O HOMEM QUE EMUDECEU O BRASIL NA COPA DE 50
Alcides Edgardo Ghiggia 81 anos, é o único sobrevivente da equipe titular, autor do gol que tirou do Brasil a Copa do Mundo de 50 em pleno Maracanã, leiloou recentemente, em Montevidéu, o troféu "Golden Foot", que recebeu como "lenda do futebol mundial de todos os tempos".
A Copa de 1950, disputada no Brasil, foi a primeira após-guerra. O Brasil tinha tudo para conquista-la. Uma equipe, que apesar do bairrismo, tinha jogadores de muita qualidade, e contava ainda com outro fator que o critério daquele mundial le facultava: Jogar a final podendo até empatar, direito que ele adquiriu em campo pelo maior número de pontos alcançados, num quadrangular nas semi-finais. Ninguem sequer admitia contar com essa vantagem para sermos campeões. Mesmo assim, o placar no primeiro tempo não foi movimentado, mas os 200 mil torcedores que estavam ao Maracanã, não se abalaram. Achavam que o melhor havia ficado para o 2º tempo, tanto que o ponteiro Friaça, abriu a contagem aos 3 minutos. Ai não dava mais para pensar em outro resultado que não fosse a vitória brasileira. Aos 21 minutos o Uruguai alcançou o empate. Mas a torcida não se abalou, estava confiante, afinal mesmo esse empate ainda nos era favorável. Na verdade não havia um só brasilleiro que admitisse que aquela Copa não seria do Brasil. Mas ai quiseram os Deuses do futebol, que a história tivesse um desfecho inesperado, como num filme de suspense. E aos 34 minutos, 11 do final, Ghiggia, esse senhor, hoje com 81 anos, entra como uma flexa pela direita, passa pelos seus marcadores Danilo e Bigode e chuta no lugar menos provável. Entre o o pé esquerdo do goleiro Barbosa e a trave, e marca o gol da vitória ( mostrado aqui em dois ângulos), e faz o Brasil inteiro parar, principalmente, os 200 mil torcedores que estavam no Maracanã!
Veja a confusão que este gol causou às 200 mil pessoas que estavam ao Maracanã. A festa já estava preparada para a tarde daquele domingo (16 de julho de 1950), inclusive, Jules Rimet, presidente da FIFA, ficou desorientado. Afinal o Brasil havia reaizado até aquela decisão, uma excelente campanha: havia ganho do México: 4 a 0, da Iugoslávia: 2 a 0, da Suécia: 7 a 1 e da Espanha: 6 a 1, além de um empate com a Suíça. Bastaria um simples empate para ser campeão. Jules Rimet, na Tribuna de Honra, já ensaiava um pequeno discurso em português para quando entregasse a taça ao capitão Augusto do Brasil. Só que, aos 21, o Uruguai empatava. Rimet, então, desceu ao campo para entregar a taça. Quando chegou, viu um estádio calado. Havíamos tomado o gol da virada e não éramos mais campeões do mundo. O gramado ficou vazio, nem mesmo os componentes da Banda lá permaneceram para as cerimonias de praxe. Diante dessa situação, Jules Rimet atônito não sabia o que fazer. Então, descobriu o capitão Obdulio Varela e lhe entregou o troféu, sem nenhum discurso. O escrete brasileiro, de exaltado, passava a ser condenado para sempre pela opinião pública.
A Copa de 1950, disputada no Brasil, foi a primeira após-guerra. O Brasil tinha tudo para conquista-la. Uma equipe, que apesar do bairrismo, tinha jogadores de muita qualidade, e contava ainda com outro fator que o critério daquele mundial le facultava: Jogar a final podendo até empatar, direito que ele adquiriu em campo pelo maior número de pontos alcançados, num quadrangular nas semi-finais. Ninguem sequer admitia contar com essa vantagem para sermos campeões. Mesmo assim, o placar no primeiro tempo não foi movimentado, mas os 200 mil torcedores que estavam ao Maracanã, não se abalaram. Achavam que o melhor havia ficado para o 2º tempo, tanto que o ponteiro Friaça, abriu a contagem aos 3 minutos. Ai não dava mais para pensar em outro resultado que não fosse a vitória brasileira. Aos 21 minutos o Uruguai alcançou o empate. Mas a torcida não se abalou, estava confiante, afinal mesmo esse empate ainda nos era favorável. Na verdade não havia um só brasilleiro que admitisse que aquela Copa não seria do Brasil. Mas ai quiseram os Deuses do futebol, que a história tivesse um desfecho inesperado, como num filme de suspense. E aos 34 minutos, 11 do final, Ghiggia, esse senhor, hoje com 81 anos, entra como uma flexa pela direita, passa pelos seus marcadores Danilo e Bigode e chuta no lugar menos provável. Entre o o pé esquerdo do goleiro Barbosa e a trave, e marca o gol da vitória ( mostrado aqui em dois ângulos), e faz o Brasil inteiro parar, principalmente, os 200 mil torcedores que estavam no Maracanã!
Veja a confusão que este gol causou às 200 mil pessoas que estavam ao Maracanã. A festa já estava preparada para a tarde daquele domingo (16 de julho de 1950), inclusive, Jules Rimet, presidente da FIFA, ficou desorientado. Afinal o Brasil havia reaizado até aquela decisão, uma excelente campanha: havia ganho do México: 4 a 0, da Iugoslávia: 2 a 0, da Suécia: 7 a 1 e da Espanha: 6 a 1, além de um empate com a Suíça. Bastaria um simples empate para ser campeão. Jules Rimet, na Tribuna de Honra, já ensaiava um pequeno discurso em português para quando entregasse a taça ao capitão Augusto do Brasil. Só que, aos 21, o Uruguai empatava. Rimet, então, desceu ao campo para entregar a taça. Quando chegou, viu um estádio calado. Havíamos tomado o gol da virada e não éramos mais campeões do mundo. O gramado ficou vazio, nem mesmo os componentes da Banda lá permaneceram para as cerimonias de praxe. Diante dessa situação, Jules Rimet atônito não sabia o que fazer. Então, descobriu o capitão Obdulio Varela e lhe entregou o troféu, sem nenhum discurso. O escrete brasileiro, de exaltado, passava a ser condenado para sempre pela opinião pública. 











