/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

segunda-feira, novembro 30, 2015

BLOGTUR (Mendoza)

MENDOZA UM OÁSIS CERCADO DE VERDE


Estrada em Mendoza, na Argentina, ladeada pelo monte Tupungato, com 6580m. Para quem chega de avião, a cidade de Mendoza é um verdadeiro um oásis, cercado de verde -dizem que existe uma árvore por habitante-, cravado no deserto semi-árido, onde não chove. O verde é garantido por um sistema de irrigação desenvolvido pelos índios. Usam-se diques que retém o degelo que desce do alto das montanhas. Para que a água chegue à cidade, foram construídas as acéquias, valetas pavimentadas a céu aberto, que ficam nas ruas, entre a passagem de pedestres e a dos carros.
Represa de M
endoza emoldurada por trecho da cordilheira dos AndesToda reconstruída depois do grande terremoto de 1861, a cidade é diagramada, de forma a garantir segurança em caso de outra catástrofe. Tem cinco praças principais: Independência, Espanha, Itália, Chile e San Martín. Todas funcionam como rota de fuga para que a população não seja atingida por destroços em caso de tremor. Mendoza conta com 52 praças e três parques. A cidade respira vinho. Nos hotéis, principalmente, há muitos objetos para degustação, como taças e saca-rolhas. Também é possível encontrar produtos feitos de vinho: xampu, loções e sobremesas são os mais comuns. Apesar disso, no verão não é muito fácil encontrar os moradores bebendo o fermentado de uva. A bebida mais consumida é a cerveja (Quilmes, Andes ou Iguana). O enoturismo é o mais forte da região. Para acompanhar, boas comidas, como a parrillada (churrasco com corte argentino) e as empanadas. Também é possível encontrar restaurantes italianos --como o Francesco--, franceses e muitas cadeias de fast food. O turismo de aventura é bastante presente. No frio ou no calor chove pouco na região. Os esportes movimentam a parte mais radical: esqui, rafting, escalada, tirolesa, rapel, trekking, escaladas, mountain bike e cavalgadas estão entre as modalidades oferecidas. O inverno é frio e seco, com temperatura média abaixo dos 10C. No verão, a temperatura média fica em torno de 25C. Mas mesmo na estação mais quente, nas montanhas a temperatura pode chegar aos 2C de dia, com o céu abertoMendoza é responsável por mais de 70% dos vinhos argentinos !Barrís de uma centena de vinícolas existentes em Mendoza Mendoza produz mais de 70% da produção Argentina, que, neste ano, deve ultrapassar o Chile no ranking dos maiores exportadores para o Brasil.A região tem qualidades essenciais para o plantio de uvas: o contraste entre a temperatura do dia e da noite, o solo pedregoso, a altitude e a possibilidade de controlar a quantidade de água na irrigação --já que ali nunca chove. A água, abundante, é proveniente do degelo das montanhas e forma rios que abastecem a Província. O rio Mendoza é o principal.As melhores bodegas (vinícolas) argentinas têm suas raízes fincadas em solos mendocinos. Plantam tempranillo --considerada a primeira uva a ser trazida da Espanha, por Pedro de Castillo, fundador de Mendoza em 1561--, chardonnay, cabernet sauvignon, malbec --a especialidade--, entre outras.Os vinhos fazem parte da cultura local há muito tempo. Alguns moradores gostam de dizer que começou com a chegada de Castillo. A bebida, então, era usada nas missas celebradas por jesuítas.Com a imigração dos italianos no final do século 19, a produção de vinhos de mesa aumentou. Mas a qbons vinhos.uantidade começou a abrir caminho para a qualidade há pouco tempo. Somente a partir dos anos 1980 Mendoza entrou para o mapa dos bons vinhos.

AR-DIÁRIO - "CONFERENCENCIA SOBRE O CLIMA.. O QUE TEMOS A DIZER?"

