

(2)- PILOTO OU ALPINISTA? Vendo a foto (à dir.), começa-se a acreditar que pista de aviões pode ser igual a de automobilismo. Quanto mais curva mais emoção. Pelo menos é que sugere esta "
pista" bizarra do aeroporto de COURCHEVEL, na França.
/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */
ESTE BLOG FOI CRIADO NO TEXAS - (EUA)EM 2006, PELO MEU FILHO ROBERTO JR., COM A PROPOSTA DE DESTACAR SÓ ASSUNTOS RELEVANTES, COMO: CIÊNCIA, HISTÓRIA,AVIAÇÃO, TURISMO, ESPORTE, ACONECIMENTOS INSÓLITOS E ATUAIS...DEI-LHE O NOME DO MEU 1º LIVRO: "ARQUIVOS DE UM REPÓRTER", QUE FOI LANÇADO EM 2004, E QUE OS CEDI GRACIOSAMENTE,À UNIVESIDADES E BIBLIOTECAS PÚBLICAS DO BRASIL E DOS EUA.


pista" bizarra do aeroporto de COURCHEVEL, na França.

A Grande Barreira de Coral, situada junto à costa nordeste do estado australiano de Queensland, patrimônio mundial da Unesco, tem uma extensão de cerca de 2.300 km, e corre risco de um dia desaparecer. A Grande Barreira de Coral é composta por cerca de 2.900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral. Neste ecossistema complexo vivem em torno de 1.500 espécies de peixe, 360 espécies de coral, de 5.000 a 8.000 espécies de moluscos, 400 a 500 espécies de algas marinhas, 1.330 espécies de crustáceos e mais de 800 espécies de equinodermes. A área é também notória pela presença de cubozoários, um grupo de cnidários conhecidos pelas toxinas perigosas para o Homem. A maior parte da geografia da Austrália é composta por desertos ou zonas semi-áridas— 40% da massa terrestre está coberta por dunas de areia. Só os cantos sudeste e sudoeste têm um clima temperado e um solo moderadamente fértil. A parte norte do país tem um clima tropical: parte é floresta tropical, parte são pastagens e parte é deserto. A Grande Barreira de Recifes, o maior recife de coral do mundo, situa-se a pouca distância da costa nordeste e estende-se por mais de 1.200 quilómetros. O Uluru (conhecido como Ayers Rock até 1986) é o maior monolito do mundo e situa-se na Austrália central.
No dia 12 de agosto de 2000, o submarino Kusk, de 13900 toneladas, afundou com 118 marinheiros a bordo e ficou retido a 108 metros no fundo do mar depois violentas explosões ou um forte impacto em um objeto de grande tonelagem conforme versão oficial russa. Com base em análise sismográficas, um instituto norueguês afirmou que na manhã do dia 12 de agosto, ocorreram duas violentas explosões com intervalo de dois minutos, a mais forte delas com um impacto de 3,4 graus na escala Richter. O submarino nuclear navegava a cerca de 20 metros de profundidade pelo mar de Barents (norte da Rússia), no interior do Círculo Ártico, executando exercícios de rotina. Devido ao acidente a embarcação foi obrigada a desligar o reator nuclear, responsável pela propulsão do submarino.






Com seus 317 metros de altura, possuia 7300 toneladas quando foi construida em 1889, sendo que atualmente deve passar das 10000, já queatualmente abriga , restaurantes, museus, lojas e um terraço panorâmico de onde se pode contemplar todos os quadrantes da cidade.
O séc. XIX foi palco de um espetacular progresso produtivo da técnica construtiva, ligado às necessidades da população industrial, ao crescimento da urbanização, etc. A interação de cimento e aço, vidro e cristal, teve aí suas origens. Uma prova é a Torre Eiffel, erguida em 1889 para as celebrações do centenário da revolução francesa.O monumento foi construído por Gustave Eiffel para ser exposto temporariamente na Feira Mundial, realizada naquele ano na capital francesa.
