além de  verdadeira e lógica, há sete anos vem sendo negada pela TAM e autoridades que deveriam cuidar da segurança do seu povo que vê o seu suor revertido em benesses para gente que só tem compromisso com a esperteza! Vamos aguardar que este julgamento que não seja apenas correto, mas que puna os verdadeiros responsáveis por essa tragédia que ceifou vidas preciosas.

terça-feira, agosto 06, 2013

Avião para quem tem medo de altura

                                                     
                Chineses constroem avião que voa                    a meio metro de altitude
Cientistas chineses desenvolveram este avião (foto), do tipo asa em efeito solo (WIG: "wing-in-ground") capaz de voar longas distâncias a apenas alguns poucos metros da superfície do mar
Asa em efeito solo
Aviões do tipo WIG exploram um fenômeno conhecido como "efeito solo", que ocorre quando um avião voa muito próximo ao chão. O precursor dos aviões com asa em efeito solo é o Ekranoplan, desenvolvido pela extinta União Soviética durante a guerra fria, que media 100 metros de comprimento e conseguia voar a 400 km/h carregando mais de 400 toneladas de carga.
A uma altura aproximadamente equivalente ao dobro da envergadura de asas, os vórtices existentes na parte posterior das asas, que normalmente causam arrasto, são destruídos. Isto permite que a aeronave viaje muito mais rapidamente através do ar. Graças ao aumento na sustentação, o consumo de combustível é também bastante reduzido. Rápido como avião, seguro como navio
A versão chinesa do WIG, cujo nome não foi divulgado, consegue voar a altitudes entre 0,5 e 5 metros da superfície do mar, alcançando velocidades de até 300 quilômetros por hora e levando 4 toneladas de carga.
"Ele é tão seguro quanto um navio, embora seja seis ou sete vezes mais rápido," afirmou Xu Zhengyu, da equipe de pesquisadores que desenvolveu o avião na Universidade Tongji, em Shangai. "E ele consegue carregar muito mais peso do que os aviões normais, além de custar no máximo a metade e usar metade do combustível."
O pesquisador afirmou que o cronograma da equipe é construir uma versão capaz de carregar

