/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

sexta-feira, abril 07, 2017

AR-DIÁRIO: "CIÊNCIA"

Hydra, a lua mais distante de Plutão, foi descoberta pelos cientistas cientista no inicio deste século

Eles acreditam que ela tenha sido formada há quatro bilhões de anos pela colisão do planeta com outro de seus quatro satélites naturais, Sharon. Uma nova análise acaba de comprovar que Hidra é coberta por água pura congelada.
A descoberta foi feita por meio de dados obtidos pela sonda New Horizons, da NASA, durante sua histórica passagem por Plutão em julho e 2015. Por ter uma superfície extremamente reflexiva, os cientistas já suspeitavam de que a lua fosse coberta de água, e por isso a batizaram de Hidra. Mas agora essa teoria foi confirmada pela primeira vez. 
Os novos dados comprovam sem sombra de dúvida a presença de água congelada cristalina em Hidra. Sharon, o outro satélite natural de Plutão também é dominado por gelo, mas sua superfície não é tão límpida quanto a de seu vizinho. Os cientistas agora querem descobrir por que isso ocorre.
“Talvez os impactos constantes de micro meteoritos mantenham a superfície de Hidra livre de elementos contaminantes”, disse Simon Porter, um dos cientistas da equipe da New Horizons. “Esse processo não teria eficácia em Sharon, que é muito maior que Hidra. Sua gravidade mais poderosa retém destroços causados por esses impactos”. Isso explicaria a “sujeira” na superfície do satélite.


quinta-feira, abril 06, 2017

AR-DIÁRIO: "Cobra faz esquecer medo de voar"


COBRA ASSUSTA PASSAGEIROS DE AVIÃO
Uma cobra causou pânico neste domingo ao surgir sobre o bagageiro de um avião da Aeroméxico em pleno voo, caindo sobre os assentos da primeira classe.
Segundo Juan Carlos Gómez Juarez, membro da Associação Veterinária de Répteis e Anfíbios do México, “pela forma e característica do corpo não se trata de uma espécie venenosa”.
O vídeo foi colocado nas redes sociais pelo reitor da Universidade de Torreón, em Coahuila, que viajava no voo 231 para a Cidade do México.
No Twitter, o engenheiro escreveu: “A víbora voadora… Uma experiência única no voo Torreón-México”.
Como é possível observar na foto, a cobra desliza pela lateral superior da cabine de passageiros, entre o bagageiro e a parede do avião. Diante da situação, as autoridades do Aeroporto Internacional da Cidade do México (AICM) deram prioridade de pouso para o voo 231.
Resultado de imagem para avião da aeroméxicoA Aeroméxico emitiu um comunicado informando que “está avaliando os procedimentos realizados no voo para determinar como o animal chegou à cabine, e que adotou medidas para prevenir incidentes similares

quarta-feira, abril 05, 2017

AR-DIÁRIO :"NOVIDADE DA NASA"



                       Nasa vai lançar Disco Voador
Pouso controlado
Em junho, frequentadores das praias do Havaí poderão ver um disco voador descendo suavemente sobre a ilha de Ka uai.
Mas não haverá nenhum ET a bordo, e nem mesmo o disco voador será extraterrestre - eventualmente será o mesmo disco voador terrestre a assustar outros planetas.
Trata-se do LDSD - Low Density Supersonic Decelerator, ou desacelerador supersônico em baixas densidades, em tradução livre.
Será o primeiro teste da nova tecnologia que a NASA pretende usar para descer cargas grandes sobre a superfície de Marte.
O robô Curiosity, pesando menos de uma tonelada, exigiu o desenvolvimento de um sistema batizado de guindaste celeste, que submeteu os engenheiros da missão ao que eles próprios chamaram de "sete minutos de terror".
Ocorre que, para missões tripuladas a Marte, calcula-se que as cargas que deverão chegar à superfície do planeta pesem entre 40 e 100 toneladas. Para depositar essas cargas com suavidade no solo marciano, a NASA pretende resolver o problema usando seu "disco voador", um desacelerador inflável - o LDSD - e um paraquedas gigantesco, com o dobro do tamanho daquele usado pelo Curiosity.

terça-feira, abril 04, 2017

AR-DIÁRIO: "CHOQUES CÓSMICOS"

   As vítimas do impacto de um asteroide que eventualmente atinja a Terra não virá do próprio impacto