Em 1909, quase foi destruida, só foi salva por ter sido descoberto seu uso para transmissão de sinais de rádio. Desde então, tornou-se um dos monumentos mais famosos do mundo. Sua estrutura não é apenas um ponto de referência reconhecido no mundo inteiro, mas também uma das mais populares obras arquitetônicas do mundo ocidental, um emblema da modernidade francesa. ATorre Eiffel serve como ponto turístico de Paris. Anualmente, recebe cerca de seis milhões de turistas dos mais diversos países. A iluminação interna faz com a Torre se pareça com uma gigantesca vela dourada durante a noite. De qualquer forma, seja durante o dia, seja durante a noite, é a imagem indissociável da França e o cartão postal mais conhecido em todo o mundo! 

TUDO COMEÇA NO FUNDO DO MAR
mais que 0,3 a 0,6 metro. A tripulação de um barco que passar sobre elas é capaz de nem percebê-las - e sua energia pode diminuir até desaparecer, ao percorrerem milhares de quilômetros. O problema ocorre quando elas se aproximam da costa, onde a profundidade diminui e surge o atrito com o fundo do oceano. O resultado é que passam a ser comprimidas por um espaço cada vez menor, o que as obriga a subir. Ai então os tsunamis formam uma coluna, sugando o mar da costa a ponto de deixar parte do chão do oceano descoberto. Esse é o último aviso. Minutos depois, elas aparecem. Para se ter uma idéia, as piores marés do gênero, ocorreram em 1703, na ilha japonesa de Awa, matando mais de 100 mil pessoas e mais recentemente na última semana de 2004, ocorreu o mais forte terremoto nas últimas quatro décadas que atingiram pelo menos oito países na Ásia, deixando um saldo de cerca de 300 mil mortos, além de 5 milhões de pessoas desamparadas.
Dados do relatório sobre educação apresentado pelo Unicef e pela Unesco (organismos da Organização das Nações Unidas – ONU), apontam que 77 milhões de crianças no mundo estão fora da escola. O número é bastante inferior ao apresentado há cinco anos, mas ainda é “inaceitável”, de acordo com o documento. A maioria absoluta dessas crianças (três quartos) vive na África subsaariana (que abrange os países de população negra situados ao sul do deserto do Saara) e na Ásia meridional e ocidental. O diretor-geral da Unesco afirmou que “quatro em cada dez crianças nascidas no mundo em desenvolvimento crescem mergulhadas na pobreza, na desnutrição e sem poder ir à escola”. Segundo o levantamento, as meninas são as que correm maior risco de jamais freqüentarem uma escola ou abandoná-la prematuramente, especialmente as que vivem em zonas rurais ou muito pobres. Apesar dos tristes dados, o relatório mostra um grande progresso na escolarização infantil, considerando que, entre 1999 e 2004, o número de crianças que não freqüentava a escola caiu em 21 milhões, o que representa um avanço na direção dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU. A região em desenvolvimento com maior nível de crianças na pré-escola é a América Latina e o Caribe. Porém, o Brasil aparece somente em 72º lugar num índice de desenvolvimento com 125 países, em um bloco intermediário com índice médio. O que mais prejudica o desempenho do País são as altas taxas de repetência e evasão no ensino fundamental, que refletem negativamente no cálculo da taxa de estudantes que iniciaram esse período escolar e conseguem ao menos chegar até o quinto ano. O problema da repetência no Brasil também já foi destacado em outro relatório da Unesco divulgado neste ano. O documento mostrou que o País tinha índices piores do que outros extremamente pobres, como Camboja, Haiti e Ruanda.
(Imagens feitas em apenas 70 segundos)
Fotos: (1) - Estátuas de Buda (Budismo é a religião predominante no Sri Lanka; (2) - Visão externa de templo hindu em Colombo (a capital); (3) - Reserva Florestal em Dickoya; (4) - Uma de suas várias praias.
