
CATARATAS DO IGUAÇU
As Cataratas do Iguaçu (espanhol: Cataratas del Iguazú) são uma reunião de quedas no Rio Iguaçu (Bacia do Paraná), localizam-se dentro do Parque Nacional do Iguaçu no Brasil e no Parque Nacional Iguazú na Argentina que, somados, correspondem a 250 mil hectares de floresta protegida. O Parque do lado argentino foi criado em 1934; e o brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques brasileiro e argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986. Historicamente, as Cataratas do Iguaçu foram descobertas em 1542 por Dom Álvar Núñez Cabeza de Vaca.
INFORMAÇÕES: Do lado esquerdo, o Brasil; do direito, a Argentina e, no centro, A Garganta do Diabo. As cataratas têm cerca de 300 quedas, com altura superior a 70 metros ao longo de 2,7 km do Rio Iguaçu, que nasce no Brasil. A Garganta do Diabo, em forma de "U" (fotpo) tem 150 metros de largura e 70 metros de altura, e é a maior de todas e marca os limites de Brasil e Argentina. A maioria das cataratas fica em território argentino, mas é do lado brasileiro que se tem a melhor vista. O nome Iguaçu vem das palavras da língua guarani "y" (água) e "guaçu" (grande). A famosa frase "Pobre Niágara" foi exclamada pela primeira-dama dos EUA, Eleanor Roosevelt, ao contemplar as Cataratas do Iguaçu fazendo uma comparação com as Cataratas do Niágara, em sua visita ao Brasil. 

todas as mercadorias. Ninguém compra nada além do necessário”. “Aqui era o melhor país do mundo para se morar e, de repente, a incerteza é tão grande que ninguém sabe se vai ter um teto ou comida na mesa no futuro próximo”, comenta outro brasileiro, Pedro Ziviane, na ilha há 2 anos. A crise dos bancos afeta a economia real porque muitas empresas não têm como realizar investimentos usando apenas o dinheiro em caixa, por isso elas pedem empréstimos. Os bancos também emprestam dinheiro uns aos outros e lucram com o recebimento de juros. Quando um banco dessa corrente não consegue honrar os compromissos, todo o sistema fica desconfiado e com medo de levar calote, o que trava os empréstimos. As empresas que precisam de dinheiro para investir não conseguem novos financiamentos e acabam diminuindo a produção, o que leva ao aumento do desemprego. “No capitalismo, o crédito é o óleo da engrenagem”, explica o economista Luiz Alberto Rabi Jr., da MCM Consultores.








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