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quarta-feira, abril 03, 2013

Surge uma tênue Esperança

 Estudo relata cura de 14 pacientes com HIV após tratamento precoce
Significado e origem deste símbolo. Na verdade o laço vermelho já é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids.
O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo
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ESTA NOTÍCIA representa um avanço: Resultados de pesquisas animam portadores do vírus      Um grupo de 14 adultos conseguiu se livrar do vírus HIV com um tratamento precoce, não voltou a apresentar sinais da doença 7 anos após deixar de tomar o coquetel de remédios. O estudo feito pelo Instituto Pasteur, em Paris, analisou 70 pessoas contaminadas pelo HIV que passaram a tomar medicamentos de 35 dias a 10 semanas após a infecção. O tratamento durou 3 anos e não eliminou completamente o HIV, mas as células não adoeceram. No mês passado, médicos americanos anunciaram a cura funcional de uma menina que nasceu de mãe soropositiva e foi tratada logo após o parto


QUIZ - Resposta a pergunta de ontem= Como os faraós eram embalsamados? Em primeiro lugar, cérebro, intestinos e outros órgãos vitais eram retirados. Nessas cavidades, colocavam-se resinas aromáticas e perfumes. Depois, os cortes eram fechados. Mergulhava-se, então, o cadáver num tanque com nitrato de potássio (salitre) para que a umidade do corpo fosse absorvida. Ele permanecia ali por setenta dias. Após esse período, o corpo era lavado e enrolado numa bandagem de algodão, com centenas de metros, embebida em betume, uma substância pastosa. Só aí o morto ia para a tumba. Esse processo conservava o cadáver praticamente intacto por séculos. A múmia do faraó Ramsés II, que reinou no Egito entre 1304 e 1237 a.C., foi encontrada em 1881 apenas com a pele ressecada. Os cabelos e os dentes continuavam perfeitos. Pergunta do dia: “Como foi à relação dos índios com a gripe? Resposta?  amanhã... 


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