Tranqüilidade de praias, montanhas, parques naturais, cachoeiras, rios, templos budistas, hindus, muçulmanos e museus para contar uma história muito confusa de ocupação do território. É isso que você encontra no Sri Lanka, ilha independente localizada no Oceano Índico, ao sul da Índia. Ou pelo menos é o que se espera encontrar.O turismo ajuda a reconstruir o país que teve duas grandes tragédias nos últimos anos. No final de 2004, o tsunami devastou dois terços da costa sul da ilha, matando cerca de 40 mil pessoas e desabrigando outras milhares.
Na parte norte, o povo tâmil quer a independência desde 1983, quando foi criada a organização Tigres de Libertação do Eelam Tâmil (LTTE). Depois da morte de mais de 65 mil pessoas em confrontos armados com o governo, um cessar-fogo foi assinado em 2002. Para tristeza dos pacifistas, alguns atentados terroristas foram cometidos em dezembro de 2007 e, em 2 de janeiro deste ano, o governo declarou que o Sri Lanka está oficialmente em Guerra Civil. Porém, nada consegue tirar as belezas naturais da ilha. A capital Colombo, localizada na costa oeste da ilha, é a campeã de visitas. Conta com uma grande infra-estrutura de hotéis e restaurantes e é um dos principais destinos de férias de turistas europeus.

São Tomé das letras é cercada por uma aura de mistério. Muitos acreditam que esta é uma das sete cidades escolhidas para abrigar uma nova civilação, após o juízo final. O misticismo vem de tempos remotos, atavés das lendas contadas pelos antigos habitantes.
São Tomé das Letras está localizada no sul do estado de Minas Gerais, a 335km de Belo Ho
rizonte e 350km do Rio de Janeiro e de São Paulo. É a quarta cidade mais alta do Brasil, a 1.444m Cidades limítrofes: Três Corações, Luminárias, Cruzília, Baependi e Conceição do Rio Verde. São Tomé das Letras não se resume na sua parte mística. Percorrendo o município, você enconta mutos atrativos como a pedra ao lado, a Ladeira do Amendoim (onde o carro sobe desligado), inúmeras cachoeiras , com destaque para a Véu da Noiva, a Eubiose, Lua, a Chuva, Paraíso, e a do Flávio. A Pedra da Bruxa (ao lado), a Pirâmide e o Shangrilá (com inúmeras incrições rupestres). Para os mais jovens, há inúmeros locais para a prática de esportes radicais: Off-road, enduro; montain bike, canoagem, e todas as modalidades de alpinismo. Obrigado pelo seu apoio aos blogs: "Arquivos de um Repórter" e "Revista-AR"
Se algo pare
ce ouro, então é ouro ! Frota de Rolls-Royce, TVs de plasma de 42 polegadas nos quartos, mordomos 24 horas por dia e serviço que borrifa água francesa nos hóspedes na praia. Assim é um dia comum no Burj Al Arab, o hotel mais luxuoso do mundo. A construção erguida sobre uma ilha artificial: 8 000 metros quadrados de ouro na decoração
A respeito do Burj Al Arab ("Torre das Arábias", em português), costuma-se dizer o seguinte: se algo parece ouro, então é ouro. Soa como uma fábula dos contos das mil e uma noites! Pois é tudo verdade. Na decoração da construção, localizada em Dubai, nos Emirados Árabes, foi usado ouro suficiente para cobrir um campo de futebol oficial. O mesmo estilo nababesco permeia todos os outros detalhes do hotel, erguido para hospedar o clube de felizardos que podem pagar por uma diária mínima de 2 000 dólares (na estratosfera da tabela de preços do estabelecimento encontra-se a suíte real, com diárias de 13 600 dólares). Famosos como o casal de astros hollywoodianos Brad Pitt e Angelina Jolie já passaram as férias por lá. O lugar também foi o escolhido pela modelo inglesa Naomi Campbell para celebrar a chegada de seus 36 anos. Na festa, ocorrida em maio do ano passado, o hotel funcionou exclusivamente para os convidados da aniversariante, durante três dias. A conta de 2 milhões de dólares foi bancada pelo então namorado de Naomi, o bilionário árabe Badr Jafar. "O Burj Al Arab está para Dubai assim como a Torre Eiffel está para Paris", a