segunda-feira, agosto 05, 2013

PELOS CAMINHOS DA AVENTURA (Fam.Hurley)//

HERANÇA DA IDADE HERÓICAA bisneta de Frank Hurley, o fotógrafo da expedição de Shackleton, tentará completar a travessia transantártica em 2008.À noite tirei uma fotografia do barco atacado pela pressão do gelo. Precisei de uns 20 focos." Assim refletiu o fotógrafo australiano Frank Hurley em seu diário na noite de 27 de agosto de 1915, quando o Endurance, escorado no mar gelado de Weddell havia meses, dava seus últimos estertores antes de se despedaçar e acabar com os sonhos de Ernest Shackleton de realizar a travessia transantártica. Hurley imortalizou o momento sem saber que essa fotografia seria a chave para que sua bisneta, Felicity Hurley Byrnes, se propusesse - 92 anos depois - a mesma empreitada perigosa que ele não conseguiu concluir. Uma nova expedição pretende enfrentá-la em novembro de 2008 com trenós, evocando as façanhas dos exploradores da chamada época heróica da conquista do pólo sul.
(Há 92 anos, o Endurance encalhou na Antártica, frustrando a expedição de Shackleton) A cena chocante e inesquecível do "Endurance" abraçado para sempre pelos gelos do sul foi uma constante na infância e adolescência de Felicity Hurley."Tínhamos uma reprodução pendurada na porta do banheiro da minha casa, mas só depois de muitos anos, eu vim saber que era de meu bisavô nem o que representava", explica. Nem mesmo quando, aos 18 anos, comentou para sua avó (filha de Hurley) que entraria na universidade para estudar jornalismo, soube sobre o seu singular antepassado. "Felicity Hurley tem hoje 32 anos e é plenamente consciente de onde vem sua afeição pelo esqui e a paixão pelo frio e a neve que a faz viver trocando os invernos de Sydney (Austrália) pelos de Châtel, uma aldeia francesa situada a 1.200 metros de altitude. "Um dia tive a oportunidade de conhecer Edmund Hillary [o famoso alpinista neozelandês conhecido por ter sido o primeiro a completar com êxito uma subida ao Everest em 1953]. Ele veio dar uma conferência em minha faculdade e eu não quis perdê-la. Era meu herói, e eu lhe disse isso." E a jovem estudante de jornalismo abriu os olhos para seu passado quando soube que seu bisavô era para Hillary um ídolo, como este para ela. Sua conquista particular do pólo sul - que deverá enfrentar sem o apoio de cães, já que é totalmente proibido seu desembarque segundo o protocolo de proteção ambiental vigente no continente branco - está repleta de romantismo. Mas seu primeiro contato com a Antártida ocorreu há apenas algumas semanas, quando o Nornodge, um navio de cruzeiro turístico-ecológico dos cerca de 50 que percorrem parte do continente branco, fez sua última viagem da temporada. O objetivo de Felicity era ver a ilha Elefante, onde ancoraram e permaneceram durante semanas os homens que haviam participado da expedição de Shackleton, depois de conseguir abandonar o gelado mar de Weddell. Entre eles Frank Hurley. "Quando soube quem era meu bisavô, comecei pouco a pouco a conhecer sua história. Não foi algo imediato, foi progressivo. Mas dessa expedição sempre me ficou a curiosidade de saber como seria a ilha Elefante. Passei dez anos pensando nesse lugar. Minha imagem da expedição do Endurance é essa ilha", comenta, emocionada. "Agora já posso pensar em outra coisa. "Na ilha não ficou nada do acampamento feito por aqueles 22 homens enquanto esperavam que Shackleton, numa pequena embarcação e acompanhado de cinco homens, encontrasse ajuda nas ilhas Geórgia do Sul. De fato, havia pouco que pudesse resistir à passagem do tempo daqueles botes que, emborcados, serviram de refúgios improvisados em uma terra inóspita, cheia de geleiras, penhascos de gelo e rocha, habitadas só por focas e pingüins. Sua carne e gordura os ajudou a alimentar-se e a ter luz até que foram resgatados por Shackleton em 30 de agosto de 1916, quase um ano depois da mítica fotografia em que Hurley retratou o desespero do momento. "Que bom seria ter um amigo ou companheiro como o que meu bisavô encontrou em Shackleton", comenta Felicity, referindo-se a sua futura excursão pela calota polar antártica. "Porque aconteça o que acontecer durante os dias de minha expedição, ele sempre voltaria para me buscar."

Vale tudo para uma boa saúde

                    CAFÉ DA MANHÃ PREVINE DOENÇAS
A maioria dos brasileiros tem um péssimo costume pela manhã. Quem já não ouviu alguém dizer: ”Assim que  levanto da cama,  tomo um cafezinho preto e coloco um cigarro na boca”

Acreditamos que a maioria  sabe da importância do café da manhã para um emagrecimento saudável e eficaz. Mas poucos devem sabem que seus benefícios superam as expectativas e previnem também doenças degenerativas.
OS BENEFÍCIOS QUE UM BOM CAFÉ DA MANHÃ PODE PRODUZIR

