
Não existe uma idade exata para as pessoas apresentarem alterações no percentual de Glicemia. Depende do meio interno e externo e, principalmente, da carga genética.Segundo pesquisas realizadas recentemente, o número de pessoas diabéticas no mundo deve crescer em mais de 50% até 2025, alcançando 380 milhões de indivíduos. Estima-se que, hoje, aproximadamente 246 milhões tenham a patologia. O diabetes mellitus (DM) é uma enfermidade caracterizada pelo aumento de açúcar no sangue, sendo causada pela escassez de produção e/ou ação da insulina - principal hormônio que regula q auantidade de glicose absorvida pela maioria das células.
"Não existe uma idade exata para as pessoas apresentarem alterações no percentual da glicemia. Dependa do meio interno e externo e, principalmente, da carga genética", afirma o doutor Rogério Francisco Rogério Francisco Corrêa de Oliveira, especializado em endocrinologia, diabetes e nutrição, graduado pela faculdade Ciências Médicas, com 49 anos de atuação.Existem vários grupos de diabetes, entre eles, os tipos I e II. O primeiro tem início, geralmente, na infância e é causado pela deficiência completa de produção de insulina pelo pâncreas, "O
paciente necessita, obrigatoriamente, de tratamento com insulina e o aparecimento não pode ser evitado ", explica a endocrinologista Juliana Levy, graduada pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO). O tipo II, mais comum em pacientes com sobrepeso ou obesos, é gerado, principalmente, pela resistência à ação de insulina. "O tratamento pode ser feito com remédios, mas deve-se priorizar a perda de peso, exercícios físicos e dieta. As pessoas com histórico familiar de parentes de 1º grau pertencnetes a este grupo devem redobrar os cuidados. Infelizmente, os portadores desta modalidade que possuem a doença há muitos exames não conseguem mais responder ao tratamento com drogas orais e necessitam de injeções de insulina". Nos portadores de diabetes do tipo I, observa-se: sede, aumento do volume e do número de vezes que a pessoa urina, fome excessiva e emagrecimento. "Nos pacientes com tipo II, a doença em geral é silenciosa e, muitas vezes, só é descoberta anos depois do aparecimento".
A patologia é diagnosticada através de exame laboratorial, aferindo-se a dosagem de glicose no sangue, após jejum, ou através de alguns tipos de exames como métodos mais modernos como a "glicemia glicada". Os pacientes devem manter acompanhamento rigoroso com um endocrinologista e realizar periodicamente os exames.
paciente necessita, obrigatoriamente, de tratamento com insulina e o aparecimento não pode ser evitado ", explica a endocrinologista Juliana Levy, graduada pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO). O tipo II, mais comum em pacientes com sobrepeso ou obesos, é gerado, principalmente, pela resistência à ação de insulina. "O tratamento pode ser feito com remédios, mas deve-se priorizar a perda de peso, exercícios físicos e dieta. As pessoas com histórico familiar de parentes de 1º grau pertencnetes a este grupo devem redobrar os cuidados. Infelizmente, os portadores desta modalidade que possuem a doença há muitos exames não conseguem mais responder ao tratamento com drogas orais e necessitam de injeções de insulina". Nos portadores de diabetes do tipo I, observa-se: sede, aumento do volume e do número de vezes que a pessoa urina, fome excessiva e emagrecimento. "Nos pacientes com tipo II, a doença em geral é silenciosa e, muitas vezes, só é descoberta anos depois do aparecimento".Se o paciente não fizer um tratamento, a hiperglicemia (açucar alto no sangue) pode levar a sérias complicações de saúde. "Comprometimento macrovascular, que inclui Acidente Vascular Cerebral (AVC), isquemias miocárdicas, gangrenas e aneurismas; e microvascular, que engloba retinopatia (lesões na retina), nefropatia (afeta o funcionamento dos rins), neuropatia sensitiva (causa diminuição ou ausência da sensibilidade nos pés e nas pernas) e motora, impotência e frigidez sexuais. Por isso, a necessidade de diagnóstico precoce", afirma o endocrinologista Rogério Francisco de Oliveira..
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Cerca de 90% das células de dólar que circularam nos Estados Unidos em 2008 possuíam de 0,006 a 1,240 microgramas de cocaína. A quantidade é insuficiente para causar danos à saúde, mas preocupa por mostrar que as notas podem ter sido utilizadas como “aspirador da droga, manuseada por quem a possuía nos dedos ou entrado em contato com outras notas contaminadas”, de acordo com pesquisa da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. O levantamento foi realizado com 234 notas de 1, 5, 10, 20 e 50 dólares e indicou aumento com relação a estudos anteriores. “Não sabemos com certeza porque houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, declarou o autor do estudo, Yuegang Zuo, à “BBC Brasil”. Bo Mathiasen, representante do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (Unodc) no Brasil, tem opinião semelhante: “Por um lado, a crise faz com que a disponibilidade de recursos fique menor. Por outro, o desemprego pode levar as pessoas a buscar uma fuga da realidade ou a procurar emprego na economia ilegal”, aponta. A pesquisa analisou ainda cédulas dos mesmos valores em outros quatro países, incluindo o Brasil, onde os traços foram encontrados em 8 das 10 cédulas analisadas. O Canadá tem média de 85%, mas China e Japão, têm, ambos, entre 12% e 20%. Outro estudo, referente a 2007 e divulgado pelo Unodc, em junho, localizou o Brasil como o décimo do mundo em apreeensão de cocaína, com mais de 17 toneladas, o que pode representar aumento no consumo ou esforço da polícia no combate ao narcotráfico. Na opinião de Mathiassen, houve aumento no consumo da droga no Brasil. “Enquanto na Europa Ocidental e na América do Norte o consumo vem caindo, indicação de que o investimento em prevenção dá retorno, na América do Sul, principalmente no Brasil, ele aumenta pelo fato da região ter crescido social e economicamente, o que pode ter provocado maior disponibilidade de recursos para compra de drogas”, finaliza. Em 2005, 890 mil brasileiros (cerca de 0,7% da população de 12 a 65 anos) eram usuários de cocaína.


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Hong Kong de hoje vai alem do motivo que produziu esta matéria, como seus restaurantes, mega-shoppings, lojas de eletrônicos e mercados de rua do maior porto comercial do Oriente. Desembarcar em Hong Kong após percorrer a China continental pode ser um choque. Entre as suas características, destacamos 10 pontos fundamentais: 