 A conferências do Clima das Nações Unidas ocorrem todos os anos desde 1995. Mas, pela primeira vez, serão 153 governantes a se reunir fora da sede da ONU, em Paris, na França, para discutir medidas para conter as emissões de gases do efeito estufa, que causam as mudanças climáticas. Mas por que este ano a Conferência está sendo mais falada? Por que todos eles irão participar de sua abertura nesta segunda-feira (30)? E o mais importante: por que você deve prestar atenção (se ainda não se importava tanto com o tema)? 
O QUE A PRESIDENTE DO BRASIL, DILMA ROUSSEFF TEM PARA APRESENTAR NA SUA AGENDA ELABORADA HÁ EXATO UM ANO? .NADA! NADA FOI  FEITO, PELO CONTRÁRIO,  ELA SÓ PODERÁ DIZER QUE O BRASIL NADA FEZ E O PIOR, QUE SÓ FEZ AUMENTAR A CORRUPÇÃO, A POLUIÇÃO, CUJAS QUEIMADAS  DESTRUÍRAM 16%  DA MATA   AMAZÔNICA, EM UM ANO (OU EQUIVALENTE A UMA ÁREA IGUAL AO ESTADO DO MARANHÃO) DIZIMANDO ARVORES CENTENÁRIAS, SEM FALAR  NA POLUIÇÃO DA LAGOA RODRIGO DE FREITAS, QUE RECEBE TODO O ESGOTO IN NATURA, PREJUDICANDO PROVAS  DA NOSSA SEGUNDA IRRESPONSABILIDADE: AS OLIMPÍADAS RIO-2016. DESNECESSÁRIO CITAR O RESTO. NÃO HAVERIA ESPAÇO PARA ISSO

sábado, novembro 28, 2015

AR-FS- "ABOLHOS UM SANTUÀRIO DA NATUREZA"

A grave  crise econômica que estamos vivendo, tem pelo menos um lado positivo: o brasileiro esquecer as compras de Miami, e optar pelas maravilhas oferecidas pela pela nossa natureza. Entre tantas atrações, é  um privilégio e um dever conhecer primeiro o nosso país. As opções são muitas, mas hoje vamos nos concentrar no Parque Nacional Marinho de Abrolhos, criado a mais de 32 anos. O parque e assentado sobre cinco formações rochosas: as ilhas de Santa Bárbara, Redonda, Sudeste, Siriba, e Guarita. Dispostas em arco, por serem provavelmente restos da borda de uma cratera vulcânica, essas formações rochosas abrigam um dos maiores, mais raros e exuberantes recifes de coral do Atlântico Sul. Além das ilhas, o parque comporta também o parcel de Abolhos e o recife dos Ti bebas.O por que do nome Abrolhos? Conta a história que em 1503, a expedição do descobridor do arquipélago, o português Américo Vespúcio passou pela região e anotou na carta de navegação. "Quando te aproximares da terra abre os olhos", justamente por causa dos recifes de corais muito perigosos para a navegação. Dai surgiu o nome Abrolhos.
Caravelas é uma linda cidade tipicamente colonial onde as casinhas em estilo enchem as pequenas ruas de graça e história. Na antiga vila de pescadores que hoje forma o distrito Ponta de Areia, foi construída a estrada de ferro que liga Caravelas a Teófilo Otoni. As lindas praias ficam um pouco distante da cidade, mas são de fácil acesso e os passeios de barco pelos rios oferecem espetáculos inesquecíveis e diversas opções passando por pequenas ilhas de praias desertas, manguezais ecológicos ou canais que levam a outros rios. No Atlântico Sul Ocidental, a principal área de reprodução desta espécie baleia a Jubarte é o Banco dos Abrolhos, no litoral sul da Bahia. Nos meses de julho a novembro, estas baleias procuram as águas quentes, tranquilas e pouco profundas de Abrolhos para acasalar e dar à luz a um único filhote, que nasce após uma gestação de aproximadamente 11 meses. 

sexta-feira, novembro 27, 2015

AR-DIÁRIO - "Fatos inusitados"

