JAPÃO E DINAMARCA, PAÍSES DE NÍVEIS ELEVADOS EXTERMINAM GOLFINHOS COM REQUINTES DE CRUELDADE
Este mar vermelho, na verdade é formado pelo sangue de centenas de golfinhos, que depois de golpeados acabam morrendo afogados no seu próprio sangue. Na "civilizada" Dinamarca, uma vez por ano é comemorada, a passagem do jovem à idade adulta. É mais ou menos como se diz por aqui: Agora és um homem. Será que é mesmo, se comemora de forma tão cruel?
Graças as imagens que vivem circulando pela internet e o apelo é para que sejam divulgadas ao máximo possível, para que o mundo possa se sensibilizar e sentir o “choque” de uma barbárie feita em nome dos costumes e da tradição, parece que em parte algum efeito positivo já vem acontecendo. Nas Ilhas Faroé, uma região Autônoma da Dinamarca, uma vez por ano e para marcar a entrada na vida adulta de muitos jovens é feita uma caça ao golfinho. A tradição não é exclusiva daquelas ilhas e dá-se, em moldes diferentes no Japão, onde segundo testemunhos veiculados, por organizações não governamentais de defesa dos animais, os golfinhos são encurralados numa enseada e mortos. O presidente da ONG “Sea Shepherd” diz que para além do Japão coisa semelhante acontece nas Ilhas Salomão no Pacífico e em outros locais. No caso concreto das ilhas Faroé, a caça acontece numa espécie de tourada viking. Os animais são mortos a golpes de arpão para manter a tradição de séculos. Para além do aspecto atroz do “sacrifício” este ato está revoltando muitos ecologistas que sentem o peso da ameaça de muitas espécies de golfinhos. Para além disso, há o aspecto emocional, porque são os golfinhos, ao lado das baleias e tartarugas, os animais aquáticos que mais despertam a simpatia dos homens, pela sua prodigiosa inteligência e pela capacidade de comunicação e detecção de alimentos que se comunicam com outros golfinhos. Para todos nós, respeito as crianças que amam os golfinhos, animal dócil e símbolo dos nossos mares, excluímos imagens mais chocantes.
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