Maior perigo da queda de asteroide não vem do impacto
                                        Choque cósmico

O vento, a pressão e o calor causados pelo acidente são muito mais perigosos, não importando onde o asteroide caia.
A equipe do professor Clemens Rumpf, da Universidade de Southampton, no Reino Unido, colocou a mão na massa para calcular o risco de mortalidade caso um asteroide atingisse uma área urbana.
Eles consideraram asteroides que se queimam completamente na atmosfera, aqueles que atingem o chão e aqueles que atingem a água.
Surpreendentemente, os efeitos produzidos no ar são os que mais custariam vidas.
Pior que tsunami
Conforme um asteroide mergulha rumo ao solo, ele deposita uma enorme quantidade de energia na atmosfera, resultando em uma onda de choque muito forte, ventos com a força de tornados e uma pluma de fogo. Se ele chegar ao chão, formará uma cratera, sacudindo o solo em torno do impacto e lançando detritos para o ar.
Se o asteroide atingir a água - o que é duas vezes mais provável do que atingir a terra -, ele criaria um tsunami, com ondas que chegariam a dezenas de metros de altura. Quanto mais longe da costa for o impacto, mais profunda será a água e, portanto, mais altas as ondas.
Vários estudos anteriores concluíram que os tsunamis representavam os maiores riscos de um impacto de asteroide. Contudo, em comparação com o impacto em uma zona urbana, que é o foco da presente análise, o custo em vidas de um tsunami seria pequeno, de acordo com a equipe.
Por exemplo, um tsunami causado pelo impacto de um asteroide de 200 metros de largura a 130 quilômetros da costa do Rio de Janeiro poderia causar mais de 50 mil mortes, sendo 75% diretamente causadas pelo tsunami e o restante devido aos ventos fortes.
Mas um asteroide que caia sobre uma cidade mataria milhões de pessoas. E a maioria dessas mortes seriam causadas pelo vento, mesmo que o asteroide caia no chão, em vez de explodir no ar.
Catástrofe improvável
No caso da explosão no ar -como a que ocorreu recentemente com um pequeno asteroide sobre a cidade russa de Chelyabinsk - cerca de 15% das vítimas seriam mortas pelo calor.
Em um impacto direto, os efeitos das rajadas de vento e do aumento da temperatura se juntariam com as ondas de pressão, que podem romper órgãos internos, fazendo 97% das vítimas. Apenas cerca de 3% das vítimas seriam atingidas pelo impacto direto ou pelos terremotos e detritos que resultariam do impacto, diz a equipe.
Felizmente, grandes asteroides não atingem a Terra com frequência: um impacto por um asteroide de 200 metros é esperado apenas uma vez a cada 40.000 anos. E um asteroide pode cair em qualquer lugar, e a maior parte da superfície do planeta está desabitada.

sábado, abril 01, 2017

---FS---"PELOS CAMINHOS DA AVENTURA"

Charles Lindbergh era piloto do correio aéreo em 1926, responsável pelo trajeto entre a cidade de Saint Louis (Missouri) e Chicago, quando se dispôs a competir ao prêmio de 25.000 dólares oferecido a quem conseguisse realizar um voo sem escalas entre Nova York e Paris. Depois de convencer empresários de Missouri a patrocinar sua tentativa, no dia 20 de maio de 1927, Charles Lindbergh partiu de Nova York no mono plano Spirit of Saint Louis. No dia seguinte, após 33½ horas de voo, o avião pousou em Paris, e Charles Lindbergh ficou mundialmente conhecido aos 25 anos de idade.
"O Spirit of St. Louis" (nas fotos), foi o aeroplano escolhido para a proeza. Projetado com um objetivo: pousar em Paris. Tanques de combustível extra foram adicionados e a asa recebeu modificações para sustentar o peso extra. O plano teria uma autonomia de 4.000 milhas, mais do que bastante para alcançar Paris. Uma das decisões mais inovadoras do projeto consistiu em colocar o tanque de combustível principal onde normalmente ficaria o piloto. Lindbergh não quis ser esmagado entre o tanque e o motor se o plano fosse forçado a aterrar. Esta configuração significou também que Lindbergh não poderia ver diretamente adiante. Porém não pareceu incomodá-lo muito.
"Tudo que necessito é uma janela em cada lado... ". Se necessário, Lindbergh usaria um periscópio preso ao lado esquerdo do avião para ver o que se passava logo a sua frente.
Depois da segunda guerra mundial, Lindbergh e sua família foram morar no Havaí. Até então ele era membro do comitê nacional de aeronáutica e já havia servido em inúmeros outros comitês aeronáuticos. Recebeu muitas honras e concessões, além da medalha de honra que lhe tinha sido atribuída pelo seu ato em 1927.

sexta-feira, março 31, 2017

AR-DIÁRIO - " Cada Vez Mais Estamos Crescendo para o Céu"

OS SEIS ARRANHA CÉUS MAIS ALTOS DO MUNDO !


