/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

sexta-feira, julho 30, 2010

AFRICA DO SUL PODE NÃO TER O MELHOR TIME DA COPA...
MAS O TREM MAIS LUXUOSO DO MUNDO É DELA
A África do Sul que realizou recentemente o 19º Campeonato Mundial de Futebol, não possuia futebol para enfrentar as grandes seleções, mas um titulo mundial ela já ostenta o de possuir o trem mais luxuoso mundo. Pois é o que veremos agora
ROVOS RAIL – O MAIS LUXUOSO TREM DO MUNDO
Viaje à África do Sul e conheça  o trem mais luxuoso do mundo. Suas férias românticas através do coração da África do Sul, ou durante a próxima Copa,  vão começar ou terminar na sede desta empresa ferroviária privada, “Capital Park Station” e “Pátio das Locomotivas” situados fora de Pretória. A empresa “Rovos Rail” oferece dois clássicos trens magnificamente reconstruídos, cada um transportando um máximo de 72 passageiros que ficarão acomodados nas mais espaçosas e luxuosas suítes de trem de todo o mundo (foto 1); O bar para o hHappi-hour, enquanto se contempla as mais bel paisagens africanas. (foto 2) A utilização do tradicional mobiliário e decoração garantem uma atmosfera de elegância e grandeza no Salão de jantar (foto 3) As  mais espaçosas e  luxuosas suítes de trem de todo o mundo e (na última foto); E  chegada à gare de Cape Town.
EMBARQUE A BORDO  DO ORGULHO DA ÁFRICA 



 
PRETORIA À CAPE TOWN -  Terça/Quarta - Saída de Matjiesfontein e continuação a ‘Touws River’, ‘De Doorns’ e Worcester para Cape Town, chegada às  18h à Estação de Cape Town,/Sexta - Às 15h saída da estação privative de Capital Park Rovos Rail à bordo do “Orgulho da África”. Quarta/Quinta/Sábado, às  10h: chegada em Kimberley. Visita a “Big Hole”, o Museu Diamante. Às 12h30,  saída de Kimberley e continuação da viagem a ‘De Aar and Beaufort West’ para Matjiesfontein. Quinta/Sexta/Domingo, às  08h15 Visita à histórica Vila de Matjiesfontein.  

quinta-feira, julho 29, 2010

Biodiversidade é palavra da moda. O conceito de biodiversidade quase todos sabemos: a diversidade da vida. De bactéria a baleia azul. No conceito mais utilizado por aí, é o número de espécies diferentes existentes numa área qualquer ou num ecossistema qualquer. Entretanto, quantas espécies são necessárias para que uma área seja considerada "biodiversa"? E quais espécies são essas? Bem, em cima dessas perguntas boa parte dos ecólogos e ambientalistas do mundo inteiro quebram a cabeça diariamente, as plausíveis respostas geram reportagens em jornais e, em última instância, ações governamentais. As pessoas que tomam decisões políticas em cima de problemas ambientais prestam atenção nos números - daí a necessidade dos biólogos em "medir" a biodiversidade no sentido exato.
Um pequeno exemplo do que é a biodiversidade filipina pode ser verificado nessa foto tirada na Ilha Verde em junho de 2006. Os números representam diferentes espécies que grosseiramente podemos identificar - se formos analisar com cuidado o local, muitas outras aparecerão. As espécies são: (1)- peixe budião Thalassoma lunare; (2)- coral Tubastrea faulkneri; (3)- coral Pocillopora verrucosa; (4)- peixe antias Pseudanthias squamipinnis; (5)- Esponja Clathria sp.; (6)- peixe budião Scarus sp.; (7)- coral Acropora palifera; (8)- peixe-borboleta Chaetodon kleinii; (9)- esponja Xestopongia sp.; (10)- coral-fogo Millepora sp.; (11)- coral Acropora sp.; (12)- peixe ídolo mourisco Zanclus cornutus; (13)- coral Tubastrea micrantha; (14)- coral Anthelia sp.; (15)- coral Agariciidae sp.; (16)- ascídia Didemnum molle; (17)- peixe donzela Chrysiptera parasema; (18)- esponja Stylotella aurantium; (19)- coral Xenia sp.; (20)- ascídia Clavelina sp. Biodiversidade de um ecossistema é a diversidade da vida ali, em todas as suas formas - de bactérias a mamíferos. Se temos muitas tartarugas, não significa que teremos muitos ouriços. Isso deveria ser considerado no cálculo final para fazer política de conservação. O ecossistema é tudo, não apenas uma espécie. Bactérias podem gerar tanto ou maior prejuízo que uma super-população de estrelas-do-mar. Nas questões financeiras que movem o mundo, falta boa argumentação por parte dos biólogos para que o ambiente seja favorecido.

segunda-feira, julho 26, 2010

Hubble acha dióxido de carbono em planeta extra-solar

(Dos nossos colaboradores: Bruno Kirsten e Roberto Jr, em Houston)