firmou o francês Luc Delafosse, gerente-geral do hotel. "Ele virou o grande símbolo da cidade da cidade de Dubai." Tudo ali foi concebido para superar de longe o que a concorrência oferece de melhor em termos de luxo. Seus administradores criaram até uma nova categoria para defini-lo: sete estrelas. O festival de mordomias começa no traslado do aeroporto de Dubai ao Burj Al Arab -- o serviço é feito a bordo de helicópteros ou de Rolls-Royce. O saguão do hotel tem o átrio mais alto do mundo, com 180 metros (foto 2) . O check-in é realizado diretamente nos quartos. As suítes mais "apertadas" possuem 170 metros quadrados, enquanto as mais luxuosas ocupam uma área quatro vezes maior (foto 3). Todas são no padrão dúplex, com vista privilegiada para o Golfo Pérsico, e vêm equipadas com laptops, TVs de plasma de 42 polegadas e um menu que permite aos ocupantes escolher entre 13 opções de travesseiro. Há também um mordomo por andar à disposição dos hóspedes, 24 horas por dia.
O Burj Al Arab reúne atrações típicas dos grandes resorts. Sua área de gastronomia, por exemplo, possui seis restaurantes. Um dos mais badalados é o Al Mahara, onde as mesas estão dispostas ao redor de um aquário gigante com tubarõe
s e enguias, entre outras espécies (foto 4). (Na foto 5), uma de suas várias salas de estar. O complexo de lazer inclui três piscinas e um health club com personal trainers. Como o Burj Al Arab fica numa ilha artificial a 280 metros da praia, existe uma frota de carros elétricos que transportam os hóspedes por uma ponte até o continente. Lá, instalados na areia, eles recebem toalhas geladas e, de tempos em tempos, jatos de spray da água francesa Evian para suportar a temperatura que, no verão, bate na casa dos 40 graus centígrados. "Desfrutar de todas essas mordomias é uma experiência inigualável", afirma o arquiteto brasileiro Luiz Fernando Rocco, que passou as férias ali em 2005. A idéia da construção desse oásis de mordomia no meio do deserto foi do xeque árabe Mohammed bin Rashid Al Maktoum, príncipe herdeiro de Dubai. Mais de 70 000 metros cúbicos de concreto e 9 000 toneladas de aço foram usados para erguer a torre de 321 metros de altura em formato de vela de barco (na primeira foto)-- um tributo à tradição marítima da região. Até hoje permanece em segredo o valor gasto no projeto. Sua inauguração ocorreu em 1999 e, desde então, os proprietários não têm poupado esforços para promovê-lo. Em 2005, por exemplo, o heliponto do Burj Al Arab foi transformado numa quadra de tênis para um jogo de exibição entre o americano Andre Agassi e o suíço Roger Federer.
A construção do Burj Al Arab faz parte de um pacote maior, destinado a colocar Dubai no centro do mapa turístico mundial. Preocupada com o fim das reservas de petróleo, viga de sustentação das finanças da cidade-estado a família real vem investindo para livrar a economia local da dependência do dinheiro do combustível. Na Revista-AR, a matéria sobre o risco que está correndo o maior coral do mundo!