Petronas são um dos mais famosos arranha-céus e torres gêmeas em Kuala Lumpur, na Malásia. Segundo a definição oficial do ranking da CTBUHe , eles eram os edifícios mais altos do mundo entre 1998-2004 até ser ultrapassado pelo Tapei 101, mas continuam a ser os mais altos edifícios gêmeos  já construído no mundo, superando o antigo World Trade Center

3º Taipei 101 dispõe de 101 andares acima do solo e 5 pisos subterrâneos. O edifício foi arquitetonicamente criado como um símbolo da evolução da tecnologia e tradição asiática. Sua abordagem pós-modernista ao estilo, incorpora elementos de design tradicionais e dá-lhe tratamentos modernos. A torre em Taiwan foi projetada para resistir a tufões e terremotos. Um shopping multinível adjacente à torre abriga centenas de lojas elegantes, restaurantes e clubes.

2º  O edifício mais alto é o Willis Tower (anteriormente chamada de Sears Tower), localizado no Loop de Chicago, e fundado em 1974, possuindo 108 andares e 445 metros de altura (quando medido até o teto).[3] O Willis Tower é o edifício mais alto nos Estados Unidos, e o quinto mais alto do mundo, tendo também o maior número de andares de qualquer edifício completado na atualidade. Se a altura total, incluindo pináculos, é utilizada, o Willis Tower é o arranha-céu mais alto do mundo,[3] possuindo 527 metros de altura, graças à sua antena de rádio.
 
  É um arranha-céu em Dubai, Emirados Árabes Unidos, e é atualmente a mais alta estrutura feita pelo homem no mundo, com 829,84 m (2723 pés) a construção começou em 21 de setembro de 2004, e inaugurado oficialmente em 04 de janeiro de 2010. É tão alto que tem um elevador que chega a 64km/h, o mais rápido do mundo. Nesses 163 andares, tudo é motivo para recorde, a casa noturna mais alta do mundo, mesquita mais alta do mundo, restaurante, observatório, etc.

O 5º e o 6º por motivo de espaço  não fornecemos os detalhes

quinta-feira, março 30, 2017

AR-DIÁRIO - Tirando dúvida...

 QUAL A VERDADEIRA ALTITUDE DO MONTE EVEREST

 O Monte Everest está localizado na Cordilheira do Himalaia, entre o Tibete e o Nepal. Tida como a montanha mais alta da Terra, há quem diga que não, como você vai poder conferir mais adiante nesse artigo.
O Everest tem 8.844 metros de altitude e foi batizado com esse nome por Sir Andrews Scott Waugh, o coordenador-geral da Índia colonial britânica, em homenagem a seu predecessor, Sir George Everest. Em 1852, o local foi identificado como a montanha mais alta do mundo pelo Radhanath Sikdar, um matemático e topógrafo indiano de Bengala.
Mas foi apenas em 1953 que ela foi escalada pela primeira vez. Os detentores desse feito foram Sir Edmund Hillary e Tenzing Norgay, que fizeram história como os primeiros alpinistas de sucesso do Monte Everest. No entanto, o desejo de subir a montanha não tem diminuído ao longo das décadas.
De acordo com as estatísticas, até o final de 2006, 8.030 pessoas tentaram alcançar o topo da montanha, sendo que destas 212 não retornaram e 56% delas morreram depois de atingir o cume. O Everest é assim, guarda triunfos e tragédias, além de outros fatos interessantes. Confira alguns abaixo.