Concepção artística do planeta HD 189733b, localizado registrado pelo Hubble, descoberta que reforça a idéia de que pode haver vida além da Terra.
Cientistas anunciaram na terça-feira a descoberta de dióxido de carbono (CO2) em um planeta quente fora do nosso Sistema Solar, em mais uma prova de que pode existir vida além da Terra.A Nasa (agência espacial dos EUA) disse que o seu Telescópio Espacial Hubble localizou CO2 na atmosfera do planeta HD 189733b, que pertence à categoria chamada "Júpiteres quentes" e orbita uma estrela relativamente próxima, a 63 anos-luz da Terra.
O planeta em si é quente demais para conter vida - cerca de 1.000 graus Celsius na superfície. Mas os astrônomos disseram que as observações são a demonstração cabal de que a química básica para a vida pode ser mensurada em planetas que orbitam outras estrelas.Em março, eles já haviam achado ingredientes do metano no planeta, um dos cerca de 300 já localizados em torno de outras estrelas. Também há sinais de vapor d'água nesse lugar."Esses estudos atmosféricos vão começar a determinar as composições e processos químicos que operam em mundos distantes", disse Erich Smith, cientista do Hubble na Nasa.Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia), usou a câmera de infravermelho e um espectrômetro multiobjeto do telescópio orbital para estudar a luz infravermelha do planeta.Ele conseguiu identificar dióxido de carbono e monóxido de carbono, que absorvem certos comprimentos de onda da radiação sub-infravermelha."O CO2 é a principal razão de excitação porque, sob certas circunstâncias, poderia ter uma conexão com a atividade biológica, como tem na Terra", disse Swain em nota."O próprio fato de podermos detectá-lo e estimar sua abundância é significativo para o esforço de longo prazo de caracterizar os planetas a fim de descobrir do que são feitos e se poderiam possivelmente abrigar vida."


sexta-feira, julho 23, 2010

--FS-- "Arquivos de um Repórter"

Um Céu de Diamante, espera por você... Astronomos descobriram que cintila no céu uma estrela feita de diamantes, com 10 quintrilhões de quilates. Alguns diamantes são quase eternos.Duas descobertas fizeram brilhar os olhos dos curiosos e apaixonados por astronomia. A primeira delas é um diamante gigante, que foi encontrado dentro de uma estrela na constelação de Centauro. A pedra preciosa deixaria qualquer mortal satisfeito: ela possui 4.000 quilômetros de diâmetro e inestimáveis trilhões de quilos. A má notícia é que ela está a cerca de 50 anos-luz da Terra.
O diamante cósmico é um corpo de carbono cristalizado. Ele seria o núcleo comprimido de uma velha estrela que um dia brilhou tanto quanto o nosso sol, mas depois apagou-se e encolheu. Os astrônomos decidiram batizar a estrela de Lucy, em homenagem à música dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds” (Lucy no céu com diamantes, na tradução para o português).
“Você precisaria de uma lupa do tamanho do sol para avalizar esse diamante”, diz o astrônomo Travis Metcalfe do Centro para Astrofísicas de Harvard-Smithsonian, que comandou as pesquisas. A estrela diamante supera em muito o maior diamante da terra, o Estrela da África, com 530 quilates, que se encontra na Grã Bretanha. Ele foi cortado a partir do maior diamante já encontrado na terra, com 3.500 quilates.
Tecnicamente conhecido com uma anã branca cristalizadas, ou seja uma BPM 37093. Uma anã branca é o núcleo de uma estrela morta, a sobra depois que o combustível nuclear dela é utilizado. A anã gigante não é apenas radiante, mas também soa como se fosse um gongo gigante, emitindo pulsações constantes.
“Ao medir essas pulsações, somos capazes de estudar o interior de uma anã branca, da mesma forma que medidas sismográficas de um terremoto permitem aos geologistas estudarem o interior da terra.” Os astrônomos esperam que o Sol se transforme em uma anã branca quando apagar, daqui a 5 bilhões de anos.
Dois bilhões de anos depois de apagado, o núcleo do Sol também deve se cristalizar, deixando um diamante gigante no centro do nosso sistema solar.“Nosso sol vai se transformar em um diamante eterno”, diz Metcalfe
No próximo --FS--, mais curiosidades neste(s): Mundo(s) Insólito(s)