Enquanto os Estados Unidos se isolam cada vez mais nas discussões sobre o aquecimento global, um novo estudo faz previsões catastróficas sobre os impactos das mudanças climáticas no país. O trabalho sugere que, com os cenários atuais de emissões de gases-estufa, a freqüência de condições que desencadeiam severas tempestades e tornados deve aumentar em mais de 100% no país até o final deste século.Os autores, liderados por Robert Trapp, da Universidade Purdue, em Indiana, avaliaram duas condições típicas das tempestades: a energia dos raios e a variação na velocidade e na direção do vento. Normalmente grandes descargas energéticas e fortes variações no vento em uma área localizada promovem tempestades destrutivas.A equipe trabalhou com modelos climáticos que consideram a elevação de temperatura entre 2C e 6C-prevista no relatório divulgado neste ano pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática). Os pesquisadores norte-americanos descobriram que este aquecimento já deve ser suficiente para aumentar o número de dias com essas condições meteorológicas.O IPCC já havia apontado para este risco. O simples aumento do calor já deve incrementar o nível de precipitações. Mas as intrincadas condições atmosféricas que desencadeiam eventos mais extremos também podem ser afetadas, aumentando a chance de sua ocorrência.Pelas previsões, divulgadas hoje na revista científica "PNAS" (www.pnas.org), algumas das cidades mais afetadas devem ser Atlanta e Nova York. Apesar de George W. Bush não ter dado inclinações de que vai discutir redução das emissões em Bali, isso poderia evitar o aumento das tempestades, concluíram os cientistas.
As eleições presidenciais nos EUA acontecem a cada quatro anos e todo cidadão norte-americano nato, com mais de 35 anos, pode concorrer ao cargo. Embora cerca de 150 milhões de pessoas estejam aptas a votar, o voto não é obrigatório. O presidente e o vice-presidente dos EUA não são escolhidos diretamente pelos eleitores, mas por um Colégio Eleitoral. Cada Estado dos EUA tem um número de delegados no Colégio Eleitoral definidos de acordo com a sua população. Os eleitores de cada Estado votam numa lista de delegados comprometidos com uma das chapas de candidatos a presidente e vice-presidente. Esses delegados, em número proporcional à população de cada Estado, formam o Colégio Eleitoral. Estados como a Califórnia, Nova York e Texas, que são muito populosos, contam com um grande número de representantes no Colégio Eleitoral. Os delegados podem votar com sua convicção, mas tradicionalmente optam por seguir a votação dos eleitores em cada Estado. À exceção dos Estados de Maine e Nebraska, o candidato que receber mais votos populares em um Estado recebe os votos de todos os respectivos delegados. Os outros candidatos ficam sem nenhum voto. Em Maine e Nebraska, os votos são divididos de acordo com a proporção obtida por cada candidato nesses Estados. Em 1888, o republicano Benjamin Harrison ficou cerca de um ponto percentual atrás do democrata Grover Cleveland no voto popular, mas, ainda assim, ganhou no Colégio Eleitoral. Delegados: No total, são 538 delegados. O candidato que conseguir 270 votos no colégio é eleito presidente. Caso dois candidatos obtenham 269 votos cada um, o desempate será na Câmara dos Deputados. O novo presidente seria escolhido então entre os três candidatos mais votados na eleição. Nesse caso, o vice-presidente seria escolhido pelo Senado entre os dois mais votados. Durante a contagem dos votos, o Colégio Eleitoral não chega a se reunir. Os votos dos delegados são enviados ao Senado. Em sessão conjunta Senado e Câmara, o presidente do Senado [cargo ocupado pelo vice-presidente] conta os votos e divulga o resultado. Primárias: Acontecem em todos os Estados do país. São eleições locais que definem os delegados que participarão das convenções dos partidos. São estes delegados que irão escolher o candidato de cada partido à Presidência. Os diretórios estaduais têm liberdade para definir as regras e, em boa parte dos Estados, somente os eleitores registrados nos partidos podem votar.As primárias elegem delegados estaduais que, por sua vez, escolhem o candidato do partido que concorrerá ao cargo.Pode ocorrer, em alguns Estados, que o concorrente mais votado receba todos os votos dos delegados. Em outros, o número de delegados para cada pré-candidato é proporcional aos votos dos eleitores. 
