JERUSALÉM, ACOLHE CRISTIANISMO, JUDAÍSMO e ISLAMISMO
(Fotos: 1 Cúpula da Rocha; 2- Basílica do Santo Sepulcro e 3- Muro da Lamentações, locais emblemáticos de Jerusalém) Em hebraico o nome é Jerusalém; em árabe: al-Quds; em grego: Ierossólyma, historicamente também chamada de "Sião" e "cidade de Davi", é uma antiga cidade do Médio Oriente, com grande importância para religiões como o judaísmo, o cristianismo e o islã. Jerusalém serve como a capital de Israel; a Autoridade Palestina reivindica a soberania da parte oriental da cidade, onde pretende estabelecer a capital de um futuro estado independente palestiniano. Os naturais de Jerusalém são chamados de jerosolimitanos, jerosolimitas, hierosolimitanos ou ainda hierosolimitas (que quer dizer idade em grego).

A chamada "Cidade Antiga" é uma área em forma rectangular rodeada por uma muralha mandada construir em 1538 ou 1542, pelo sultão otomano Solimão, O Magnifíco. Oito portões permitem o acesso à Cidade Antiga. Ela é o centro histórico de Jerusalém e nela se concentram os principais locais sagrados. Está dividida em quatro partes: a judaica, a cristã, a arménia e a muçulmana. A Cidade Antiga e as suas muralhas foram nomeadas pela UNESCO Património Mundial da Humanidade em 1981.
O bairro cristão ocupa a parte noroeste da Cidade Antiga e o seu monumento principal é Basílica do Santo Sepulcro (foto acima). Inclui o Portão Novo, partilhando o Portão de Jafa com o bairo armênio (que se encontra no sudoeste) e o Portão de Damasco com o bairro muçulmano. Nesta área passa também a Via Dolorosa, o caminho que se julga ter sido percorrido por Jesus com a cruz antes de ser crucificado. O bairro muçulmano situa-se a nordeste e inclui o Portão de Herodes, o Portão dos Leões (ou Portão de São Estevão) e o Portão Dourado. Nele se situa o Haram ash-Sherif (conhecido como "Monte do Templo" pelos judeus), um santuário no Monte Moriá, onde estão duas mesquitas: a Cúpula da Rocha (ou Mesquita de Omar) e Mesquita de Al-Aqsa.
O bairro judeu, a sudeste, inclui a Portão dos Detritos e o Portão de Sion, a sul do qual se situa o Monte Sion e o Túmulo do rei David. Jerusalém tem uma grande importância simbólica nas três religiões abraâmicas, nelnela se situando locais que são sagrados para estas tradições religiosas.
Muro das Lamentações
No judaísmo, dois dos seus principais festivais, o Yom Kippur e o Pessach, terminam como a recitação e canto da frase: "No próximo ano em Jerusalém!". No calendário judaico Tishá b’Av (nono dia do mês de Av), relembra a destruição do primeiro e segundo templos de Jerusalém através da prática de um jejum. Durante este dia na cidade, centenas de pessoas dirigem-se ao Muro das Lamentações, onde rezam e choram.
Para o Cristianismo, Jerusalém é o local onde Jesus Cristo viveu os seus últimos dias e onde foi crucificado. A primeira comunidade cristã nasceu em Jerusalém, sendo constituída pelos apóstolos.
No Islamismo, Jerusalém é a terceira cidade mais sagrada do mundo, após Meca e Medina. Este estatuto relaciona-se com a sua associação aos profetas do monoteísmo, mas sobretudo pela tradição muçulmana afirmar que Muhammad foi para ali levado numa viagem nocturna conhecida como Isra, tendo depois ascendido ao céu no local onde hoje está a Cúpula da Rocha.
O bairro cristão ocupa a parte noroeste da Cidade Antiga e o seu monumento principal é Basílica do Santo Sepulcro (foto acima). Inclui o Portão Novo, partilhando o Portão de Jafa com o bairo armênio (que se encontra no sudoeste) e o Portão de Damasco com o bairro muçulmano. Nesta área passa também a Via Dolorosa, o caminho que se julga ter sido percorrido por Jesus com a cruz antes de ser crucificado. O bairro muçulmano situa-se a nordeste e inclui o Portão de Herodes, o Portão dos Leões (ou Portão de São Estevão) e o Portão Dourado. Nele se situa o Haram ash-Sherif (conhecido como "Monte do Templo" pelos judeus), um santuário no Monte Moriá, onde estão duas mesquitas: a Cúpula da Rocha (ou Mesquita de Omar) e Mesquita de Al-Aqsa.
O bairro judeu, a sudeste, inclui a Portão dos Detritos e o Portão de Sion, a sul do qual se situa o Monte Sion e o Túmulo do rei David. Jerusalém tem uma grande importância simbólica nas três religiões abraâmicas, nelnela se situando locais que são sagrados para estas tradições religiosas.
Muro das Lamentações