quinta-feira, julho 22, 2010

O Circuito das Ilhas das Conchas está situado na Flórida (Estados Unidos), entre as cidades de Miami e Tampa. Nem mesmo o vento noroeste que sopra forte trazendo o frio de janeiro para a costa, afugenta as pessoas que levantam de madrugada a fim aproveitar a maré baixa, meia hora antes de o sol nascer. Este é o momento ideal para se catar conchas, tesouros que dão fama a quatro tranqüilas ilhas: Captiva, Captiva Norte, Cayo Costa e principalmente Sanibel – ao menos até pouco tempo – por exibir o maior número e a melhor seleção de conchas do hemisfério ocidental.Com o inverno no hemisfério norte, o mar fica agitado e as ondas encrespadas. É debaixo das cristas das espumas, indiferentes ao movimento da superfície, que as correntes agem sem se perturbar. Ricas em nutrientes, elas banham os baixios cheios de pelecípodes – moluscos cuja concha é dividida em duas partes, como os mexilhões, mariscos e vieiras – dos quais os caramujos se alimentam. A água a dez ou 12 metros de profundidade é tranqüila, mas, nas áreas mais rasas, as ondas agitam o fundo do mar.Os restos das conchas de moluscos mortos dançam em incansável vaivém, e acabam sendo apanhados pelas ondas baixas que batem na praia. Ali, no ar frio e tempestuoso, se depositam dezenas, centenas ou milhares de conchas marinhas.Maré baixa (meia hora antes de o sol nascer), é a hora ideal para se catar conchas . É comum as pessoas saírem do hotel em frente à praia, e encontrarem outros colecionadores que já se encontam por lá, percorrendo a areia fria e enfrentando o vento que sopra forte. Sozinhas ou em pares, a maioria leva lanternas, seguindo o mandamento dos mais experientes: Na ilha Sanibel, a concha ajuda quem cedo madruga.
CORPO MOLE, COURAÇA DURA
Como se formam as conchas do mar?
Elas são basicamente carapaças protetoras dos moluscos marinhos, animais de corpo mole. Quando eles nascem, forma-se a seu redor uma concha provisória, chamada protoconcha.
Quando o molusco cresce e atinge a idade jovem, começa a se constituir a concha definitiva, substituindo a primeira. É o chamado manto-tecido parecido com a pele, envolvendo as partes vitais do animal – que secreta as substâncias formadoras das quatro camadas da concha. O principal componente é o carbonato de cálcio, extraído da água do oceano.Há também elementos orgânicos, como proteínas, produzidos pelo próprio animal. “A medida que o molusco cresce, o manto elimina mais carbonato e proteínas, e a concha também aumenta de tamanho” diz a oceanográfica Ceci Pereira Moreira de Souza, da Universidade de São Paulo – USP. Além das conchas formadas por duas partes (conhecidas como sistema bivalve), existem também as estruturas em forma de cone produzidas pelos moluscos da classe conhecida como gastrópodes.

quarta-feira, julho 21, 2010

MUDANÇA CLIMÁTICA AMEAÇA BERÇO DA CIVILIZAÇÃO A região conhecida como Crescente Fértil forma um corredor em forma de foice com 3.000 quilômetros de extensão no extremo norte da Península Arábica. Encaixado entre montanhas e o deserto, ele se estende em um arco gigante do Vale do Nilo, no Egito, até a costa leste do Mediterrâneo, e daí até o Golfo Pérsico. Ele passa por Israel, Líbano e oeste da Síria, toca o sul da Anatólia e, a seguir, o Irã, para finalmente descer até a área que fica entre os rios Tigre e Eufrates, naquilo que atualmente é o Iraque, nesta imagem da Nasa. O CRESCENTE fértil, é uma paisagem de importância verdadeiramente épica. Trata-se do berço da agricultura e da pecuária, onde há dez mil anos teve início a Revolução Neolítica - a transformação dos nômades da Idade da Pedra em populações fixas, aliada ao surgimento das primeiras cidades e civilizações. Lá os sumérios gravaram símbolos cuneiformes em tabletes de argila e criaram a primeira escrita do mundo. Mas a área conhecida como o berço da civilização está sob grave ameaça. Antes do final deste século, o lendário celeiro de alimentos do Oriente Médio poderá secar como resultado do aquecimento global, a ponto de não ser mais apropriado para a agricultura tradicional baseada nas chuvas. A região deixaria de existir como espaço agrário. "A antiga agricultura sustentada pelos regimes de chuvas permitiu que civilizações prosperassem na região do Crescente Fértil", declarou Pinhas Alpert, professor de ciências atmosféricas da Universidade de Tel Aviv, à "Spiegel Online". "Mas esta benção em breve deverá desaparecer devido à mudança climática provocada pelos seres humanos". Junto com colegas do Japão, o físico israelense simulou como os padrões pluviométricos e a vazão dos principais rios da região mudarão no decorrer do século 21. Para isso, eles usaram um modelo de mudança climática desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Meteorológicas em Tsukuba, no Japão. O modelo é único no sentido de que permite aos pesquisadores simular o clima com uma resolução espacial de 20 quilômetros, uma escala anteriormente não obtida por outros modelos climáticos globais. O modelo prevê dois possíveis cenários para o futuro da área: um moderado, no qual, até o final deste século, a temperatura atmosférica média na região aumentaria 2,6°C em relação ao período pré-industrial. Já no cenário mais extremo, a temperatura aumentaria 4,8°C. Ele declarou que, mesmo com aumentos moderados da temperatura, o índice pluviométrico anual na costa do Mediterrâneo - na Síria, em Israel e no Líbano - sofreria uma queda de 50 a 200 milímetros. A quantidade de água do Eufrates seria 30% menor que a atual; no Rio Ceyhan, no sul da Turquia, a vazão diminuiria 40%, e no Rio Jordão a queda seria de até 80%. Mas, levando-se em conta o cenário extremo, os recursos de água iriam se tornar ainda mais escassos. Segundo as previsões, em tal cenário, a região entre o Tigre e o Eufrates sofreria uma redução de dois terços do seu índice pluviométrico atual. As vazões do Eufrates e do Ceyham diminuiriam em mais de 70% e 80%, respectivamente. E o Rio Jordão praticamente secaria - ele teria apenas parcos 2% do seu volume original. O Crescente Fértil e o cultivo de grãos praticado na área necessitam de bastante precipitação no inverno, já que só assim o nível dos rios aumenta suficientemente para que eles durem no decorrer da estação seca, que vai da primavera ao outono. De outubro a março a região conta com 90% do total anual de chuvas". Durante esse período, o ar úmido do Atlântico vem do oeste pelo Mediterrâneo. Quantidades abundantes de neve caem nas Montanhas Taurus, na Turquia, e nas Montanhas Zagros, no Irã e no Iraque, que têm mais de 4.000 metros de altitude, bem como sobre as Colinas de Golã. Na primavera a neve derrete, elevando o nível dos rios. Esses rios, cujas águas são desviadas para a irrigação, são as fontes de vida do Crescente Fértil.

