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segunda-feira, novembro 16, 2015

AR-DIÁRIO - "Num Mundo de Incertezas a pergunta: de quem é a culpa?"

O que é Estado Islâmico? Como poderemos resisti-lo? >Depois dos recentes acontecimentos sangrentos na emblemática Paris, capital da França, o mundo se pergunta como será possível resistir a esse grupo terrorista que vive matando civis e militares.  A verdade é que com toda a nossa coalizão ocidental e alguns países árabes, aplicando novos golpes contra o Estado Islâmico (EI), até agora não há  nenhuma certeza sobre o fim  dessa batalha.Para muitos analistas, há  duvidas de como a ideologia do Estado Islâmico possa ser derrotada por ataques militares. O motivo é por que sua ideologia é tão tenaz e encontra facilmente novos seguidores, inclusive no Ocidente !!!
          

Em 2014, AL-Baghdadi, líder do grupo terrorista sunita Estado Islâmico (também conhecido pela sigla (EI), foi proclamado califa da região dominada pelo referido grupo, que se situa entre o Iraque e a Síria. O EI reivindica o domínio sobre um vasto território entre esses dois países, que já possuem um longo histórico de guerras e conflitos étnicos e religiosos. Um califado – isto é, um regime político-religioso orientado pela Lei Islâmica Sharia e por preceitos corânicos – instituídos por um grupo terrorista constitui um grande problema tanto para a região do Oriente Médio quanto para outras regiões do mundo. A história da formação do Estado Islâmico está atrelada aos projetos que a Al-Qaeda – organização terrorista fundada por Osama Bin Laden, responsável pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 – desenvolveu para a conquista de poder na Síria e no Iraque após a guerra que os Estados Unidos da América e outras nações ocidentais deflagraram contra Saddam Hussein em 2003. O Estado Islâmico – que já foi chamado de Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS, em inglês) – originou-se como um braço da Al-Qaeda que atuava na região do Levante, na fronteira entre os dois países citados, mas logo se tornou independente da organização de Bin Laden e passou a atuar seguindo suas próprias regras. Os membros mais antigos da Al-Qaeda já declararam que o EI possui uma postura amplamente mais radical que a rede responsável pelos ataques do 11 de setembro de 2001.                                                                                                                        Assim como a Al-Qaeda, o EI também se guia por uma interpretação extremista da Jihad (guerra santa islâmica) e alimenta a possibilidade de ataques terroristas a países ocidentais, já que encara o Ocidente como um reduto de decadência e religiosidade. Para tanto, há, desde o início de 2014, uma intensa migração de jovens – sobretudo europeus –para a região dominada pelo EI com o objetivo de serem treinados para atuar em defesa do califado. O sequestro de jornalistas, embaixadores e outras pessoas que atuam no Oriente Médio é prática corriqueira do EI. Quando o grupo se sente ameaçado, executa com crueldade essas pessoas mantidas como reféns. Aliás, entre as principais características do EI estão as variadas atrocidades que vem cometendo, sobretudo nas cidades que estão sob seu domínio, onde se encontram xiitas, cristãos e curdos – seus principais alvos

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