O euro (€) é a moeda oficial de 13 dos 27 países que adotaram a moeda comum: Alemanha, Áustria, Bélgica, Eslovénia (aderiram à moeda em 2007), Espanha, Finlândia, França, Grécia (aderiram em 2001), Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal. Preve-se que com a expansão da União Europeia alguns dos aderentes possam nos próximos anos partilhar também o euro como moeda oficial. Alguns pequenos países europeus que não praticavam políticas de moeda própria usam também o euro: Andorra, Mônaco, São Marino e Vaticano. O Montenegro também utiliza o euro como sua moeda oficial. A 1º de Janeiro de 2007, a Eslovénia foi o 13.º país a aderir à moeda única, tendo sido estabelecida pelo Conselho da União Europeia a cotação do Tolar em 239,640 por cada euro. Outros países tinham a sua moeda fixada a uma antiga moeda européia. Era o caso do escudo cabo-verdiano, que estava ligado ao escudo português, e do franco CFA, atrelado ao Franco francês, em circulação em diversos países africanos.
(Esta foto da Estação Espacial Internacional - ISS, é meramente ilustrativa)
A idéia não é exatamente recente e possui inúmeras variações. Agora, porém, o setor de segurança dos Estados Unidos parece estar definitivamente engajado no desenvolvimento da tecnologia necessária para coletar energia solar no espaço e enviá-la para a Terra. O primeiro passo deverá ser a construção de dois satélites de demonstração, que possam testar e avaliar o funcionamento do conceito como um todo. O relatório divulgado pelo governo norte-americano, chamado Energia Solar Espacial como uma Oportunidade para a Segurança Nacional, defende que o desenvolvimento das tecnologias seja feito pela iniciativa privada, com financiamento governamental. O projeto consiste no lançamento de painéis solares gigantescos, com vários quilômetros de diâmetro. Uma vez em órbita, esses painéis captarão a energia solar e a enviarão para a superfície por meio de um feixe de microondas ou laser. No solo, o feixe de energia vindo do espaço será coletado por antenas especiais e então convertido em energia elétrica. Ao contrário dos painéis solares utilizados hoje, aqui na Terra, os painéis solares espaciais ficariam o tempo todo recebendo a luz do Sol, não interrompendo a captação de energia durante a noite. Eles deverão ficar em uma órbita geoestacionária, sobre um ponto fixo da Terra, o que é essencial também para que o foco de energia seja transmitido para o solo. O feixe de energia que chega ao solo também é enorme, exigindo a construção de uma estação de captação de cerca de um quilômetro de diâmetro. Segundo os especialistas, considerando um feixe de microondas para que a energia chegue à Terra, não haverá nenhum risco para aviação e nem mesmo para os pássaros. Segundo eles, as antenas de coleta poderão ser transparentes e até poderão ser feitas plantações por debaixo delas. O projeto é tão grandioso quanto os desafios a serem vencidos para viabilizá-lo. O próprio relatório estima que a construção de um protótipo, capaz de enviar um feixe de 10 megawatts de eletricidade para a Terra, levará cerca de 10 anos para ser construído, a um custo de US$10 bilhões. Críticos do projeto, contudo, apontam que há problemas ainda maiores do que o orçamento. Sua viabilização exigiria o desenvolvimento de foguetes ou naves reaproveitáveis, num momento em que a NASA está se preparando para desativar os ônibus espaciais. Uma usina solar espacial, apontam esses críticos, capaz de produzir a mesma potência hoje gerada por uma usina termelétrica, teria uma massa de 3.000 toneladas - mais de 10 vezes a Estação Espacial Internacional. "Arquivos de um Repórter" recomenda: Veja também a "Revista-AR". É só linkar!
A nova roda possui 28 cabines, para 28 pessoas cada, totalizando 748 ocupantes. Numa única volta de 30 minutos o passageiro tem uma visão privilegiada da Baía de Cingapura, os pontos mais característicos da cidade, e em dias claros, dois países visinhos: Malásia e Indonésia
A Singapore Flyer conta com 28 cabines do tamanho manho de um ônibus urbano com uma capacidade para 28 pessoas que permite aos passageiros caminhar sem sentir nenhuma vibração durante os 30 minutos de rotação.O preço das entradas para os adultos vai desde os 29 dólares cingapurianos (US$ 20) de uma viagem simples até os 69 dólares (US$ 48) que inclui coquetéis e "embarque rápido". Além disso, também é possível alugar uma cabina inteira por cerca de 1.000 dólares cingapurianos (US$ 704) e por 1.500 (US$ 1.057) nos fins-de-semana e à noite. A roda-gigante permitirá aos visitantes desfrutar da vista da baía de Cingapura e dos pontos mais característicos da cidade, e em dias claros os países vizinhos, Malásia e Indonésia.