UM PASTOR QUE NÃO ACREDITA EM DEUS Reverendo Grosboell em sua igreja na Dinamarca
Há coisas inacreditáveis neste Mundo, como o que ocorreu recentemente e que chocou o mundo. O choque é este: Nas suas pregações, este pastor luterano dinamarquês negava aos mais chegados a existência de Deus. Conclusão: O Reverendo Thorkild Grosboell (de 73 anos), acabou sendo afastado de suas funções pastorais na Igreja Luterana da Dinamarca, que é a oficial e a maior religião em seu país, depois de dizer em um sermão que não acreditava em milagres, vida eterna e, é claro, em Deus. O bispo de sua paróquia alegou que ele não poderia mais exercer suas funções por não estar mais compatível com as doutrinas do Luteranismo, entretanto Grosboell recorreu dizendo que mesmo não tendo fé ele vivia a vida com valores cristãos inclusive pregando. Em 2004 ele retornou às suas funções. O interessante é que, segundo a Associated Press, o reverendo Grosboell foi recebido em sua antiga congregação com muitas flores, beijos e abraços após a realização de um culto luterano em uma aldeia a oito milhas ao norte de Copenhague, pelos fieis que não ficaram contra o pastor dando o apoio moral que ele precisava. (Será que eles também não acreditam?). Hoje, o pastor está aposentado.

quinta-feira, novembro 26, 2015

AR-DIÁRIO: "Natureza Exótica"

SAIBA MAIS SOBRE OS PEIXES VOADORES
Esses curiosos animais compreendem cerca de 40 espécies de peixes carnívoros e herbívoros da família Exocoetidae, encontrados apenas em mares de águas mornas. Todos eles têm o corpo fino e crescem pouco, atingindo no máximo 45 centímetros. Ao contrário do que se possa imaginar, esses bichos não voam como as aves, batendo asas para cima e para baixo. O que eles fazem, na verdade, é ganhar impulso para dar grandes saltos. Depois, abrem suas barbatanas para planar, ficando no ar por até 15 segundos. No voo, o mais comum é que as espécies cubram uma distância de, no máximo, 180 metros. Mas em saltos múltiplos os tipos recordistas conseguem planar por 400 metros. Em geral, os peixes utilizam esse recurso para fugir de seus predadores, principalmente tubarões, atuns e golfinhos. O Brasil não tem os tipos tradicionais de peixes-voadores, mas as águas amazônicas abrigam uma espécie parecida: é o peixe-machadinha, que faz vôos bem mais curtos, de 1,50 metro de distância.

quarta-feira, novembro 25, 2015

AR-DIÁRIO - "Sucesso no ar"

 
Boeing 737:
O AVIÃO MAIS VENDIDO NO MUNDO
O Boeing-737, começou a ser fabricado em 1965 e ganhou novos modelos ao longo do tempo (-100, -200, -200C, -200Adv, -300, -400, -500, -600, -700, -800, -900, -900ER). Contando a "família" toda, ele tornou-se um dos jatos comerciais de passageiros mais vendidos da história da aviação. .
Suas partes são fabricadas em diferentes lugares do mundo. Por exemplo, a fuselagem --o corpo do avião-- é produzido pela Spirit Aero Systems, na cidade de Wichita, no Kansas (EUA). Já o núcleo do motor é fabricado pela CFM, em Ohio (EUA), ou pela Snecma, na França. 
As diferentes partes que compõem o 737 se encontram em Renton, no Estado norte-americano de Washington, onde a Boeing tem uma fábrica com quase 70 mil metros quadrados. Ali acontece a montagem final de cada aeronave. Um “jogo de encaixar” que leva aproximadamente nove dias.
A cabine de primeira classe do Boeing 737-900ER

terça-feira, novembro 24, 2015

AR-DIÁRIO - "Começa a construção do maior Telescópio do Mundo"