Pesquisadores da Universidade de Harvard afirmam que um café da manhã balanceado reduz os riscos de infarto, diabetes do tipo 2 e parada cardíaca.                                               Considerada uma das práticas alimentares mais importantes do dia, a refeição deve ser realizada diariamente de forma nutritiva, para evitar problemas de hipoglicemia, dores de cabeça, fraqueza, desmaios e fome excessiva.
De acordo com a pesquisa, comer  antes de iniciar o dia resulta em menor aumento das taxas de açúcar no sangue após todas as refeições seguintes.
Além disso, um bom café da manhã auxilia no controle e redução dos níveis do “mau” colesterol (LDL) e dos triglicérides na corrente sanguínea, que estão associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
“A primeira refeição é muito importante, pois ficamos quase oito horas sem nos alimentar. O café da manhã prepara o corpo para o aumento do gasto metabólico (auxiliando no emagrecimento) e, por isso, devemos nos pautar em ingerir alimentos ricos em energia e nutrientes adequadamente, como é o caso de proteínas e gorduras”, segundo  Carlos Daniel Magnoni, cardiologista do Hospital do Coração (HCor) em S. Paulo.
Já no que diz respeito aos riscos do coração, o café da manhã auxilia no controle da fome no decorrer do dia, sendo um forte aliado nos regimes de emagrecimento.
Muitas vezes, pular essa refeição faz que as pessoas substituam o café da manhã por comidas gordurosas, frituras, doces e guloseimas, que são altamente prejudiciais a uma boa alimentação.Esse mau hábito, constante entre crianças, jovens e adolescentes, contribui para o aumento da obesidade e para o surgimento de diversas doenças que afetam o coração.
De acordo com Magnoni, com má alimentação na primeira refeição temos diversos prejuízos, como emagrecimento inadequado, perda de força muscular e hipoglicemia.
Além disso, tem se observado que as crianças que não se alimentam corretamente no café da manhã vão às escolas, praticam exercícios físicos e apresentam tonturas e mal-estar geral, por conta da ausência dos nutrientes no organismo
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sábado, agosto 03, 2013

---FS---O piloto-fotógrafo

  Piloto fotografa as melhores vistas da cabine do seu  avião
Mesmo não sendo um astronauta, que a cada 50 minutos vê as luzes das cidades  em contraste com o dia, que lhe permite ser observado com todos os seus continentes e países passando que vão desfilando sob a escotilha de sua nave. Também,  não é muito menos fascinante a um piloto de uma aeronave que cruza o mundo em todos os quadrantes, exercer corretamente a sua profissão de muita  responsabilidade, e de vez em quando um "clic" para registrar  vistas fascinantes sob as asas de seu avião, como estas fotos, sacadas por um piloto-fotografo cujo o nome não conseguimos saber.  
Na verdade também o passageiro, mesmo dispondo de apenas uma pequena janela, também pode aproveitar e registrar belas e inesquecíveis imagens. Basta ter criatividade
Sempre que voo e de preferência na janelinha, não deixo de usar minha câmera para registrar momentos que não podem mais ser registrados. Mesmo que seja um mar de nuvens que cobre tudo. Posso dizer que já vivi momentos maravilhosos dentro de um avião. cujas fotos guardo com muito carinho. Um Sobrevoo nas Cataratas do Iguaçu e travessia da cordilheira dos Andes com suas neves eternas. Tudo é muito emocionante.
 Além de registrarmos  essas maravilhas, acabamos esquecendo um pouco das alternâncias "sonoras" das turbinas que nos garantem. E então, não é uma boa ideia?

sexta-feira, agosto 02, 2013

"Uma boa para o trânsito de São Paulo".

 O CARRO QUE EM 30 SEGUNDOS SE TRANSFORMA EM AVIÃO
A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aprovou a produção de uma aeronave que se transforma em carro em 30 segundos, podendo ser usada também nas ruas. O Transition, porém, ainda está longe de ser uma daquelas engenhocas dos filmes de ficção científica: não é um carro que pode pousar e decolar em pleno trânsito. É um avião normal, que precisa de uma pista adequada para aterrissar e levantar voo.
Uma das principais vantagens do Transition sobre aeronaves leves existentes, afirma a empresa Terrafugia, é a segurança, já que o veículo pode ser dirigido na estrada em caso de mau tempo, em vez de ser impedido de voar ou de decolar em condições perigosas. Para os responsáveis pelo projeto, ele terá o potencial para “mudar o mundo da mobilidade pessoal”.
– Os deslocamentos agora se tornam uma experiência integrada terra-ar sem dores de cabeça. É o que os entusiastas da aviação vêm buscando desde 1918 – comemorou o presidente da Terrafugia, Carl Dietrich.
Para pilotar o Transition, é preciso de um brevê que, nessa categoria, é obtido após experiência de 20 horas de voo. O carro voador custará por volta de US$ 200 mil (cerca de R$ 360 mil), e a empresa diz que já recebeu 70 encomendas, com os interessados pagando um depósito de US$ 10 mil (R$ 18 mil). Conforme estimativas da Terrafugia, o veículo deverá ser entregue a partir do fim do ano que vem..