eralmente forçavam a bola até o gol. Na Inglaterra, também a monarquia, com freqüência, tentava parar tais atividades, foi quando o Rei Edward III decidiu proibir o futebol por razões militares – já que as tropas preferiam o jogo a lutar ou mesmo praticar seu arco e flecha. Em algum momento desconhecido, alguém descobriu que as bexigas de porcos infladas eram boas para os chutes, e repicavam extremamente bem, e foram incorporadas em muitos jogos. Não está clara como a bexiga era inflada, mas há evidências, daquele tempo, de bombas simples sendo usadas para inserir o ar na ‘bola’. Se o repique da bola era inteiramente imprevisível por causa da forma da bexiga, então isso era somado à diversão. O problema era que a ferocidade, e a violência destes jogos da plebe, frequentemente, provocavam o rompimento da bola. Então, as bolas começaram a ser revestidas de couro para serem mais resistentes até chegarmos a bola da Copa-2010


Cientistas britânicos descobriram que os mantos de gelo - enormes geleiras que datam da última grande glaciação do planeta - da Groenlândia e da Antártida estão encolhendo a um ritmo muito mais rápido do que se imaginava. Segundo o estudo, publicado no jornal científico "Nature", as geleiras estão perdendo 9 metros de profundidade por ano desde 2003, mesmo com negativas e contadições de Copenhague.






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financeiras ligadas ao Vaticano e à Igreja Católica têm sido alvo de polêmicas, escândalos e acusações graves, como as denúncias recentes do jornalista italiano Curzio Malteses, do diário “La Repubblica” em seu best-seller “La Questua”. O livro, entre outras coisas, apresenta supostas evidências de que o Banco do Vaticano funcionaria como um paraíso fiscal. Desta vez, porém, é o banco alemão Pax Bank, também ligado à Igreja Católica, que tem suas atividades colocadas em xeque. A influente revista alemã “Der Spiegel” revelou que o Pax Bank havia investido 580 mil euros (perto de R$ 1, 5 milhão) em ações da BAE Systems, um fabricante de armas britânico. O Pax Bank também investiu 160 mil euros (cerca de R$ 425 mil) na fabricante de anticoncepcionais norte-americana Wyeth – a Igreja Católica condena o uso de anticoncepcionais e preservativos e combate o controle da natalidade. O banco também investiu 870 mil euros (R$ 2,3 milhões) numa empresa de cigarros. Diante destas operações, o Pax Bank emitiu uma nota de desculpas, “por não manter seus padrões éticos” na hora de investir. O banco, inclusive, costumava alardear que não concordava com investimentos em companhias que não seguissem as crenças católicas, como de tabaco, armas e outras. “Nós vamos corrigir os erros imediatamente, sem consequências negativas para os nossos clientes”, disse um porta-voz do banco à emissora britânica “BBC”. “Infelizmente, em algumas revisões internas estes investimentos críticos foram ignorados. Nós nos arrependemos profundamente.” O Vaticano também tem apresentado balanços desfavoráveis de seus negócios, como da Santa Sé que, no ano passado, anunciou um déficit de 9 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões). A Santa Sé é a sede da igreja como instituição religiosa e tem como objetivo auxiliar o papado de Bento XVI