 Parceiros iniciam construção do Gigante Telescópio Magalhães
O GMT dará início a uma nova era de descoberta e nos ajudará a responder algumas das perguntas mais profundas sobre o Universo", disse Charles Alcock, conselheiro do GMTO e Diretor da Harvard / Smithsonian Center for Astrophysics.
Foi lançada, no dia 13 de novembro, em Las Campanas, no deserto do Atacama, no Chile, a pedra fundamental que marca o início da construção do Telescópio Gigante de Magalhães (GMT).
O início das operações está previsto para 2021. O GMT vai gerar imagens dez vezes mais nítidas do que as produzidas pelo Telescópio Espacial Hubble e possibilitará o estudo de questões fundamentais em cosmologia, astrofísica e estudo de planetas fora do nosso Sistema Solar.
A FAPESP integra a Organização para o Telescópio Gigante Magalhães (GMTO), responsável pelo gerenciamento do projeto GMT, ao lado do Astronomy Australia Ltd., The Australian National University, Carnegie Institution for Science, Harvard University, Korea Astronomy and Space Science Institute, Smithsonian Institution, Texas A&M University, The University of Arizona, The University of Chicago e The University of Texas at Austin.
O design do telescópio combina sete espelhos, cada um deles com 8,4 metros de diâmetro, para criar um único telescópio de 25 metros de diâmetro.
Os espelhos gigantes estão sendo desenvolvidos no Laboratório Richard F. Caris da Universidade do Arizona. Cada espelho é polido com uma precisão de 25 nanômetros ou meio milionésimo de centímetro.
Um dos espelhos gigantes já foi polido, atingindo as especificações exatas. Três outros estão sendo manufaturados. O telescópio iniciará as operações com os primeiros espelhos em 2021, devendo atingir plena capacidade operacional na próxima década.
"Uma enorme quantidade de trabalho foi empregada para a fase de concepção do projeto e desenvolvimento dos espelhos gigantes que são o coração do telescópio. Os maiores riscos técnicos foram vencidos, e estamos ansiosos para juntar os componentes do telescópio no topo da montanha", disse Patrick McCarthy, presidente interino da GMTO, à Assessoria de Comunicação do GMTO.
O Conselho Diretor do GMT aprovou oficialmente a fase de construção do projeto no início de 2015, depois que os 11 parceiros internacionais se comprometeram a contribuir com mais de US$ 500 milhões.

segunda-feira, novembro 23, 2015

AR-DIÁRIO - "Os riscos que corremos"

Instituto tenta impedir destruição da humanidade
No Instituto Global de Risco Catastrófico,  engenheiros quebram a cabeça pensando na possibilidade de ser evitada a destruição da nossa humanidade. Asteroides, ataques de robôs e pandemias virais: são apenas alguns dos possíveis fatores que poderiam acabar com a humanidade. A maioria, de nós, prefere não pensar muito sobre o fim dos tempos, mas para a sua equipe o apocalipse é  mais um dia de estudos.  
Para o diretor do Instituto Global de Risco Catastrófico,  Set Baum e o pesquisador Dave Denkenberger preocupados como a humanidade poderá desaparecer, o que pode ser feito para impedir o apocalipse. Para Baum, um risco catastrófico é algo que poderia destruir permanentemente a civilização humana. Muitos desses riscos são óbvios, como super vulcões, asteroides, guerras nucleares, certas biotecnologias ou o aquecimento global. "Para ser um pouco mais específico, meu interesse é saber se a civilização humana poderia sobreviver ao fim do planeta Terra. Em alguns bilhões de anos, nosso Sol irá ficar tão quente que a Terra não será mais um lugar propício à vida. Eu me interesso especialmente por catástrofes que podem impedir que os humanos saiam da Terra antes que isso aconteça.       
No Instituto Global de Risco Catastrófico, disse: “nossa missão é compreender os riscos à sobrevivência humana e ajudar a humanidade a fazer escolhas adequadas frente a essas ameaças. "Nós usamos uma abordagem de pesquisa baseada na análise de riscos, o que significa que nós analisamos a probabilidade de diferentes cenários catastróficos e a severidade de seus impactos. “Em seguida, nós usamos essas informações para identificar as melhores formas de minimizar esses riscos” E concluiu:”Muitos de nós possuem formação em engenharia, incluindo eu e Dave, e também Tony Barrett, que me ajudou a fundar o Instituto há alguns anos. Nossa formação em engenharia nos ensinou a analisar todos os detalhes técnicos de cada risco catastrófico. Isso faz parte do nosso trabalho.                                                                                                                                                                                                        
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