COMPLEMENTO- O Aconcágua na divisa entre o Chile e a Argentina, é a montanha mais alta  fora da Ásia, com seus 7 mil metros de altitude.

terça-feira, março 28, 2017

AR-DIÁRIO:"Tirando dúvidas"

COMO ROMPER A BARREIRA DO SOM                             ASSIM ?...
É quando o som se propaga no ar em ondas concêntricas, como faz uma pedra ao cair em um lago. A barreira do som é o limite de velocidade em que um avião pode se deslocar no ar sem atropelar as ondas sonoras emitidas por ele mesmo. A velocidade de som no ar é de 340 metros por segundo (1.200 km/h), aproximadamente. À medida que o avião acelera, essas ondas vão se juntando e ficando como empilhadas à sua frente, como uma série de barbantes entrelaçados. Quando o avião finalmente consegue superar a velocidade das ondas, rompe esse cordão imaginário
...ou ASSIM?
 
Félix Baumgartner quebra a barreira do som durante salto livre
No último fim de semana, o paraquedista Felix Baumgartner foi bem-sucedido em chegar em segurança ao solo depois de pular de uma altura de mais de 34 quilômetros. Durante o salto, Baungarten quebrou diversos recordes, tanto no que diz respeito à altura do pulo quanto à velocidade alcançada por ele durante o período que passou em queda livre.
Félix Baumgartner salta da estratosfera para entrar na história
Em uma entrevista concedida após o feito, a equipe do paraquedista divulgou os resultados preliminares do salto. A expectativa é que ele tenha alcançado uma  velocidade de Mach 1,24 durante a queda livre (1.200 km/h), o que o tornou o primeiro humano a quebrar a barreira do som sem o auxílio de qualquer espécie de veículo.
<Este balão aerostático levou a cápsula de Baumgartner, a 39 mil mil metros de altitude, sobre o Novo México (Estados Unidos. A subida  levou cerca de duas horas   Os dados oficiais apontam que Felix chegou a velocidade em queda-livre 1.342 km/h quebrando, portanto, a barreira do som. Perguntado o que ele sentiu? A sua resposta foi "Nada" e depois explicou com detalhes: “Você não sente o ar — é como nadar sem tocar a água. (…) É difícil descrever [a sensação de quebrar a barreira do som] porque eu não sentia nada, pois estava em um traje pressurizado. Se você quiser julgar velocidade, precisa de pontos de referência, ou da sua roupa se mexendo com o vento, e eu não tinha nenhum desses pontos.”

quarta-feira, março 22, 2017

AR-DIÁRIO: "Os Riscos Naturais"

Início do conteúdoGlaciais dos Alpes devem sumir em 100 anos
Em 1678, os habitantes do pequeno vilarejo de Fiesch fizeram uma promessa solene de rezar todos os anos contra a expansão do glacial de Aletsch, um dos maiores do mundo. (21 km de extensão), a geleira aumentava a cada ano a sombra sobre a pequena cidade.
Trezentos e trinta e cinco anos depois, os habitantes do povoado alpino  (foto ao lado), mudaram o tom da oração: rezam para que a geleira não derreta, o que significaria o fim de Fiesch (foto), em decorrência de uma inundação de proporções bíblicas. Desde o século 15, Aletsch já perdeu mais de 3,5 km e a cobertura de gelo foi reduzida em 300 metros de espessura. O caso dessa geleira não é o único. Espalhados pelos Alpes nos territórios da Suíça, da Áustria, da França e da Itália, locais conhecidos pela presença de neves eternas e geleiras monumentais começam a sofrer uma dura transformação. Recentemente, os cientistas do IPCC confirmaram que o homem é o principal responsável pelo aquecimento da Terra e que, se nada mudar, até 2100 a temperatura média do planeta pode aumentar em até 4,8 °C.  Longe das conferências da ONU, os habitantes não têm dúvidas de que a paisagem mudou e que o aquecimento global é uma realidade incontestável. "Não precisamos medir nada. É só olhar", disse Hans Muller, dono da única padaria local, apontando para fora de sua loja. O que se vê a olho nu é reforçado pelos últimos informes sobre o clima. Para cientistas, existe o sério risco de que até 2100 o volume total de glaciais do planeta diminua de 15% a 55%, num cenário mais otimista, chegando a 85% num mais pessimista. Martinez Rebetez, especialista em mudanças climáticas nos Alpes e membro do Instituto Suíço de Pesquisa da Université de Neuchâtel, afirma não ter dúvidas sobre o que está ocorrendo. "Nos Alpes, todos os glaciais estão retrocedendo." Do lado francês dos Alpes, a história não é muito diferente. As paróquias francesas também apelaram às forças divinas para frear o avanço de geleiras que ameaçavam há quase 400 anos engolir vilarejos. Em 1643, os habitantes de Chamonix organizaram um procissão depois que uma parte da geleira local destruiu um ponto da cidade. No ano seguinte, o bispo de Genebra assumiu a tarefa de lutar contra o gelo e passou a benzer o glacial a cada ano.   O Mer de Glace – o maior glacial da França, com uma superfície de 30 km2 – perde a cada ano entre 4 e 6 metros de espessura e cerca de 30 metros de tamanho. Entre 1905 e 2005, o Mar de Gelo perdeu 120 metros de espessura. O local que serviu de cenário para romances como Frankenstein, de Mary Shelley, sofreu uma contração desde 1850 de 2,5 quilômetros. O recuo do "mar" deixou em seu lugar pedra.                         