Os responsáveis da Great Wheel Corp disseram que esperam ter 10 milhões de passageiros por ano, enquanto a cidade-estado, que conta com menos de 5 milhões de habitantes, recebeu o ano passado 10,3 milhões de turistas, segundo dados do Ministério do Turismo.
Fotos: (1)- O Majestoso templo de Angkor Wat; (2)- A localização do Camboja na Ásia; (3)- Vista aérea mostrando toda a magnitude do templo; (4) - a beleza do templo refletinda no lago, ao anoitecer.

do Camboja, aparecendo em sua bandeira (à esq.) e sendo sua principal atração turística. Foi desenhado para representar o Mount Meru, casa dos deuses da mitologia Hindu. Dentro de um fosso e uma parede externa de 3.6 km (2.2 milhas) de comprimento, estão três galerias retangulares, cada uma erguida em cima da outra. No centro do templo fica um quinteto de torres. Diferente da maioria dos templos Angkorianos, Angkor Wat fica virado para oeste, estudiosos se dividem em relação ao significado disto. Também pela grandiosidade e harmonia de sua arquitetura, o templo é admirado pelos seus baixos relevos extensos e pelos vários desenhos que adornam suas paredes.
Assesse o link: Revista-AR, mostrando neste Fim de Semana, as paradisíacas Ilhas Fiji!!!
Você acha que o Brasil tem há algum aeroporto que pode ser considerado 100% seguro?Pois é o que a presente matéria pretende mostrar, é claro que nem todos eles seriam reprovados, mas se formos exigentes, certamente vamos encontrar desde pequenas falhas, até as incontornáveis. Então vamos nos posicionar naquilo que poderia ser chamado de pequena falha. Examine atentamente esta foto do Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro, considerado um dos mais belos do mundo! Veja que da esquerda para à direita na parte baixa há uma estradinha, bem rente as duas cabeceiras da pistas. A seguir observe o contraste entre essa "inocente" estradinha, e a opulenta Escola Naval, a qual ela é seu único acesso. A escola ocupa toda ilha à direita da foto. Esta matéria confirma que tudo que aparentemente parece ser insignificante, de repente pode se tranformar em arma mortal, principalmente quando se trata de uma área de tráfego intenso e de operações extremamente velozes.
FATO 1 - No dia 31 de janeiro de 2002, um Boeing 737-300 da VASP, quando decolava do Aeroporto Santos Dumont (RJ), a turbulência da sua decolagem , causou a capotagem de um táxi (foto), que passava pela rua Almirante Silvio de Noronha, a cinco metros apenas da cabeceira da pista 02, e que dá acesso a Escola Naval. situada exatamente a cinco metros da cabeceira da pista 02 do Aeroporto Santos Dumont. O acidente ocorreu por volta das 8h58 quando o táxi Santana, placa LCA 9478, seguia com destino à Escola Naval. O seu motorista, Antonio de Almeida Macedo, foi retirado com vida, mas não resistiu aos ferimentos vindo a falecer no hospital.
FATO 2 - Decorridos cerca de 20 dias do acidente anterior, mais precisamente no dia 21 de fevereiro de 2002, mais um acidente ocorreu com um veículo que transitava na mesma rua, cuja a deslocação de ar provocada pelo Boeing 737-300 da RIO-SUL, no momento em que decolava para Brasília, acabou projetando no ar, por duas vezes, um veículo Golf - com duas senhoras - provocando escoriações graves em suas duas ocupantes (foto). As informações são contraditórias se o veículo obedeceu ou não a sinalização sonora existente no local que é acionada pela Torre do Aeroporto Santos Dumont.