A mudança climática não está ameaçando apenas acabar com banquisas, geleiras e espécies animais. Ela poderá também destruir regiões modeladas pelo homem e que são insubstituíveis para a humanidade.

terça-feira, julho 20, 2010

A ARTE, A CASA E OS JARDINS DE MONET
                                      
Esses são os jardins da casa de Claude Monet, em Giverny, França, com seus belos jardins pela profusão de cores, flores e paisagens. Pra quem ama as pinturas do artista que criou o impressionismo, é um prazer saber que os jardins e a casa foram preservados e são ponto de visitação turística até hoje.O jardim da Casa é dividido em duas partes que se contrastam e se complementam. Monet criou camadas de flores de diferentes cores e tamanhos; as variadas alturas ajudam a criar volume. Árvores frutíferas também fazem parte da paisagem. Monet misturou as flores mais simples com as variedades mais raras.
A aléia central é coberta por arcos de ferro onde crescem rosas que sobem sobre as estruturas.
A outra parte da propriedade é ocupada pelo jardim japonês, que possui um riacho. O jardim foi construído sobre as águas do rio. Pequenas pontes dão um toque ainda mais romântico ao lugar. Estão lá as famosas Ninféias, que florescem ao longo do verão e que Monet pintou várias vezes.
Além das flores, Monet se interessava em retratar a fluidez e as transparências dos reflexos na água.
Monet nasceu na França, no ano de 184. Tornou-se um grande pintor e um dos mais importantes representantes do impressionismo. Foi uma de suas pinturas, “Impressão: Nascer do Sol”, que deu nome ao movimento artístico impressionista. O começo de sua carreira artística foi marcado por dificuldades financeiras. Porém, na década de 1870, começou a obter sucesso. Suas obras de arte seguiam, como temática principal, as paisagens da natureza. Trabalhava de forma harmônica as cores e luzes, criando imagens belas e fortes. Neste contexto artístico, podemos citar a série de pinturas que realizou sobre a catedral de Rouen (1892-1894), onde o artista retratou a construção em diversos momentos do dia, com variações de luminosidade.
Monet morreu em 1926, na França, deixando um legado artístico reconhecido até os dias atuais. Alguns críticos de arte consideram Monet um dos mais importantes pintores de todos os tempo.

segunda-feira, julho 19, 2010

Com dois mil anos, os pergaminhos encontrados no deserto de Israel são os mais antigos textos biblicos conhecidos. Cercados de mistérios, os Manuscritos do Mar Morto descrevem o cotidiano dos judeus da época. Parte desse tesouro religioso será exposto no Brasil.
Os manuscritos do Mar Morto constituem a maior descoberta arqueológica  do século 20, segundo os estudiosos. Os pergaminhos reúnem os mais antigos documentos bíblicos já encontrados e os textos que descrevem o cotidiano de uma comunidade que há 2 mil anos vivia isolada no deserto de Qumram, em Israel, e cujas práticas foram absorvidas pelo nascente cristianismo. Essas preciosidades foram expostas  no Rio de Janeiro e em São Paulo em 2004.
Os pergaminhos  de pele de cabra e ovelha, embrulhados em panos de linho (foto ao lado), foram descobertos acidentalmente por um pastor de uma tribo de beduínos , em 1947, dentro de jarros de barro escondidos em cavernas.  São cópias de trechos do Antigo Testamento e descrições das crenças e dos costumes dos essênios, uma seita judaica que viveu há 2 mil anos na região do mar Morto. "Os manuscritos permitem conhecer o judaísmo dos tempos de Jesus Cristo  baseado em documentos da época", explica Pedro Lima Vasconcelos, professor de teologia e ciência das religiões da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Escavações que duraram cerca de dez anos desenterraram quase mil manuscritos em aramaico, hebraico e grego. Alguns rolos foram recuperados praticamente inteiros, e outros não passavam de fragmentos que formavam um imenso quebra-cabeças. Os documentos resistiram à passagem dos séculos graças clima árido  e a baixa umidade relativa do ardo deserto que fica a 25 km de Jerusalém , capital israelense.
O mar Morto é na verdade um lago que fica entre Israel e a Jordânia, no vale do rio Jordão, onde João Batista batizou Jesus Cristo. De tão salgadas, suas águas não abrigam nenhuma forma de vida, com excessão de microorganismos.                                                                

sábado, julho 17, 2010

---AR---"FIM DE SEMANA"