terça-feira, março 21, 2017

AR-DIÁRIO; CIÊNCIA: " BOLHAS IONOSFÉRICAS"

BOLHAS IONOSFÉRICAS
Durante o dia, a atmosfera eletricamente neutra da Terra (composta majoritariamente por oxigênio e nitrogênio) sofre um bombardeio de raios ultravioleta vindos do Sol, os quais através de uma ação fotoelétrica, geram íons e elétrons, a partir da altura de aproximadamente 60 km., criando, dessa forma, a ionosfera terrestre. A ionosfera, portanto, situa-se acima de aproximadamente 60 km de altura. Ela foi descoberta no início do século XX por interferir na propagação de rádio.
Durante o dia, a ionosfera é mais densa, ou seja, abarca mais elétrons e íons livres devido à presença da radiação solar. Após o pôr-do-sol, a ionosfera começa a desaparecer por recombinação entre elétrons e íons, e, na região tropical (isto é, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio), ela sobe repentinamente de altura com uma velocidade muito grande em cuja condição forma-se a bolha.
Dizemos então que bolhas de plasma, ou bolhas ionosféricas são enormes regiões de vazio de plasma e surgem após o pôr-do-sol (elas nunca ocorrem durante o dia) e podem se estender por milhares de quilômetros ao longo das linhas de força do campo magnético terrestre (a Terra é um imenso ímã e portanto tem linhas de campo magnético como ocorre com qualquer imã). A ocorrência das bolhas está aproximadamente restrita à região intertropical devido às condições físicas locais que favorecem a geração do fenômeno.
inava lidera ranking de 155 países produzido por peritos internacionais com apoio da ONU e apresentado por ocasião do Dia Internacional da Felicidade. Brasil é destaque entre latino-americanos. A Noruega é o país mais feliz do ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2017/03/20/noruega-e-o-pais-mais-feliz-do-mundo-diz-estudo.htm?cmpid=copiaecola

segunda-feira, março 20, 2017

AR-DIÁRIO: "Aviação"