No judaísmo, dois dos seus principais festivais, o Yom Kippur e o Pessach, terminam como a recitação e canto da frase: "No próximo ano em Jerusalém!". No calendário judaico Tishá b’Av (nono dia do mês de Av), relembra a destruição do primeiro e segundo templos de Jerusalém através da prática de um jejum. Durante este dia na cidade, centenas de pessoas dirigem-se ao Muro das Lamentações, onde rezam e choram.
Para o Cristianismo, Jerusalém é o local onde Jesus Cristo viveu os seus últimos dias e onde foi crucificado. A primeira comunidade cristã nasceu em Jerusalém, sendo constituída pelos apóstolos.
No Islamismo, Jerusalém é a terceira cidade mais sagrada do mundo, após Meca e Medina. Este estatuto relaciona-se com a sua associação aos profetas do monoteísmo, mas sobretudo pela tradição muçulmana afirmar que Muhammad foi para ali levado numa viagem nocturna conhecida como Isra, tendo depois ascendido ao céu no local onde hoje está a Cúpula da Rocha.

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O turismo espacial é o sonho de um número crescente de empresários nos Estados Unidos. Muitos já se lançaram na aventura de tentar ficar com uma parte deste mercado em potencial, avaliado em bilhões de dólares. "O turismo espacial representará uma proporção substancial da indústria das viagens e do turismo nos próximos 20 a 25 anos", disse, confiante, Eric Anderson, presidente da Space Adventures. A Space Adventures vende com exclusividade lugares nas cápsulas Soyuz, da agência espacial russa, a bordo das quais, por US$ 20 milhões, e depois de um treinamento rigoroso, um civil pode visitar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) durante 10 dias. Em 2001, o milionário americano Dennis Tito se tornou o primeiro turista espacial da história ao viajar para a ISS. Seguiram-no outros dois aventureiros: um australiano e outro americano. O japonês Daisuke Enomoto foi o quarto a fazer a viagem, em outubro de 2006. A Space Adventures acaba de assinar um quinto contrato e negocia com vários outros clientes, informou Eric Anderson em entrevista. A empresa também abrirá um "spaceport" (porto espacial) nos Emirados Árabes Unidos, onde oferecerá em dois anos vôos suborbitais de cinco a dez minutos ao custo de US$ 20 mil. Para isto, usará um tipo de avião espacial para cinco passageiros, além do piloto, no qual uma empresa russa trabalha atualmente, explicou Anderson. O veículo será lançado de um avião, que o levará a 18.000 metros de altitude. Depois de ser lançada, a nave voará quase verticalmente, atingindo os 100 km na fronteira do espaço, sobre a superfície terrestre, permitindo aos passageiros experimentar durante 5 e 10 minutos os efeitos da falta de gravidade e ver a escuridão sideral antes de voltar a descer, aterrissando como um avião comum. "Estes 'spaceports' permitirão que de 5.000 a 10.000 pessoas viagem ao espaço por ano", previu o fundador da Space Adventures. Atualmente existem no mundo 800 multimilionários e aproximadamente 20 milhões de pessoas com fortunas na casa dos milhões de dólares, disse Anderson. "Uma fra



















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