Fragmentos da História


Avião de pioneiros franceses teria caído numa  ilha remota?
Saint-Pierre, França – Aparentemente, dois aviadores conseguiram realizar o primeiro e quase impensável voo entre Paris e Nova York e, a 10 de maio de 1927, e todos jornais da França proclamavam "o triunfo das asas francesas"  numa era dourada da aviação".
O Jornal "La Presse" de maio de 1927, chegou a destacar esta manchete: 'Nungesser e Coli conseguiram' ligar a França a Nova York", inclusive detalhando o pouso no mar no porto de Nova York e os 'vivas que se ouviram dos navios a seu redor'.
Esses primeiros e empolgados relatos se mostraram falsos. Na verdade, Charles Nungesser, aristocrata aventureiro e um dos principais ases da aviação francesa, e François Coli, marinheiro caolho e ex-soldado da infantaria, não chegaram a Nova York. O bi-plano maciço de apenas um motor, chamado L'Oiseau Blanc (o Pássaro Branco), nunca foi encontrado.
Eles desapareceram 'feito fantasmas da meia-noite', escreveu Charles Lindbergh, o norte-americano que poucos dias depois chegou a Paris vindo de Nova York. Pensava-se que os franceses tivessem caído no Canal da Mancha, sobre o Atlântico ou em algum lugar entre a ilha da Terra Nova, ao largo do Canadá, e Maine, nos Estados Unidos.
Considerado um dos maiores mistérios da aviação, o desaparecimento inspirou décadas de hipóteses, histórias e um mistério que perdura até hoje, passados 86 anos.
Contudo, um conjunto de provas crescentes sugere que os aviadores caíram ao largo da minúscula Saint-Pierre (foto), num afloramento escalpado de rochas recobertas de líquenes e casas retangulares de cores vivas a aproximadamente 16 quilômetros de Terra Nova. A teoria é defendida por Bernard Decré, (foto) septuagenário francês obcecado e empolgado que dedicou os últimos cinco anos de vida a procurar o misterioso desaparecimento do L'Oiseau Blanc em tempo integral.

quinta-feira, agosto 01, 2013

Veja o que a tecnologia nos reserva

 Novo drone dos EUA decola pela 1ª vez
 Pela primeira vez a nova versão do drone dos EUA decola e pousa na pista de um porta-aviões

A Marinha dos Estados Unidos anunciou o início de um novo capítulo da Aviação Naval após decolagem e pouso (fotos) deste um protótipo de avião não-tripulado que pode não ser detectado por radar. O drone, que está em teste, deverá ter a capacidade de atacar alvos terrestres em missões de longo alcance.
Espere ainda mais nesse admirável  e espantoso mundo novo: a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) pretende começar ainda este ano testes para que, até 2015, aviões civis não tripulados — ou melhor, tripulados por controle remoto — possam voar no espaço aéreo norte-americano.
Até 2018, é possível que haja 15.500 drones, como são chamados os aviões pilotados desde terra — sejam do tamanho de um passarinho ou de maior porte –, nos céus americanos. (Já existem milhares de drones espiões atuando para as Forças Armadas dos EUA no mundo todo).
O prestigioso Massachusetts Institute of Technology (MIT) prevê que ao longo da década podem começar vôos comerciais, de passageiros, com aeronaves pilotadas do chão.
Bem, tudo isso são previsões, mas o incrível X-47B, um jato de combate que voa sozinho e que deverá poder ser reabastecido no ar, pousar e decolar de porta-aviões já está em testes desde o ano passado pelo grande conglomerado industrial bélico.
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