Carro que vira avião em 30 segundos é aprovado nos EUA

quinta-feira, julho 15, 2010

BRASIL APRESENTA SEU BARCO SOLAR
Embarcação movida a energia solar e propulsão elétrica tem bom desempenho e inspira cientistas. (fonte: "Ciência Hoje")
O Copacabana conquistou o quarto lugar em uma competição holandesa de barcos solares em que foi o único participante não europeu.
Uma combinação de energia solar e motores de propulsão elétrica pode ser o futuro para as pequenas embarcações. É o que acredita um grupo de pesquisadores e alunos do Pólo Náutico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que acaba de voltar da Holanda com um bom resultado. O barco Copacabana conquistou o quarto lugar de sua categoria em uma competição de 48 barcos solares na qual era o único participante não europeu. O casco do Copacabana é parecido com o de outros pequenos veleiros. O que muda é a propulsão e a captação de energia, além de sua aparência. O barco tem painéis que captam a energia do sol e dão a ele um aspecto curioso e um formato diferente. Esses painéis são responsáveis por carregar as baterias que, por sua vez, alimentam o motor elétrico. Além disso, há um circuito eletrônico que gerencia a energia que vem dos painéis – ela pode ser transferida diretamente para o motor caso a bateria já esteja cheia, o que evita a sobrecarga. “Fizemos um barco confiável, que precisa de pouca energia para alimentar o motor”, explica o engenheiro naval Rafael Coelho, piloto do Copacabana. “Em vez de picos de velocidade, preferimos optar pela constância. Foi o trunfo do Copacabana. Outros barcos imprimiam maior velocidade nas primeiras horas da prova, mas depois tinham que andar devagar, pois estavam com pouca bateria.” A velocidade do Copacabana se mantinha em torno de cinco nós, enquanto outros barcos, mais inconstantes, oscilavam entre picos de até 10 nós e velocidades mais baixas ou pausa por falte de bateria.O barco Copacabana tem um formato curioso, devido aos painéis que captam energia solar, responsável por alimentar seu motor elétrico.
Desempenho na competição
O Copacabana conquistou o quarto lugar em uma competição holandesa de barcos solares em que foi o único participante não europeu. A competição, chamada Frisian Solar Challenge, ocorre de dois em dois anos na Holanda e tem o objetivo de divulgar fontes alternativas de energia para embarcações. O Copacabana conquistou o quarto lugar de sua classe, caracterizada por barcos de apenas um ocupante e painéis fornecidos pela competição, e o sétimo lugar geral, que inclui as três classes do rali. Em um dos sete dias de prova, os barcos passaram por um trecho de floresta em que o Sol não podia alcançar os painéis. Enquanto várias embarcações tiveram que reduzir a velocidade ou mesmo parar, o Copacabana, cuja bateria estava completamente carregada, ultrapassou cinco adversários e concluiu a etapa em terceiro lugar. No último dia de prova, o barco seguia na terceira posição, quando foi ultrapassado por uma embarcação holandesa, que terminou a prova apenas três minutos à frente do barco brasileiro.
Link (à dir.) a Revist@--@R e photoblog

quarta-feira, julho 14, 2010

QUAL É A CIDADE MAIS FRIA DO NUNDO ?
A foto fala por si. Em Janeiro a média fica em torno de 40°C negativos. A nevoa que cobre a cidade restringe a visibilidade a 10 metros. Moradores em pesados casacos de pele passam pela praga central, adornada por uma arvore de Natal congelada e uma estatua de Lenin. Num dia de frio de -50°, acredite as pessoas ainda levam uma vida normal, mas quando a temperatura baixa para menos 55°, ai é dado o sinal de alerta e tudo pára, a começar pelas escolas, que suspendem imediatamente as suas as aulas.
Neste mapa (espaço maior) a gélida Sibéria. Observe dentro do circulo (à direita) a cidade de YAKUTSK, e a sua distância em relação a Moscou sob o círculo (à esq.). Veja também a linha vermelha: é o traçado ferroviário da Transiberiana, a ferrovia mais longa do mundo. Ela passa por Yakutsk, e prossegue até o extemo da Sibéria, a cidade de Magdan, perto do mar de Behring.
Aqui no Brasil, quando a temperatura cai para 15 graus a gente fica com frio. Recentemente estive no Texas e fiquei horrorizado com os -2 graus, com a cidade de Dallas coberta de neve.
Nesse lugar tão remoto para nós, faz frio de -55 graus, e até os metais se partem com o frio. Seus 800 mil habitantes, no entanto, levam uma vida normal, e só param mesmo seus afazeres quando o frio passa desses -55 graus. Imagine só morar nessa cidade, lá nem óculos você pode usar, senão quando for tirar, a pele vem junto com a armação.
Yakutsk é uma cidade rica, lá existe muito ouro e diamantes, explorados por diversas empresas, como a Alrosa, que é responsável, sozinha, por 20% das transações com diamantes em todo o globo. Para lá eram mandados toda sorte de bandidos, e também prisioneiros de guerra. Esse pessoal trabalhava duramente, sob as mãos fortes do Gulag, que é o sistema penal da Rússia. Um prisioneiro que dormisse demais, morreria durante o sono, de tão frio que eram as suas celas. Um japonês que morou na pequena cidade de Bastos, interior de São Paulo, nos contou que certa vez foi capturado pelos soldados russos durante a segunda guerra. Mandado para uma prisão siberiana, só podia dormir em curtos intervalos (menos de uma hora), e o resto da noite tinha que fica mastigando a sola do sapato, para gerar calor para o corpo.
Voar em aviões ultrapassados como o da foto e aterrissar num pista nestas condições.
Os habitantes de Yakutsk, seguem a escala desta tabela:

A 5°C negativos o frio pode ser refrescante.
A 20°C negativos a umidade no nariz se congela e fica dificil não tossir.
A 35°C negativos a pele exposta ao ar fica dormente e a necrose é um risco.
E a menos 45°C, ate usar óculos fica complicado. O metal gruda no rosto e nas orelhas e rasga pedaços da pele quando voce decide tira-los.
Agora você já sabe: no próximo inverno, nada de Campos do Jordão. Se você procura uma cidade fria de verdade, o destino só pode ser Yakutsk. Viaje no avião da foto, e desfrute todo o potencial de um inverno gostoso. Link (à dir.) photolink e a @R

terça-feira, julho 13, 2010

a luz mais antiga do universo

                            Imagem de telescópio mostra "luz mais antiga" do universo
Ao fundo, em magenta e amarelo, vê-se a luz mais antiga do Universo, formada 380 mil anos após o Big Bang. (Foto: AFP)
A agência espacial europeia (ESA) acaba de divulgar a primeira imagem do cosmos feita pelo telescópio espacial Planck, na qual é possível ver a "luz mais antiga" do universo.
A luz - chamada de radiação cósmica de fundo de micro-ondas - é associada ao chamado big bang, a grande explosão na qual os cientistas acreditam que o universo foi criado, há cerca de 14 bilhões de anos.
A parte central da foto é dominada por grandes porções da nossa galáxia, a Via Láctea. A linha horizontal brilhante atravessando a imagem é o eixo principal da galáxia.
É nessa região que se formam hoje a maioria das estrelas da Via Láctea, mas como a foto registra apenas luz com comprimentos de onda longos (invisíveis ao olho humano), o que vemos na realidade não são estrelas, e sim o material do qual elas são feitas, poeira e gás.
Mas a foto também mostra, em magenta e amarelo, a radiação cósmica de fundo de micro-ondas. Formada 380 mil anos após o Big Bang, essa radiação de calor só pôde circular pelo espaço quando um resfriamento no Universo pós-Big Bang permitiu a formação de átomos de hidrogênio.
Os cientistas dizem que, antes desse estágio, o cosmos era tão quente que matéria e radiação estavam "fundidas". O Universo, seria, então, opaco.
Rascunho
Os instrumentos do Planck podem detectar variações de temperatura nessa radiação antiga que auxiliam a compreensão da estrutura do Universo no momento de sua formação e que são uma espécie de rascunho de tudo o que se sucedeu depois.

Foram necessários mais de seis meses para que o telescópio espacial conseguisse montar o mapa. O Planck, lançado ao espaço em maio do ano passado, já está montando uma segunda versão do mapa. A idéia é que ele faça pelo menos quatro versões.
Os cientistas vão precisar de tempo para analisar todas as informações e avaliar suas implicações. A divulgação formal de imagens completas da radiação cósmica de fundo e de análises científicas sobre elas não deve acontecer antes do fim de 2012.
Segundo os pesquisadores, as informações coletadas constituem um banco de dados extraordinário, que os ajudará a compreender melhor como o Universo adquiriu a aparência que tem hoje. "É uma foto espetacular, uma coisa linda", disse à BBC Jan Tauber, um dos cientistas da missão Planck.

segunda-feira, julho 12, 2010

"TODAS AS COPAS" (20a. em 2014 no Brasil) (encerramento da série)

