


Fundação: 1927Região: Magalhães e Antárctida Chilena (XII Região)Província: Última Esperanza
ESTE BLOG FOI CRIADO NO TEXAS - (EUA)EM 2006, PELO MEU FILHO ROBERTO JR., COM A PROPOSTA DE DESTACAR SÓ ASSUNTOS RELEVANTES, COMO: CIÊNCIA, HISTÓRIA,AVIAÇÃO, TURISMO, ESPORTE, ACONECIMENTOS INSÓLITOS E ATUAIS...DEI-LHE O NOME DO MEU 1º LIVRO: "ARQUIVOS DE UM REPÓRTER", QUE FOI LANÇADO EM 2004, E QUE OS CEDI GRACIOSAMENTE,À UNIVESIDADES E BIBLIOTECAS PÚBLICAS DO BRASIL E DOS EUA.
Perigo: A incidência do melanoma é baixa e representa apenas 4% dos tipos de câncer de pele. Porém, as chances de a doença se espalhar para o corpo, nesse caso são altíssimas
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica capaz de distinguir, com sucesso em 90% dos casos, manchas benignas na pele e melanomas, um tipo de câncer originado nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele. Esse método é baseado na identificação e marcação de proteínas produzidas por cinco genes que aparecem mais em atividade nos melanomas, o que foi considerado um indicador confiável para o diagnóstico preciso de tecidos com a doença. “A importância de pesquisas como essa é muito grande, pois estão sendo indicadores para as famílias que possuem alguém com a doença para evitar que outros membros a desenvolvam. O objetivo é descobrir fatores de risco bem na fase inicial, quando todo tipo de câncer tem cura. Hoje, mesmo havendo tratamentos quimioterápicos, o principal ainda é o cirúrgico”, explica Carlos Eduardo dos Santos, médico do Instituto Nacional do Câncer (Inca). De acordo com estimativa do Inca, o melanoma atinge cerca de 6 mil brasileiros por ano e representa apenas 4% dos tipos de câncer de pele. Porém, ele é considerado muito grave pela alta possibilidade de metástase, quando células cancerígenas espalham-se para outras regiões do corpo. Ou seja, sua incidência é baixa, mas sua letalidade é alta. Por isso é tão importante o diagnóstico precoce.
Quando se pensa nas regiões produtoras de azeites, logo uma vem à mente: Andaluzia. Muito conhecida por se tratar de um dos destinos turísticos mais procurados na Espanha, com lugares paradisíacos como Marbella, a região representa cerca de 80% do óleo de oliva espanhol, o de maior produção em todo o mundo. Seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica por volta do século VIII. A Andaluzia situa-se no extremo sul da Espanha, com características climáticas do Mediterrâneo (com verões quentes e secos, e invernos amenos e úmidos). Esta fonte preciosa é formada por oito províncias: Almería, Cádiz, Córdoba, Granada, Huelva, Jaén, Málaga e Sevilha.
Jaén - é o centro produtor mundial do azeite de oliva. Sozinha, a região produz mais óleo do que toda a Grécia, o terceiro mais importante país produtor do mundo. Os horizontes são ocupados por um sem fim de oliveiras, plantações do cultivar Picual, que crescem muito além do que se pode ver. Existem três Denominações de Origem Protegida em Jaén: Sierra Mágina (localizada ao sul da província, tendo a Picual como casta dominante); Sierra de Segura (onde o óleo normalmente é amarelo mais claro e um pouco mais frutado); e Sierra de Cazorla (em que em grande parte das plantações nasce um clone da Picual, a Royal).
Granada - era a mais importante província produtora do óleo de oliva durante a Invasão Moura. Nela existem duas DOP’s: Poniente de Granada – mais a oeste, com predominância do cultivar Hojiblanca –; e Montes de Granada – mais a leste, onde predomina a Picual.
Paisagem de Jaén (acima) e Córdoba (ao lado), as duas províncias mais importantes
Almería - é a província mais seca de toda a Espanha, onde se diz fazer mais horas de sol do que em qualquer outro lugar da Europa. Nesta província são encontrados os cultivares Arbequina, Picual e Hojiblanca.
Málaga - O norte de Málaga possui uma grande quantidade de olivas. Antequera, com 18 mil hectares, é o centro de uma nova Denominação de Origem Protegida, com 10 milhões de oliveiras – em sua maioria, Hojiblanca. Porém, a distinta área produtora em Málaga é a Axarquía, com um óleo que equilibra a estabilidade da Hojiblanca com o frutado da Verdial.
Huelva - O azeite não é o principal produto da província de Huelva, muito mais famosa por seu presunto, o Jamón Serrano. Os cultivares mais encontrados por lá são Verdial, Lechín, Gordal e Manzanilla, substituídos em plantações mais modernas por Arbequina e Picual.
Cádiz - 85% das azeitonas são colhidas na Sierra de Cádiz, também uma DOP. A oliva dominante nesta região é uma espécie de Lechín, que dá o caráter ao azeite da Sierra de Cádiz, que é frutado, com um toque de amargor e picância.
Córdoba - é a segunda província mais importante na produção do óleo, atrás somente de Jaén. A mais importante oliva de Córdoba é a Picudo, mas Hojiblanca e Picual também são encontradas. Esta região possui ainda duas DOP’s: Baena e Priego, as duas localizadas a sudeste da província.
Sevilha - Depois de Jaén e Córdoba, está a província de Sevilha, onde se situam grandes produtores do óleo, mais especificamente em Las Hermanas, ao sul de Sevilha. O cultivar Hojiblanca é o mais encontrado nesta província, seguido da nativa Lechín.