AS ALTITUDES QUE OS AVIÕES PODEM ALCANÇAR

Cada modelo de aeronave tem um limite de altitude, e esse limite depende praticamente da potência do motor. Monomotores, por exemplo, são os aviões menos potentes do mundo. O popular modelo agrícola Ipanema, da Embraer, chega a atingir 938 metros de altura. Já a maior altitude registrada foi de um potente supersônico militar soviético modificado, o MIG-25 'Foxbat': em 1977, o piloto Alexandre Fedotov subiu a 37 quilômetros na atmosfera - um recorde na aviação mundial.                                               Cada avião no seu quadrado - Os aviões nem sempre voam na altitude máxima. A altitude depende do tipo de viagem. O motor de um Airbus A350-800 pode subir a 13 quilômetros, por exemplo. Só que voos de modelos comerciais operam em altitude de cruzeiro - uma faixa entre os 10 e os 12 km/altura Essa altitude padrão é uma norma internacional baseada nos caprichos da natureza: a cada quilômetro que subimos, a temperatura da atmosfera cai cerca de 7°C. Essa diminuição drástica gera turbulência em voos. Só que, entre 10 e 12 quilômetros, a temperatura média é de -55°C - ela é praticamente constante nesses dois quilômetros. Por isso, essa faixa é a menos turbulenta, e é ali que os aviões comerciais trafegam. A altitude de cruzeiro ainda é ideal para a economia de combustível. A velocidade é constante, e a resistência do ar é menor do que em lugares mais baixos - quanto mais alto, menos denso é o ar.Como há milhares de aviões voando em uma faixa estreita ao mesmo tempo no planeta inteiro, todos devem respeitar uma norma internacional que prevê a separação de 300 metros entre uma aeronave e outra. Tanto na lateral quanto acima e abaixo. Essa separação é controlada por radares (nos aviões) e em solo (nas torres de controle). Como o número de aviões só aumenta, já existem estudos para diminuir a separação para 100 metros. Mas não há motivo de preocupação: junto com estes estudos, as aeronaves estão cada vez mais modernas, equipadas com radares supersensíveis. Além disso, aviões comerciais trafegam em rotas pré-definidas - isso reduz a chance de colisão no ar.              Esteja preparado para enfrentar gazes desagradáveis na altitude:                                   
Cinco gastroenterologias da Dinamarca e do Reino Unido escreveram artigo no qual dizem que soltar gases faz bem para a saúde. No avião, apesar de os passageiros receberem um tratamento ruim por parte dos outros viajantes como resultado de sua decisão pessoal de se aliviar, os benefícios para saúde compensam impactos negativos. Por outro lado, se o piloto segura os gases, pode haver problemas de concentração, que afetariam sua habilidade para conduzir o avião. Contudo, se ele soltar os gases, seu copiloto será afetado pelo odor, o que também reduz a segurança no voo.
 

quinta-feira, março 16, 2017

AR-DIÁRIO: "Novidades na Natureza"

CABEÇA DE PEIXE OU DE COBRA?
(Resposta correta: Esta é a cabeça do peixe "Cabeça de Cobra")
No mínimo é bizarro, para não dizer assustador. Essa é a impressão que causa esse estranho peixe. Escamas pelo corpo, cabeça oval e dentes super afiados. Sem contar os olhos bem esbugalhados para ver e ver muito bem a presa. É uma espécie de peixe que tem a cabeça parecida a de uma cobra, por isso, é chamado de peixe Cabeça de Cobra. Foram pesquisadores australianos que descobriram essa espécie de vida marinha que vem sobrevivendo na parte nordeste da Austrália.
Os estudiosos, ao verem as suas características, ficaram preocupados. Afinal, essa nociva espécie tem uma grande capacidade reprodutiva pois além das guelras, tem pulmão que lhes permite caminhar e ficar fora da água por até 12.horas. Esses predadores podem assolar a vida marinha de toda aquela região Australiana. O peixe também é chamado de Fishzilla, uma combinação de fish= peixe + zilla = a fusão de Godzilla, um monstro destruidor que foi apresentado ao público através das grandes telas do cinema.
Porém, essa praga é bem real, pois, o peixe Cabeça de Cobra é um predador ávido por sangue e que tem uma capacidade de ataque de ate 1 m de alcance.
Isso mostra que além de ser um “vampirinho das águas”, o Cabeça de Cobra também é bem ágil quando o assunto é atacar suas presas, geralmente outras espécies de peixes. Os pesquisadores do centro acreditam que, Queens-land, um estado Australiano, logo seja atacado por esses “monstros”, sendo uma verdadeira praga para a região. Eles são nativos da África e Ásia.

terça-feira, março 14, 2017

AR-DIÁRIO: "A CIÊNCIA E SUAS DESCOBERTAS"



Sinais de rádio misteriosos podem ser de espaçonave alienígena. Cientistas de Harvard confirmaram a possibilidade de construção extraterrestre estar enviando ondas de energia à Terra
Sinais de rádio captados por telescópios terrestres podem ter sido enviados pela energia de espaçonaves alienígenas. Cientistas da Universidade de Harvard concluíram que o uso da luz de alguma estrela no abastecimento de um possível ‘barco a vela intergalático’ é capaz de emitir essas ondas de rádio, das quais, até agora, não se sabe a origem.
A pesquisa foi publicada em fevereiro no periódico científico Astrophysical Journal Letters e discute a possibilidade desses sinais não terem sido originados por elementos naturais e, sim, por construções extraterrestres. Eles são chamados de Rajadas Rápidas de Rádio (FRBs, na sigla em inglês), têm duração de menos de cinco milissegundos e são captadas por gigantes telescópios de rádio.
/* Atualizacao do Google Analytics em 25 de Outubro 2009 */