Muito mais do que estádios, os projetos das novas arenas agregam tecnologia e serviços como lojas, hotéis, e até escritórios. Algumas estarão no Brasil na Copa de 2014.Hoje, apresentaremos algumas maquetes dos estádios que estarão sediando a XX Copa do Mundo-2014, a ser disputada no Brasil. O mapa assinala todas as cidades que estarão sediando a Copa, depois de 64 anos, e as maquetes de alguns estádios: (1) - Salvador - Em homenagem a nossa primeira capital, começamos pelo pojeto do novo estádio da Fonte Nova, para 44 mil pessoas; (2) -Rio de Janeiro- Seguindo a mesma ordem, projeto do estádio do Maracanã, para 92 mil pessoas e que, a exemplo da fatídica Copa de 50, deverá também, ser o palco da decisão de 2014. (3) - Brasilia - A nossa atual capital, e como ficará o novo estádio Mané Garrincha, para 76 mil pessoas; (4) - Cuiabá, estar´também participndo do Mundial, com esse belo projeto de reforma do estádio José Fragelli, para 42 mil pessoas; (5) - Manaus - Bastante arrojada será a reforma do estádio Vivaldão, com capacidade para 50 mil pessoas; (6) - São Paulo - E finalmente, como será o novo visual do estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) que terá capacidade para 67 mil pessoas e aspira sediar a partida de abertura da Copa. e (7) - Fortaleza (à dir.) - Estádio Gov. Plácido Castelo (Castelão) com capacidade para 60 mil espectadores. Ainda, a maioria dos nossos estádios, resume-se num campo de futebol e arquibancadas. Pois a ociosidade, desses estádios, vai mostrando aquilo que já é praticado em vários países do exterior. Além de prezar pela segurança e conforto dos torcedores, as novas arenas, algumas construidas na nova concepção e outras que vão sendo reformadas, mostram-se ecológicamente corretas e funcionam como centos de lazer. O novo estádio do clube italiano Fiorentina, por exemplo, contará com o primeiro parque temático do mundo dedicado ao futebol, além de rede hoteleira, como o estádio de Genebra, na Suiça, o primeiro a contar com hotel.
Projetos “O estádio não é somente um local para jogos de futebol. Ele é um edifício que provoca impacto ambiental e serve como grande referencial urbano. O Maracanã, no Rio de Janeiro, por exemplo, é um importante ponto de visitação”, garante o especialista em estádios brasileiros Marcos Paulo Cereto,
coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil, em Manaus (AM). Em Barcelona, na Espanha, há dois projetos arquitetônicos para o Estádio Camp Nou, que é considerado o maior da Europa. O primeiro e mais antigo é do arquiteto britânico Norman Foster, que pretende aumentar a capacidade do local dos atuais 100 mil para 110 mil lugares. Já o segundo é do catalão Emil Vidal, que sonha em mudá-lo para uma ilha artificial no Mar Mediterrâneo, ligada ao continente por uma ponte, e que, ao abrigar 150 mil pessoas, se igualaria ao maior estádio do mundo, o Rungnado May Day, na Coreia do Norte. A tônica dos projetos recentes parece ser aproveitar a paisagem e as áreas ao redor dessas edificações. “Como a construção e a manutenção desses espaços são muito caras, uma saída é fazer com que ele funcione com centros de entretenimento e não dependa apenas da renda dos jogos. Um exemplo de como isso pode ser lucrativo é a Arena do Grêmio, em Porto Alegre, que tem uma espécie de minicidade com lojas, hotel e centro de escritórios”, explica Cereto a respeito do projeto que deverá estar pronto para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.Outro projeto para a Copa 2014 que chama atenção é a reforma do Castelão, em Fortaleza (CE), (foto à direita), merece um destaque especial, porque, segundo anúncio, se tornará o primeiro estádio do mundo a utilizar energia eólica, obtida do vento. Com capacidade para 60 mil torcedores, ele será coberto e, após o evento, a área ao redor abrigará centros olímpicos e de entretenimento. “Há tendência mundial de preocupação com o meio ambiente. Por isso, aproveitaremos a vantagem do Ceará ter bons ventos e despontar como um dos maiores parques mundiais de energia eólica”,






domingo, julho 11, 2010

"TODAS AS COPAS" (19a. Africa do Sul-2010) Campea= ESPANHA

HOJE O MUNDO VAI CONHECER O CAMPEÃO DA
COPA DA AFRICA DO SUL






 (1) A bandeira da África do Sul; (2) Acidade do Cabo, a mais populosa do país; (3) O Loftus Versfeld Stadium, na cidade de Pretória; (4) Localização da África do Sul (em vermelho), no continente africano.
A Copa do Mundo de 2010 que termina hoje com o jogo entre ? x ? apontará o campeão da primeira Copa que será está sendo realizada pela primeira vez em um país do Continente Africano. Privilégio que coube à Africa do Sul.
A África do Sul fez um esforço sobre-humano para essa realização, mesmo não terminando todas as obras completamente, fez importantes obras de infra-estrutura, e construiu cinco novos estádios de futebol em preparação para a realização desse importante evento que hoje chega ao seu final. foi também a primeira vez da história do país que a região construiu estádios especialmente dedicados ao futebol. Sob o antigo governo do Apartheid, estádios eram construídos exclusivamente para o rugby e o críquete.
Mesmo com pouca tradição no futebol a
África do Sul já havia participado da Copa,realizada em 2002, na Coréia e Japão no grupo B, sendo eliminada na 1ª fase, num grupo que tinha Espanha, Eslovênia e Paraguai. Participou também da Copa de 98, na França.Em 17 de março de 2006, a FIFA anunciou oficialmente a lista de nove sedes da Copa da África do Sul: Bloemfontein, Cidade do Cabo, Durban, Joanesburgo (dois estádios), Nelsprint, Polokwane, Port Elizabeth, Pretória e Rustenburg, cujos estádios em número de 10 estão na imagem abaixo, sendo que a decisão de hoje entre ? x ? acontecerá no penúltimo estádio à direita..

ESPANHA CAMPEÂ. VICE-HOLANDA. 3o. ALEMANHA e 4o. URUGUAI   
Amanhã detalhes do mundial de 2014 no BRASIL                                                                                            A partir de 3a.feira este blog volta as suas matérias habituais

sábado, julho 10, 2010

"TODAS AS COPAS" (18a. Copa: Alemanha-2006)


ITALIA repete 34, 38 e 82 e chega ao TETRA em 2006















Fotos: (1)- Jogadores italianos comemoram o tetra no estádio de Berlim ; (2) - O símbolo do Mundial-2006, numa praça da Alemanha; (3)- Chegada da delegação italiana ao Aeroporto de Roma, sendo recepcionada da "Esquadrilha Frecce Tricolore; (4) -  O moderníssimo estádio de Munique (uma das sedes do último mundial).
O caminho de Itália e França até a decisão da Copa. Depois de 62 partidas realizadas, o mundo enfim conheceu os dois finalistas da Copa: Itália e França. Antes de a bola rolar no torneio e até mesmo após a primeira fase, poucos poderiam prever esta decisão. As duas seleções chegaram desacreditas na competição, apresentaram um futebol feio, porém competitivo, e agora estão a 90 minutos de comemorarem um título mundial. No caso dos italianos, o quarto de sua história - antes, haviam vencido em 1934, 1938 e 1982. Já os franceses só poderiam se sagrar bicampeões, depois de terem levantado a taça em 1998. Os dois finalistas estavam invictos na Copa, após terem disputado seis jogos cada. No caminho percorrido até a decisão, os italianos encontraram poucas dificuldades e quando se viram em apuros receberam uma "mãozinha" da arbitragem. Bem diferente foi o trajeto dos franceses, que tiveram uma primeira fase sofrível e só decolaram na Copa a partir das oitavas-de-final, graças aos lampejos de genialidade do craque Zidane. Na primeira fase, a Itália terminou na liderança do grupo E, depois de vencer Gana e República Tcheca, ambas por 2x0, e empatar com os Estados Unidos, em 1x1. Já a França penou para se classificar em uma chave teoricamente fraca. Os empates com Suíça (0x0) e Coréia do Sul (1x1) deixaram os franceses em situação complicada. A passagem às oitavas-de-final veio após a vitória suada sobre Togo, por 2x0. Os franceses ficaram na "modesta" segunda colocação. Nas oitavas-de-final, a missão italiana parecia bem mais simples do que a francesa. Mas apenas parecia. Em campo, a Azzura sofreu para eliminar a inexpressiva Austrália, por 1x0, com um gol do meia Totti, aos 48 minutos do segundo tempo, cobrando um pênalti inexistente. Já a swlwção de Zidane, teve pela frente a poderosa Espanha e, de virada, venceu por 3x1.A decepcionante Ucrânia atravessaria o caminho italiano nas quartas-de-final. Diferentemente da partida passada, a Azzurra não encontrou dificuldades e venceu por 3x0. Bem mais complicado era o obstáculo francês na terceira fase: o superfavorito Brasil. Ali, entrou em cena o "maestro" Zidane, que regeu a França a uma vitória magra, por 1x0, mas que bastou para credenciar os franceses como favoritos. Nesta partida além do crédito que se deu a Zidane, não podemos nos esquecer que em contraposição, o técnico Parreira, viu estático, sem qualquer reação a apatia de seu time, ao longo dos 90 minutos. Bem diferente do rítmo frenético de alguns dos nossos craques em noitadas de baladas. No último passo, antes da decisão, Itália e França tiveram suas "provas de fogo". Para chegarem a final, enfrentaram mais um adversário cada um. O que se pode ver no jogo decisivo de ambos os lados, foi a aposta que fizeram na solidez de suas defesas. Os italianos sofreram apenas um gol na Copa, enquanto os franceses dois.
Para a surpresa do mundo esportivo, a anfitriã Alemanha teve de se contentar em assistir a decisão entre seus maiores rivais. No dia 9 de julho de 2006, no Estádio Olimpico de Berlim, perante a uma platéia de 70 mil espectadores, Italia e França disputaram a grande decisão. No tempo regulamentar o placar não foi movimentado. Foi jogada uma prorrogação em dois tempos de 15´cada. Zidane de penalti abriu o marcador aos 7m, mas Materazzi empatou, ao assinalar um gol aos 19m., levando o jogo para a decisão em penaltis. A Italia com melhor aproveitamento fez 5 a 3, tornando-se campeã mundial pela quarta vez.
/* Atualizacao do Google Analytics em 25 de Outubro 2009 */